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Mercado do açúcar fecha em baixa em Nova York, mostra alta parcial em Londres e preços no Brasil seguem pressionados

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Açúcar em Nova York recua com contratos futuros pressionados

Na quinta-feira (26), os contratos futuros de açúcar negociados na ICE de Nova York registraram queda. O contrato de março/26 do açúcar bruto caiu para 14,41 cents de dólar por libra-peso, uma retração de 0,18 centavo, enquanto os contratos de maio e julho de 2026 também apresentaram recuo, encerrando respectivamente em 13,95 cents/lbp e 13,93 cents/lbp. O vencimento de outubro recuou levemente para 14,28 cents/lbp.

O movimento negativo foi influenciado principalmente por ajustes técnicos no mercado e expectativas de demanda mais moderada para a commodity nos próximos meses.

Londres apresenta variação positiva nos contratos de curto prazo

No mercado europeu de açúcar branco, os contratos negociados na ICE Europe tiveram desempenho misto. O contrato de maio/26 avançou para US$ 407,90 por tonelada, enquanto o de agosto subiu para US$ 405,30. Por outro lado, o vencimento de outubro apresentou leve retração, fechando a US$ 404,90.

O suporte nos contratos mais próximos indica confiança de investidores em ajustes de curto prazo, mesmo diante de cenário global de volatilidade.

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Preços domésticos do açúcar continuam sob pressão

No Brasil, o açúcar cristal branco registrou nova queda na quinta-feira. Segundo o Indicador Cepea/Esalq, a saca de 50 kg em São Paulo foi negociada a R$ 98,14, representando retração de 0,14% no dia. Desde o início de fevereiro, o indicador acumula queda de 6,44%, refletindo pressão da oferta e demanda moderada no mercado físico.

Especialistas destacam que a continuidade da entressafra, combinada com estoques elevados das usinas, contribui para manter os preços em nível mais baixo.

Etanol hidratado apresenta leve recuperação

Entre os biocombustíveis, o etanol hidratado registrou valorização no fechamento divulgado pelo Indicador Diário de Paulínia (SP), sendo negociado a R$ 2.954,00 por metro cúbico, alta superior a 0,25%. O movimento indica reação pontual dos preços após recentes quedas, mas o mercado ainda permanece sensível a fatores como oferta e demanda por combustíveis renováveis.

Panorama global e perspectivas

No cenário internacional, o mercado de açúcar continua ajustando-se a fatores como oferta, demanda e especulação de investidores. Enquanto Nova York recua, Londres apresenta suporte nos contratos próximos, mostrando que a commodity enfrenta pressões distintas em diferentes regiões. O etanol, por sua vez, acompanha a dinâmica do açúcar, com recuperação pontual no mercado doméstico.

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Fonte: Indicadores de mercado da ICE (Nova York e Londres), Cepea/Esalq, Indicador Diário de Paulínia (SP). Dados referentes ao fechamento de 26 de fevereiro de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bolsas globais operam com cautela, Ibovespa busca realização de lucros e investidores acompanham tecnologia, commodities e agenda econômica

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Os mercados financeiros iniciaram a semana em clima de cautela. As bolsas asiáticas encerraram o pregão desta segunda-feira (6) sem uma direção definida, enquanto os mercados europeus operam com oscilações moderadas e os índices futuros norte-americanos apontam leve recuperação após o feriado da Independência dos Estados Unidos.

No Brasil, o mercado acompanha uma abertura marcada por realização de lucros após a forte valorização registrada na última sexta-feira, em um ambiente ainda influenciado pelo comportamento das commodities, pela expectativa em relação aos próximos indicadores econômicos e pelas perspectivas para a política monetária global.

Ásia fecha mista com investidores atentos ao setor de tecnologia

Na Ásia, os investidores reduziram a exposição às empresas de tecnologia, principalmente aquelas ligadas à infraestrutura de inteligência artificial, diante das dúvidas sobre o retorno dos elevados investimentos realizados pelo setor.

Na China, o índice de Xangai (SSEC) encerrou praticamente estável, com leve queda de 0,06%, enquanto o CSI 300 permaneceu inalterado. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 1,14%, impulsionado por medidas regulatórias destinadas a facilitar o refinanciamento das empresas listadas e estimular o mercado de capitais.

O governo chinês também colocou em vigor novas regras para negociação de ações no mercado ChiNext, de Shenzhen, fortalecendo mecanismos de formação de mercado e ampliando a liquidez.

O movimento favoreceu principalmente ações dos setores de energia, agricultura, bancos, materiais básicos e bens de consumo, enquanto empresas de tecnologia, robótica, baterias e satélites passaram por uma realização de lucros após meses de forte valorização.

Entre os principais índices asiáticos:

  • Japão (Nikkei): -0,01%;
  • China (Xangai): -0,06%;
  • CSI 300: estável;
  • Hong Kong (Hang Seng): +1,14%;
  • Coreia do Sul (Kospi): -0,46%;
  • Taiwan (Taiex): -0,48%;
  • Singapura (Straits Times): +0,30%;
  • Austrália (S&P/ASX 200): -0,15%.
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Europa inicia semana com variações moderadas

Na Europa, os principais índices operam próximos da estabilidade, refletindo a expectativa pela temporada de balanços corporativos nos Estados Unidos, além do acompanhamento das perspectivas para os juros americanos e da queda dos preços internacionais do petróleo após o aumento da produção anunciado pela Opep+.

O mercado europeu também monitora indicadores econômicos da Zona do Euro, especialmente dados de atividade e inflação, que poderão influenciar as próximas decisões de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).

Wall Street retorna do feriado com foco em dados econômicos

Após o feriado prolongado da Independência, os investidores voltam suas atenções para os Estados Unidos acompanhando indicadores de atividade econômica, mercado de trabalho e serviços, além do início da temporada de divulgação dos resultados corporativos do segundo trimestre.

O mercado também observa atentamente qualquer sinal do Federal Reserve (Fed) sobre o ritmo dos próximos cortes nas taxas de juros, fator que continua sendo um dos principais direcionadores dos ativos globais.

Ibovespa inicia semana em realização de lucros

No mercado brasileiro, o Ibovespa Futuro abriu em queda, refletindo um movimento natural de realização de lucros após o índice à vista alcançar o maior fechamento em aproximadamente um mês no encerramento da última semana.

O ambiente continua sendo influenciado pelo comportamento das commodities, especialmente minério de ferro e petróleo, além das expectativas em torno da trajetória da taxa Selic e dos indicadores econômicos previstos para os próximos dias.

Entre os destaques da agenda estão:

  • Relatório Focus;
  • Balança comercial brasileira;
  • Indicadores de atividade na Europa;
  • PMI de serviços dos Estados Unidos.

O dólar comercial iniciou o dia em leve valorização frente ao real, enquanto a curva de juros apresenta comportamento relativamente estável, com pequenas oscilações nos vencimentos mais longos.

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Vale, Petrobras e bancos seguem concentrando atenções

Na B3, os investidores continuam concentrando o maior volume financeiro em ações de empresas de grande peso no índice, como Vale, Petrobras e Itaú Unibanco.

O setor de infraestrutura permanece em destaque após os recentes leilões de transmissão de energia, enquanto empresas do varejo seguem reagindo ao cenário de expectativa por redução dos juros.

Papéis como Magazine Luiza e Embraer permanecem entre os ativos com maior liquidez, refletindo o interesse dos investidores por empresas ligadas ao consumo doméstico e à indústria exportadora.

Commodities continuam determinando o humor dos mercados

Para o mercado brasileiro e para o agronegócio, o comportamento das commodities segue sendo o principal vetor de curto prazo.

A evolução dos preços do petróleo influencia diretamente o desempenho das ações da Petrobras, enquanto as oscilações do minério de ferro impactam a Vale e todo o segmento de mineração.

No agronegócio, investidores também acompanham os movimentos das commodities agrícolas, especialmente soja, milho e café, além da demanda chinesa, fator determinante para as exportações brasileiras.

Cenário permanece sensível ao ambiente internacional

Apesar do ambiente relativamente positivo observado nas últimas semanas, analistas avaliam que o mercado deve continuar operando com elevada volatilidade, diante das incertezas sobre os juros nos Estados Unidos, da temporada de resultados corporativos, da evolução da economia chinesa e do comportamento das commodities.

No Brasil, o fluxo estrangeiro, as expectativas para a política monetária e os indicadores econômicos domésticos continuam sendo os principais fatores capazes de determinar a direção do Ibovespa ao longo desta semana.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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