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Kynetec Lança Estudo sobre Manejo Fitossanitário em Expansão do Sorgo no Brasil

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O cultivo do sorgo está em ascensão no Brasil, com um aumento de 30% na área nos últimos dois anos, movimentando mais de R$ 350 milhões em sementes. A Kynetec Brasil anunciou o início do estudo FarmTrak Sorgo Proteção de Cultivos, que investigará o manejo fitossanitário na produção do cereal, abrangendo o uso de fungicidas, herbicidas, inseticidas e outros defensivos agrícolas.

Segundo Felipe Lopes Abelha, analista de inteligência de mercado da Kynetec, a pesquisa surge em resposta à rápida evolução da cultura no país. O levantamento junto aos produtores começou em maio e será concluído em agosto, com previsão de publicação dos resultados para setembro deste ano.

O sorgo vem ganhando destaque como alternativa na sucessão da soja ou substituição ao milho segunda safra. Originário da África, o sorgo demonstra boa adaptação ao clima quente, rusticidade e alta tolerância à seca. Utilizado na alimentação humana, na formulação de ração animal e biocombustíveis sustentáveis, o cereal é cultivado em diversas variedades, como granífero, sacarino, forrageiro, biomassa e vassoura.

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Felipe Abelha destaca que o mercado de sementes de sorgo tem crescido significativamente, movimentando R$ 357 milhões em 2023, um aumento de 23% em relação ao ano anterior, e dobrando nos últimos três anos. A área cultivada também acompanha essa expansão, com previsão de alcançar 1,56 milhão de hectares no ciclo 2024.

“A cultura recebe alto investimento dos produtores, com o preço médio da saca de sementes de sorgo em torno de R$ 300. Este crescimento está associado à competitividade do sorgo em relação ao milho, sendo menos vulnerável a imprevistos climáticos e oferecendo maior estabilidade”, explica o especialista da Kynetec.

Em 2023, Minas Gerais liderou como principal estado produtor de sorgo, com 31% da área cultivada, seguido por Goiás (30%), São Paulo (18%), Mato Grosso e Bahia, ambos com 10% cada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá mantém cenário de normalidade para meningite e reforça vacinação na rede municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (30) a Nota Informativa nº 02/2026 com o panorama da meningite na capital. O documento, elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), indica que o município segue em situação de normalidade epidemiológica, apesar da confirmação de casos e óbitos neste ano.

Até abril de 2026, foram registrados sete casos confirmados de meningite, com três mortes. A taxa de incidência é de 1,01 caso por 100 mil habitantes, índice inferior à média nacional, que é de 1,4.

Em Cuiabá, os registros são predominantemente de meningites não meningocócicas, que apresentam menor letalidade em comparação aos tipos mais graves da doença.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. No Brasil, a doença é considerada endêmica, com ocorrência contínua ao longo dos anos.

A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias, como secreções do nariz e da garganta, além da via fecal-oral, por ingestão de água ou alimentos contaminados ou contato com fezes infectadas.

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Por atingir o sistema nervoso central, a doença pode evoluir rapidamente e causar complicações graves, podendo levar à morte.

Os casos registrados em 2026 atingiram diferentes faixas etárias, incluindo bebês, adultos e idosos. Entre as causas identificadas estão vírus, bactérias como Staphylococcus e fungos como Cryptococcus. Há registros de pacientes que receberam alta, óbitos e também casos em investigação.

No mês de abril, até a data de publicação do boletim, não houve novos registros da doença na capital.

Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Sinais mais graves incluem rigidez na nuca, sensibilidade à luz, manchas na pele, convulsões e alterações respiratórias, que exigem atendimento imediato. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são indicativos de alerta.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a meningite, especialmente nos casos mais graves. Em Cuiabá, as doses estão disponíveis em 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) distribuídas por toda a capital.

Algumas unidades contam com horário estendido, garantindo maior acesso da população:

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Região Leste (07h às 19h):
Bela Vista/Carumbé; Terra Nova/Canjica; Jardim Eldorado; Dom Aquino; Pico do Amor; Areão; Jardim Imperial.

Região Norte:
Jardim Vitória I (07h às 19h); CPA I e II (07h às 21h); Paiaguás (07h às 19h); CPA IV (07h às 19h); CPA III (07h às 19h); Ilza Terezinha Piccoli (07h às 21h).

Região Oeste (07h às 19h):
Despraiado; Ribeirão da Ponte; Novo Terceiro; Sucuri; Jardim Independência.

Região Sul:
Tijucal (07h às 21h); Parque Ohara (07h às 21h); Pedra 90 II, III e CAIC (07h às 19h); Parque Cuiabá (07h às 19h); Cohab São Gonçalo (07h às 17h); Santa Laura/Jardim Fortaleza (07h às 19h); Industriário (07h às 19h); Residencial Coxipó I e II (07h às 19h).

Zona Rural (07h às 19h):
Distrito de Nossa Senhora da Guia.

Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde, UPA ou policlínica. A notificação deve ser feita em até 24 horas à Vigilância Epidemiológica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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