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Mercado de milho: preços seguem voláteis no Brasil enquanto Chicago registra alta, cenário é de cautela e desafios

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O mercado de milho no Brasil continua enfrentando desafios, com baixa liquidez em várias regiões produtoras. Segundo a TF Agroeconômica, o Paraná segue com negociações estagnadas, onde os produtores ainda buscam preços em torno de R$ 75,00/saca, enquanto as indústrias oferecem cerca de R$ 70,00/saca CIF, o que mantém o impasse. Esse descompasso nos preços tem dificultado a movimentação do mercado, que segue sem evolução significativa.

Em Santa Catarina, a divergência de preços entre produtores e indústrias também impede avanços nas negociações. As ofertas variam entre R$ 70,00/saca e R$ 80,00/saca, mas a falta de consenso impede novos negócios. No Planalto Norte, os negócios ocorrem a preços entre R$ 71,00 e R$ 75,00/saca, mas continuam esparsos, o que limita a liquidez da região.

No Rio Grande do Sul, o mercado também continua pouco dinâmico, com preços variando entre R$ 58,00 e R$ 75,00/saca. A média estadual recuou para R$ 62,17, refletindo uma queda de 0,81%. A falta de estímulos no mercado mantém o spot com baixa liquidez, dificultando qualquer reação significativa.

Já no Mato Grosso do Sul, a liquidez permanece limitada, com Chapadão do Sul apresentando algum avanço, enquanto Maracaju segue com preços elevados. Em Sidrolândia e Campo Grande, a estabilidade prevalece, sem grandes alterações nas cotações.

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Em Goiás, o mercado segue em baixa liquidez, embora tenha registrado pequenas altas nesta semana. As referências de preços agora variam entre R$ 57,00 e R$ 59,00/saca, com Rio Verde recuperando-se após uma queda anterior, retomando a liderança no estado.

Preços futuros do milho recuam no Brasil

Na Bolsa Brasileira (B3), os contratos futuros do milho iniciaram a sexta-feira (12) com leves quedas. Por volta das 10h, os preços oscilavam entre R$ 70,51 e R$ 74,90. O contrato para janeiro/26 foi cotado a R$ 72,10, com queda de 0,28%, enquanto o contrato para março/26 foi negociado a R$ 74,90, apresentando baixa de 0,31%. O contrato maio/26 ficou em R$ 74,16, com desvalorização de 0,22%, e o contrato de julho/26 foi cotado a R$ 70,51, com queda de 0,34%.

Mercado externo de milho: Chicago registra alta

Em contraste com o mercado brasileiro, os preços do milho na Bolsa de Chicago (CBOT) subiram nesta sexta-feira. O contrato dezembro/25 foi cotado a US$ 4,36, apresentando alta de 0,75 ponto. Já o março/26 foi negociado a US$ 4,44, com perda de 2 pontos, e o maio/26 ficou em US$ 4,52, com baixa de 2 pontos. O julho/26 foi cotado a US$ 4,58, com queda de 1,50 ponto.

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Segundo o site Successful Farming, o movimento de queda nos preços de Chicago foi impulsionado por preocupações com o ritmo lento das compras por parte da China, além das condições climáticas favoráveis no Brasil. A pressão no mercado de milho se intensificou devido a esses fatores, que têm gerado incertezas quanto à demanda externa.

Mercado brasileiro ajusta-se após chuvas e alta do dólar

Na B3, os preços futuros do milho registraram quedas devido ao ajuste climático e ao impacto de variáveis cambiais. A chegada das chuvas reduziu o prêmio de risco climático, que vinha sustentando os preços mais elevados. Contudo, a atenção ao atraso no plantio da soja e o impacto nas janelas de cultivo do milho safrinha continuam a ser fatores a serem monitorados.

A valorização do dólar também pressionou o mercado físico no interior do Brasil, com a moeda americana acima de R$ 5,40, beneficiando as ofertas nos portos. Apesar disso, o mercado interno permanece em um cenário de ajuste cauteloso.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Boletim aponta queda nos casos de dengue e chikungunya em Cuiabá em 2026

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), divulgou o Boletim Epidemiológico nº 24/2026, com dados atualizados sobre a situação das arboviroses no município. O levantamento, elaborado pela Diretoria de Vigilância em Saúde, mostra uma redução nas médias semanais de casos de dengue e chikungunya ao longo de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Na 25ª Semana Epidemiológica, Cuiabá registrou nove casos notificados de dengue e três de chikungunya. No acumulado do ano, a média semanal de notificações de dengue caiu de 75,6 casos em 2025 para 51,8 em 2026. Já a chikungunya apresentou uma redução ainda mais significativa, passando de 434,9 notificações semanais no ano anterior para apenas 4,8 neste ano.

Até 2 de julho de 2026, o município contabilizou 1.295 notificações de dengue, das quais 568 foram confirmadas. Houve um óbito confirmado pela doença e outro permanece em investigação. A incidência é de 70,5 casos por 100 mil habitantes, considerando apenas os casos autóctones.

Em relação à chikungunya, foram registradas 121 notificações e 115 confirmações, sem óbitos. A incidência da doença é de 7,8 casos por 100 mil habitantes. Já a zika contabilizou oito notificações, com três casos confirmados e incidência de 0,4 por 100 mil habitantes.

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Além do monitoramento epidemiológico, a Secretaria Municipal de Saúde mantém ações permanentes de combate ao mosquito Aedes aegypti. Desde o início do ano, as equipes de vigilância realizaram vistoria em 574.889 imóveis em toda a capital.

Durante as inspeções, foram realizados tratamentos em 60.826 imóveis, 68.063 depósitos com água receberam tratamento adequado e 17.104 depósitos considerados de risco foram eliminados de forma definitiva.

A secretária municipal de Saúde, Lúcia Helena Barboza Sampaio, destaca que os indicadores demonstram o impacto das ações de vigilância, mas reforça que a prevenção continua sendo responsabilidade compartilhada entre o poder público e a população.

“A redução dos casos é um resultado importante, fruto do trabalho contínuo das equipes de vigilância e da atenção básica. No entanto, o combate ao mosquito precisa ser diário. A maior parte dos criadouros ainda está dentro das residências, por isso contamos com o apoio da população para eliminar qualquer recipiente que possa acumular água”, afirmou.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a principal forma de prevenção continua sendo a eliminação dos criadouros do mosquito. A orientação é manter quintais limpos, eliminar recipientes que possam acumular água, tampar caixas d’água e realizar inspeções frequentes em calhas, vasos de plantas, pneus e outros objetos.

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Outra medida importante é a vacinação contra a dengue. A vacina Qdenga está disponível gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, conforme o calendário do Ministério da Saúde, sendo aplicada em duas doses.

Em caso de sintomas como febre, dores no corpo, dor de cabeça, manchas na pele ou dor intensa nas articulações, a recomendação é procurar imediatamente uma unidade de saúde para avaliação médica, evitando a automedicação. A identificação precoce da doença contribui para o tratamento adequado e reduz o risco de complicações.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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