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Itaú BBA lança episódio da Academia da Governança Agro com Renato Buranello da VBSO Advogados

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A Academia da Governança Agro do Itaú BBA anuncia o lançamento de um episódio sobre “Cuidados na aquisição e no arrendamento de terras” com a participação de Renato Buranello, sócio na Vaz, Buranello, Shingaki e Oioli Advogados (VBSO Advogados). A plataforma, voltada tanto para clientes quanto para não clientes, tem como objetivo apoiar, incentivar e orientar todo o setor agropecuário na adoção de melhores práticas de governança, com o suporte do maior banco privado do país.

O módulo “Prosa da Governança” traz inovação ao formato da Academia da Governança Agro e oferece conteúdo dinâmico em vídeos curtos, buscando engajar os participantes de forma ágil, prática e relevante. A série de vídeos aborda temas pertinentes à rotina dos produtores, como sucessão, controles e políticas, gestão de risco e ESG.

O episódio com Renato Buranello destaca um dos ativos fundamentais no agronegócio: a terra. Sob a perspectiva jurídica, o especialista ressalta a atratividade desse mercado, oferecendo insights essenciais para produtores que consideram expandir suas áreas de produção, visando a sustentabilidade e a perenidade dos negócios.

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O convidado trouxe esclarecimentos sobre prazos e detalhes da legislação relacionados a contratos de Parceria Agrícola e Arrendamento de Terras, delineando as responsabilidades de ambas as partes. Além disso, abordou temas como investimento estrangeiro no Brasil e segurança de patrimônio na linha sucessória.

“Ao atuar no pilar da governança e promover integração e crescimento a partir do conhecimento setorial em Agronegócio, reiteramos o compromisso do Itaú BBA com a longevidade desses negócios e com o futuro do setor”, ressalta Guilherme Bellotti, superintendente de Crédito para Agronegócio do Itaú BBA.

Outros renomados especialistas, como Franco Gerosa (Safras e Cifras), Renata Simon (VBSO) e André Menon (Machado & Meyer) também participam do “Prosa da Governança”.

Os vídeos do módulo estarão disponíveis de forma não linear, permitindo que os produtores explorem o conteúdo de acordo com suas necessidades. O episódio com Renato Buranello da VBSO Advogados foi lançado no dia 27 de novembro.

O acesso é gratuito mediante inscrição no site da Academia, ou siga nosso canal Prosa Agro Itaú BBA para acessar em formato podcast:

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Fonte: Itaú BBA

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bolsas globais avançam com tecnologia chinesa, enquanto Ibovespa opera sob pressão de tensões geopolíticas e tarifas dos EUA

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Os mercados financeiros iniciaram esta terça-feira (2) divididos entre o otimismo gerado pelo avanço das empresas de tecnologia e inteligência artificial na Ásia e a cautela provocada pelo agravamento das tensões geopolíticas no Oriente Médio e pelas novas ameaças tarifárias dos Estados Unidos.

Na China, os principais índices acionários encerraram o pregão em alta. O índice de Xangai avançou 0,4%, enquanto o CSI 300 registrou valorização de 1,5%, refletindo o fortalecimento das ações ligadas à inovação tecnológica e ao setor de inteligência artificial.

O destaque da sessão ficou para Hong Kong, onde o índice Hang Seng disparou 2,5%, impulsionado principalmente pela forte valorização da Tencent. As ações da gigante chinesa saltaram mais de 10% após notícias sobre o desenvolvimento de uma nova ferramenta de inteligência artificial integrada ao WeChat, plataforma com centenas de milhões de usuários.

Tensões entre EUA e Irã mantêm investidores em alerta

Apesar do bom desempenho das bolsas asiáticas, o cenário internacional continua marcado pela aversão ao risco.

Os investidores acompanham com atenção o aumento das tensões entre Estados Unidos e Irã, após a interrupção das negociações indiretas entre os dois países e a troca de novas ameaças diplomáticas e militares. O conflito tem provocado volatilidade nos mercados globais e sustentado os preços internacionais do petróleo em patamares elevados.

Além do Oriente Médio, o mercado segue monitorando os desdobramentos das políticas comerciais americanas e possíveis novas tarifas de importação que podem impactar fluxos globais de comércio e crescimento econômico.

Ibovespa busca estabilidade após sequência de quedas

No Brasil, o Ibovespa iniciou o pregão próximo da estabilidade, operando na faixa dos 172 mil pontos, após encerrar a sessão anterior no menor nível desde janeiro. O mercado doméstico continua refletindo o ambiente de cautela observado no exterior, especialmente diante do cenário geopolítico e das incertezas sobre a economia global.

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Na segunda-feira (1º), o principal índice da B3 fechou em queda de 0,91%, aos 172.197 pontos, acumulando cinco pregões consecutivos de perdas. O movimento foi influenciado principalmente pela realização de lucros, pela pressão sobre ações de mineração e bancos e pelo aumento da busca por ativos considerados mais seguros.

Petrobras lidera negócios e acompanha alta do petróleo

Entre as ações mais negociadas da bolsa brasileira, a Petrobras voltou a ocupar posição de destaque.

Os papéis da estatal são beneficiados pela valorização do petróleo no mercado internacional, sustentada pelas incertezas envolvendo a oferta global da commodity. A companhia aparece como um dos principais fatores de suporte ao Ibovespa neste início de semana.

Já a Vale opera com viés mais cauteloso, acompanhando oscilações do mercado de commodities metálicas e preocupações com o ritmo da atividade econômica global.

No setor financeiro, ações de grandes bancos como Itaú Unibanco e Banco do Brasil apresentam desempenho mais moderado, contribuindo para limitar uma recuperação mais consistente do índice.

Tecnologia e varejo lideram altas na B3

Entre os destaques positivos do pregão, empresas ligadas à tecnologia e ao consumo apresentam desempenho superior ao mercado.

A Totvs figura entre as maiores altas do índice, impulsionada por revisões positivas de instituições financeiras e pela perspectiva de crescimento da demanda por soluções digitais. O setor de varejo também registra avanço, com destaque para as ações da Lojas Renner.

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Na ponta negativa, empresas ligadas à siderurgia, mineração e proteínas animais enfrentam maior pressão dos investidores. Entre os destaques de baixa aparecem CSN e Minerva, refletindo ajustes de mercado e oscilações nas expectativas para demanda global.

Dólar recua e agenda econômica segue no radar

No mercado de câmbio, o dólar comercial voltou a operar próximo de R$ 5,01, mantendo a trajetória de enfraquecimento observada ao longo de 2026.

A valorização do petróleo tem favorecido moedas de países exportadores de commodities, como o Brasil, ajudando a sustentar o real mesmo em um ambiente internacional mais turbulento.

Ao longo do dia, investidores permanecem atentos aos indicadores de inflação da Zona do Euro e aos dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos, considerados fundamentais para as próximas decisões de política monetária das principais economias do mundo.

Agronegócio acompanha impacto dos mercados globais

Para o agronegócio brasileiro, o comportamento dos mercados internacionais continua sendo um fator estratégico. A evolução do dólar, dos preços das commodities, do petróleo e do ambiente geopolítico influencia diretamente os custos de produção, os preços agrícolas, a competitividade das exportações e o fluxo de investimentos para o setor.

Com a volatilidade global em alta, produtores rurais, exportadores e agentes financeiros seguem monitorando atentamente os desdobramentos econômicos e políticos que podem definir o rumo dos mercados nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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