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Maior unidade de armazéns gerais da região levará palestras técnicas no estande durante Norte Show 2024

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“Estamos estudando alguns nomes nacionais como atração principal. E, dentro do nosso estande, mini palestras técnicas e outras atrações que serão bem interessantes, mas lembrando: todas elas farão a diferença no dia a dia do nosso público”, apontou a sócia-proprietária e diretora executiva da Engenho, Vanessa Casarin.

Ela também destacou a importância da Engenho participar da Norte Show, por ser uma feira de negócios de referência em Mato Grosso. O evento será realizado de 16 a 19 de abril, no Parque de Exposições da Acrinorte, em Sinop.

“Já participamos de edições anteriores como expositores, este ano estamos como patrocinadores e felizes por esse novo posicionamento, pois as experiências anteriores nos permitiram elaborar uma participação mais robusta e significativa este ano. A Norte Show apresenta diversos temas de discussão e promoção referentes ao segmento, como soluções tecnológicas, palestras, oficinas, leilões e novidades em inovação. Por isso, nossa presença é fundamental, pois enriquece o campo de interesse, fazendo com que nossa marca ofereça o que há de melhor aos públicos interno e externo”.

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Com capacidade de armazenamento de três milhões de sacas de grãos, a Engenho tem boas perspectivas para 2024. A empresa facilita a comercialização de grãos para o produtor rural e tem realizado investimentos na estrutura física e no aprimoramento dos processos de trabalho, como, por exemplo, carga e descarga, conservação da qualidade dos grãos e o controle de pragas.

“Prezamos pela confiança acima de tudo, é um dos segredos da qualidade no nosso atendimento e das nossas marcas, que há mais de vinte anos estão no mercado, tanto regional quanto nacional. Somos uma das maiores unidades armazenadora de grãos da região, situada em local estratégico, de fácil acesso à logística, facilitando a movimentação de entrada e saída dos grãos”, finalizou Vanessa Casarin.

A Engenho tem certificação para a atividade de guarda e conservação de produtos agropecuários, exigida pelo Ministério da Agricultura, estando nossa unidade qualificada para atender tanto as empresas do ramo público, privado, como também aos produtores rurais.

Fonte: HF Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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