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Mercado de Frutas em Minas Gerais: Abastecimento e Preços em Foco

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A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA) de Minas Gerais, em conjunto com suas entidades vinculadas – Emater-MG, Epamig e IMA – está conduzindo um minucioso monitoramento dos preços dos principais produtos comercializados no CeasaMinas, em Contagem. O objetivo é avaliar o abastecimento alimentar no estado, considerando a oferta, demanda e possíveis impactos no mercado.

Para isso, a SEAPA está comparando os preços médios praticados na unidade Ceasa-MG Grande BH durante a última quinzena (20/05/2024 a 31/05/2024). Este esforço é uma resposta à preocupação da sociedade diante da pandemia de COVID-19, e as análises serão atualizadas e publicadas semanalmente.

A análise incluiu as 10 frutas mais comercializadas no CeasaMinas em termos de volume: abacaxi, banana, coco verde, laranja, limão, maçã, manga, mamão, melancia e uva.

Durante o período analisado, o preço do abacaxi pérola graúdo manteve-se estável, sendo vendido a R$ 90,00 a dúzia. A banana prata também apresentou estabilidade, cotada a R$ 3,50 por quilo. O preço do coco verde, laranja pêra extra e limão tahiti extra permaneceu inalterado, variando entre R$ 3,00 e R$ 3,25 por quilo.

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A maçã gala, anteriormente estável a R$ 9,72/kg, registrou uma alta de 2,9%, atingindo R$ 10,00/kg. O mamão oscilou entre R$ 3,61 e R$ 3,88 por quilo, mantendo-se estável na média semanal a R$ 3,70/kg.

Para a manga tommy, houve uma queda de 7,1% na primeira semana, passando de R$ 7,77/kg para R$ 7,22/kg, seguida por uma alta na segunda semana, fechando novamente em R$ 7,77/kg. A melancia graúda registrou uma redução significativa, iniciando em R$ 3,50/kg e terminando em R$ 2,00/kg na segunda semana, representando uma queda média de 19,4%. Por fim, a uva italia apresentou uma queda de 4,2% na primeira semana, de R$ 15,00/kg para R$ 14,37/kg, com uma leve alta na semana seguinte, encerrando em R$ 14,37/kg.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Número de cervejarias bate recorde no Brasil em 2025 e produção de cerveja sem glúten dispara 417%

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O setor cervejeiro brasileiro encerrou 2025 com resultados históricos e consolidou sua expansão no país. Dados do Anuário da Cerveja 2026, divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, mostram que o Brasil alcançou o maior número de cervejarias da série histórica, com 1.954 unidades distribuídas em 794 municípios.

O levantamento também destaca a retomada do crescimento no número de produtos registrados, avanço das marcas de cerveja e forte expansão da produção de cervejas sem glúten, que registrou alta de 417,6% no último ano.

Setor cervejeiro amplia presença e fortalece economia regional

Segundo o Anuário, a indústria cervejeira brasileira mantém trajetória de fortalecimento mesmo diante de desafios econômicos e climáticos enfrentados ao longo de 2025.

A expansão territorial do setor reforça o papel da cerveja como geradora de emprego, renda e desenvolvimento regional. Pela necessidade de proximidade entre produção e consumo, a atividade favorece a interiorização da economia e estimula cadeias produtivas locais.

Atualmente, o setor está presente em quase 800 municípios brasileiros e movimenta mais de 2,5 milhões de empregos ao longo de toda a cadeia produtiva. Além disso, responde por mais de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional.

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Número de produtos e marcas de cerveja volta a crescer

O levantamento do Ministério da Agricultura e Pecuária aponta que o número de produtos registrados chegou a 44.212 em 2025, retomando a trajetória de crescimento do setor.

As marcas de cerveja registradas também avançaram 2,1%, totalizando 56.170 registros ativos no país.

Para o presidente-executivo do Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja, Márcio Maciel, os resultados refletem a capacidade de adaptação da indústria cervejeira brasileira.

Segundo ele, o setor manteve investimentos em inovação, tecnologia e diversificação de portfólio, fortalecendo a conexão histórica da cerveja com os consumidores brasileiros.

Exportações de cerveja atingem maior valor da história

Outro destaque do Anuário foi o desempenho internacional da indústria cervejeira brasileira.

As exportações alcançaram US$ 218,3 milhões em 2025, maior valor já registrado na série histórica. O setor também fechou o ano com superávit recorde de US$ 195 milhões na balança comercial.

Atualmente, a cerveja brasileira é exportada para 77 países, ampliando a presença internacional das marcas nacionais e fortalecendo a competitividade da indústria no mercado global.

Produção de cerveja sem glúten cresce mais de 400% no Brasil

A cerveja sem glúten foi um dos segmentos que mais cresceram no país em 2025.

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Segundo o Anuário da Cerveja 2026, a produção saltou de 71 milhões para 368 milhões de litros em apenas um ano, avanço de 417,6% em relação a 2024.

O volume já representa cerca de 2,35% dos 15,69 bilhões de litros de cerveja produzidos no Brasil, indicando o aumento da demanda por bebidas voltadas a consumidores que buscam produtos sem glúten.

O crescimento acompanha a tendência de diversificação do mercado de bebidas e o avanço do interesse por produtos alinhados a diferentes perfis de consumo.

Inovação e diversidade impulsionam crescimento do setor cervejeiro

O Anuário reforça que a combinação entre tradição, inovação e capilaridade regional segue sendo um dos pilares da expansão da indústria cervejeira brasileira.

Com presença crescente em diferentes regiões do país, o setor mantém investimentos em sustentabilidade, tecnologia e novos nichos de mercado, consolidando a cerveja como uma das cadeias produtivas mais relevantes da indústria de alimentos e bebidas no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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