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Mercado de Frango Mantém Preços Firmes com Perspectiva de Alta

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O mercado brasileiro de frango continua a registrar preços firmes tanto para o produto vivo quanto para o atacado. Segundo Fernando Henrique Iglesias, analista da Safras & Mercado, há uma expectativa de continuidade desse movimento de alta no curto prazo.

Condições de Produção e Nutrição Animal

Iglesias destaca que os custos com nutrição animal permanecem sob controle, devido à boa disponibilidade de insumos nesta temporada. “É essencial manter uma produção controlada”, ressalta o analista.

Perspectivas para o Atacado e Varejo

No mercado atacadista, os preços continuam firmes, com tendência de alta a curto prazo. “A primeira quinzena do mês costuma ter um maior apelo ao consumo, o que mantém uma boa reposição entre atacado e varejo”, explica Iglesias. Ele acrescenta que a carne de frango continua sendo a proteína mais acessível, o que favorece o seu consumo.

Desempenho das Exportações

As exportações brasileiras de frango seguem em excelente nível, aproximando-se de um recorde nesta temporada. “Apesar dos preços permanecerem baixos, as condições são favoráveis para os embarques”, conclui Iglesias.

Preços Internos

Segundo levantamento da Safras & Mercado, os preços dos cortes congelados de frango em São Paulo mantiveram-se estáveis ao longo da semana: o quilo do peito a R$ 9,60, o quilo da coxa a R$ 6,70 e o quilo da asa a R$ 10,10. Na distribuição, os preços também permaneceram constantes: peito a R$ 9,70, coxa a R$ 6,80 e asa a R$ 10,20.

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Nos cortes resfriados vendidos no atacado, as cotações também se mantiveram: peito a R$ 9,70, coxa a R$ 6,80 e asa a R$ 10,20. Na distribuição, os preços foram de R$ 9,80 para o peito, R$ 6,90 para a coxa e R$ 10,30 para a asa.

Levantamento Mensal

O levantamento mensal da Safras & Mercado mostrou variações nos preços do frango vivo nas principais praças do Brasil. Em Minas Gerais, o preço subiu de R$ 5,00 para R$ 5,10. Em São Paulo, manteve-se em R$ 5,00. Na integração catarinense, a cotação ficou em R$ 4,25, enquanto no oeste do Paraná e no Rio Grande do Sul, manteve-se em R$ 4,00.

No Mato Grosso do Sul, o preço do quilo vivo aumentou de R$ 4,75 para R$ 5,00; em Goiás, de R$ 4,85 para R$ 5,05; e no Distrito Federal, de R$ 4,90 para R$ 5,05. Em Pernambuco, o quilo vivo valorizou de R$ 4,60 para R$ 5,20; no Ceará, de R$ 4,50 para R$ 5,10; e no Pará, de R$ 5,00 para R$ 5,25.

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Desempenho das Exportações

Em julho, as exportações brasileiras de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas renderam US$ 223,504 milhões (em cinco dias úteis), com uma média diária de US$ 44,701 milhões. O volume total exportado chegou a 121,683 mil toneladas, com média diária de 24,336 mil toneladas, a um preço médio de US$ 1.863,80 por tonelada.

Comparado a julho de 2023, houve um aumento de 19,4% no valor médio diário, um avanço de 26,5% na quantidade média diária, embora tenha havido uma queda de 5,6% no preço médio. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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