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Kemin discute o uso de enzimas na alimentação animal e nutrição de precisão

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O evento virtual contará com a participação de dois renomados palestrantes. Everton Krabbe, pesquisador e chefe-geral da Embrapa Suínos e Aves, abordará o tema “ingredientes, seus custos e mercado, quais são as oportunidades e desafios para o nutricionista”. Já Melissa Hannas, professora doutora em Zootecnia da Universidade Federal de Viçosa, falará sobre o uso de enzimas na nutrição de monogástricos. Ambos compartilharão informações atualizadas e relevantes para os participantes do encontro.

Durante o webinar, também serão apresentadas as novas enzimas da Kemin: Kemzyme™ Protease e Xygest. A inclusão dessas enzimas na dieta animal tem como objetivo aumentar a digestibilidade de diversos nutrientes presentes nos ingredientes das dietas comerciais.

A Kemin é reconhecida internacionalmente por sua expertise em pesquisa e geração de conhecimento. As enzimas desenvolvidas pela empresa passaram por rigorosos testes de campo, comprovando sua eficácia em diferentes dietas e desafios. Experimentos realizados em parceria com renomadas universidades no Brasil mostraram que o uso de Kemzyme™ Protease, por exemplo, permite a redução de até 8% de aminoácidos digestíveis nas dietas de frangos de corte, mantendo os índices zootécnicos, como peso médio e conversão alimentar.

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Gisele Neri, gerente de produtos para monogástricos da Kemin, destaca que a empresa possui controle integral do processo produtivo dos produtos, garantindo qualidade e procedência comprovadas ao longo dos anos.

As inscrições para o webinar vão até o dia 15 de Novembro e acontecem através do site: http://bit.ly/kemzyme. O conteúdo será em potuguês, com tradução simultânea para espanhol. Não perca a oportunidade de se atualizar, inscreva-se.

Fonte: Kemin Industries

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações brasileiras de soja disparam em maio e ANEC projeta embarques acima de 15,8 milhões de toneladas

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As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado em 2026. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) apontam que os embarques da oleaginosa devem alcançar 15,87 milhões de toneladas em maio, consolidando um avanço expressivo frente ao mesmo período do ano passado.

O levantamento da entidade, com base na programação de navios até a semana 20 de 2026, mostra que o Brasil já exportou 58,97 milhões de toneladas de soja entre janeiro e maio. No mesmo intervalo de 2025, o volume acumulado havia sido de 54,26 milhões de toneladas, indicando crescimento consistente da demanda internacional pelo grão brasileiro.

Soja lidera pauta exportadora do agro brasileiro

Somente na semana entre 24 e 30 de maio, os portos brasileiros devem embarcar cerca de 3,59 milhões de toneladas de soja. Na semana anterior, o volume programado era de 3,41 milhões de toneladas.

Os principais corredores de exportação seguem concentrados nos portos de:

  • Santos
  • Barcarena
  • São Luís/Itaqui
  • Paranaguá
  • Rio Grande

O Porto de Santos lidera novamente a movimentação, com previsão superior a 816 mil toneladas embarcadas na semana analisada.

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A forte presença da China continua sustentando os embarques brasileiros. Segundo a ANEC, os chineses responderam por 70% das importações da soja brasileira entre janeiro e abril de 2026. Espanha e Turquia aparecem na sequência, com 4% cada.

Farelo de soja mantém crescimento nas exportações

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo no acumulado do ano. As exportações do derivado somaram 10,41 milhões de toneladas até maio, acima do registrado no mesmo período de 2025.

Para maio, a expectativa é de embarques próximos de 2,63 milhões de toneladas, reforçando a competitividade do processamento brasileiro no mercado internacional.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão:

  • Indonésia
  • Tailândia
  • Irã
  • Holanda
  • Polônia

A Indonésia lidera as compras externas do produto, com participação de 20% no período analisado.

Exportações de milho avançam, mas ainda abaixo do potencial da safrinha

Os embarques de milho começam a ganhar força, embora ainda estejam distantes do pico sazonal esperado para o segundo semestre. Em maio, a previsão da ANEC aponta exportações de aproximadamente 367 mil toneladas.

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No acumulado do ano, o cereal soma 5,84 milhões de toneladas exportadas. O volume ainda permanece abaixo do ritmo observado em igual período de 2025, reflexo do calendário da segunda safra e da maior retenção do produto no mercado interno.

Os principais compradores do milho brasileiro em 2026 foram:

  • Egito
  • Vietnã
  • Irã
  • Argélia
  • Malásia

O Egito aparece como principal destino, absorvendo 27% das exportações brasileiras do cereal entre janeiro e abril.

Complexo agroexportador mantém força em 2026

Somando soja, farelo, milho, trigo, DDGS e sorgo, o Brasil já movimentou mais de 76,7 milhões de toneladas no acumulado de 2026 até maio, segundo a ANEC.

O desempenho reforça o protagonismo do agronegócio brasileiro no comércio global de grãos, especialmente diante da forte demanda asiática e da competitividade logística dos principais portos nacionais.

Especialistas do setor avaliam que o comportamento do câmbio, os prêmios portuários e o avanço da colheita da safrinha serão determinantes para o ritmo dos embarques nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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