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Mercado chinês recua após dados fracos de empréstimos e interrompe sequência de alta

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O movimento refletiu a reação dos investidores a dados mais fracos do que o esperado sobre os empréstimos bancários no país, além da busca por novas sinalizações após a recente redução das tensões comerciais com os Estados Unidos.

Principais índices chineses fecham em queda
  • O índice CSI300, que reúne as maiores empresas listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,91%, encerrando o pregão aos 3.907 pontos.
  • O índice SSEC, da Bolsa de Xangai, recuou 0,68%, fechando em 3.380 pontos.
  • Em Hong Kong, o índice Hang Seng também acompanhou o movimento de baixa e perdeu 0,79%, terminando o dia em 23.453 pontos.
Dados de empréstimos decepcionam e pressionam o mercado

A queda nos índices foi motivada, em grande parte, por números abaixo do esperado referentes aos novos empréstimos bancários no mês de abril. O enfraquecimento da demanda por crédito foi atribuído à prolongada guerra comercial com os Estados Unidos, que continua afetando o apetite do mercado, especialmente em um período sazonalmente mais fraco para concessões de empréstimos.

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Pequeno alívio nas tensões comerciais com os EUA

Apesar do cenário de retração, o Ministério do Comércio da China informou que suspendeu algumas medidas não tarifárias adotadas em abril contra empresas norte-americanas. Foram retiradas 17 empresas da lista de entidades não confiáveis e outras 28 da lista de controle de exportação. A notícia contribuiu, nos últimos dias, para a recuperação parcial dos mercados chineses, que conseguiram reverter perdas acumuladas desde a imposição de tarifas pelo ex-presidente dos EUA, Donald Trump, em abril.

Desempenho das bolsas asiáticas

Outros mercados da região Ásia-Pacífico também registraram desempenho misto:

  • Tóquio (Nikkei 225): queda de 1,0%, aos 37.755 pontos
  • Seul (Kospi): recuo de 0,73%, aos 2.621 pontos
  • Taiwan (Taiex): baixa de 0,24%, aos 21.730 pontos
  • Cingapura (Straits Times): alta de 0,54%, aos 3.891 pontos
  • Sydney (S&P/ASX 200): leve alta de 0,22%, aos 8.297 pontos

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cachaças de Salinas brilham na Alimentaria 2026 em Barcelona

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Minas Gerais apresenta a cachaça de alambique no maior evento europeu de alimentos

A qualidade e a diversidade das cachaças mineiras chamaram atenção na Alimentaria 2026, considerada a maior feira internacional de alimentos da Europa, realizada na última semana de março em Barcelona.

Minas esteve representada pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), em parceria com a Associação dos Produtores Artesanais de Cachaça de Salinas (Apacs), destacando o potencial da cachaça de alambique, licores à base de cachaça e a caipirinha em lata.

Versatilidade do produto atrai público B2B e novas oportunidades

Segundo Manoela Teixeira, assessora técnica da Seapa, a presença na feira evidenciou a versatilidade da cachaça mineira, tanto para consumo puro quanto em coquetelaria e novos formatos de mercado.

“Houve boa aceitação do público B2B nas degustações, além da aproximação com potenciais compradores, distribuidores e contatos institucionais que podem gerar parcerias internacionais”, afirmou.

Estratégia de promoção internacional reforça identidade e valor agregado

A participação integra a ação Agroexporta, iniciativa da Seapa para fortalecer as exportações de produtos agropecuários de Minas com identidade, origem e valor agregado. A cachaça de alambique, símbolo da cultura produtiva mineira, teve destaque nessa estratégia.

“Minas Gerais concentra o maior número de estabelecimentos regularizados do Brasil, cerca de 40% dos produtores, além de liderar em número de municípios com ao menos um elaborador registrado — 256 municípios, ou 30% do total do estado”, destacou Manoela Teixeira.

Exportações de cachaça mineira e potencial de crescimento

A assessora ressalta o potencial de ampliação da presença da cachaça mineira no mercado internacional. Em 2025, Minas exportou cerca de US$ 1,5 milhão, o equivalente a 337 toneladas, representando 8,8% do valor exportado pelo país no setor.

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No caso da Espanha, as exportações mineiras somaram US$ 18,9 mil, indicando espaço para crescimento naquele mercado.

Indicação de Procedência fortalece diferencial regional

A região de Salinas possui Indicação de Procedência (IP) “Região de Salinas”, que garante exclusividade de uso do nome apenas para cachaças produzidas na área delimitada, que abrange Salinas, Novorizonte e partes de Taiobeiras, Rubelita, Santa Cruz de Salinas e Fruta de Leite.

Participação da Apacs marca consolidação internacional

Para o presidente da Apacs, Jean Henrique de Oliveira, a feira representou um divisor de águas: “Com o apoio do Estado, foi possível mostrar um produto genuinamente brasileiro em uma feira internacional”.

A associação reúne 27 produtores associados, mais de 100 rótulos e cerca de 60 marcas, sendo responsável pela promoção da cachaça de alambique da região.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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