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Mercado de Café Brasileiro Deve Ter Dia de Negócios Lentos com Dólar e Café em Nova York em Direções Opostas

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O mercado físico brasileiro de café deve registrar uma terça-feira de poucos negócios, com o mercado de Nova York em recuo e o dólar avançando frente ao real, gerando um cenário de pressão para os preços domésticos. Este cenário oposto nos referenciais tende a deixar os produtores mais cautelosos, que aguardam uma posição mais favorável dos preços para realizar as transações.

Na segunda-feira (16), o mercado físico de café no Brasil apresentou preços firmes, com aumentos para o café arábica e estabilidade para o conilon. A alta do arábica na Bolsa de Nova York, juntamente com a valorização do dólar, impulsionaram os preços do arábica no país. O conilon, por sua vez, manteve os valores observados na sexta-feira passada. Segundo a Safras Consultoria, o dia foi marcado por pequenas transações e poucos produtores ativos no mercado. Alguns optaram por postergar as negociações para janeiro, devido a questões fiscais, enquanto os compradores se mostraram mais cautelosos, o que desacelerou a comercialização.

Nos preços do café arábica, o valor da saca de 60 kg na região sul de Minas Gerais, com 15% de catação, foi negociado entre R$ 2.200,00 e R$ 2.205,00, contra R$ 2.150,00 e R$ 2.155,00 na sexta-feira. No cerrado mineiro, o preço do arábica bebida dura com 15% de catação foi de R$ 2.225,00 a R$ 2.230,00, frente aos R$ 2.175,00 a R$ 2.180,00 do dia anterior. Já o café arábica tipo “rio” na Zona da Mata de Minas Gerais foi negociado a R$ 1.800,00 a R$ 1.805,00 a saca, contra R$ 1.760,00 a R$ 1.775,00 anteriormente. O preço do conilon tipo 7 em Vitória, Espírito Santo, permaneceu inalterado, cotado a R$ 1.805,00 a R$ 1.810,00, e o conilon 7/8 foi negociado entre R$ 1.800,00 e R$ 1.805,00.

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Exportações de Café em Dezembro

De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações brasileiras de café em grão em dezembro de 2024, até o momento, totalizam 1.578.450 sacas de 60 kg, com uma média diária de 157.845 sacas. A receita gerada pelas exportações chega a US$ 460,93 milhões, o que representa uma média diária de US$ 46,09 milhões, com um preço médio de US$ 292,01 por saca. Comparado ao mesmo período de 2023, a receita média diária é 18,8% superior, enquanto o volume médio diário embarcado é 22,2% menor. No entanto, o preço médio da saca de café é 52,8% mais alto que no ano passado.

Câmbio e Preços em Nova York

Em Nova York, os contratos de café para entrega em março de 2025 apresentam uma queda de 0,73%, cotados a 325,00 centavos de dólar por libra-peso. A posição março/2025 fechou a segunda-feira com alta de 2,5%, a 327,40 centavos de dólar, um aumento de 7,90 centavos.

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No câmbio, o dólar comercial registra uma valorização de 0,65%, cotado a R$ 6,1309, enquanto o Dollar Index sobe 0,13%, chegando a 107,00 pontos.

Mercados Internacionais

As principais bolsas da Ásia encerraram em baixa, com Xangai recuando 0,73% e o Japão registrando queda de 0,24%. Na Europa, os mercados operam de forma mista, com Paris subindo 0,04%, Frankfurt em queda de 0,09% e Londres perdendo 0,79%. O mercado de petróleo também apresentou baixa, com o barril de WTI para janeiro cotado a US$ 69,84, uma queda de 1,23%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

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A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

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A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

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A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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