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Interleite Sul 2024 é adiado para setembro devido a calamidade no RS

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A 11ª edição do Interleite Sul, maior evento do setor leiteiro no Brasil, foi adiada para setembro de 2024 devido à situação de calamidade no Rio Grande do Sul. A decisão, anunciada nesta segunda-feira (6/5), foi tomada por respeito ao estado, que enfrenta desafios significativos. Originalmente, o evento estava programado para ocorrer entre os dias 8 e 9 de maio. Agora, a nova data prevista é entre 18 e 19 de setembro.

“Sabemos dos transtornos que essa difícil decisão implicará para as pessoas e empresas que se planejaram para o evento, bem como para os palestrantes. Contudo, o momento é de solidariedade ao Rio Grande do Sul”, explicou Marcelo Pereira de Carvalho, coordenador geral do Interleite Sul.

Para aqueles que já estavam inscritos no evento, a equipe do Interleite Sul está disponível para esclarecer dúvidas e fornecer informações. Os participantes podem entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pelo número (19) 99247-5347.

O Interleite Sul conta com apoio de diversas entidades e empresas do setor, como Faesc/Senar, MSD, Cia do Leite, Cowmed, Aurora, Bimeda, JA Saúde Animal, entre outras. A decisão de adiar o evento foi amplamente apoiada por essas organizações, que reconheceram a necessidade de sensibilidade diante da situação do Rio Grande do Sul.

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O adiamento do evento demonstra uma compreensão mais ampla da realidade local e é um gesto de empatia para com a população e os trabalhadores do setor que foram afetados pela calamidade. A equipe do Interleite Sul assegura que os preparativos continuam e que o evento em setembro manterá a mesma qualidade e relevância, com foco em gestão do setor leiteiro e discussões sobre inovações na área.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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