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Inteligência Artificial revoluciona o mercado de sementes no agronegócio

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O mercado de sementes no Brasil acaba de ganhar um aliado inovador: a primeira inteligência artificial dedicada exclusivamente a fornecer recomendações sobre sementes. A SeedAI, ferramenta desenvolvida pela Petrovina Sementes, chega como uma consultoria agrícola digital acessível diretamente pelo WhatsApp, com o objetivo de apoiar os agricultores 24 horas por dia, oferecendo orientações personalizadas. A Petrovina Sementes, uma das líderes do setor, traz com essa inovação mais uma demonstração de sua visão pioneira no agronegócio.

Basta que o produtor envie uma mensagem com sua dúvida para o número +1 (229) 508-1288, e a inteligência artificial responde de forma especializada. A ferramenta oferece informações sobre manejo de pragas, doenças, plantas daninhas, além de recomendações sobre as melhores variedades de sementes com base em características como região, solo e resistência. Ela também auxilia no planejamento de plantio e cálculos de densidade e quantidade de sementes.

A SeedAI reflete a crescente presença da inteligência artificial no agronegócio, um setor que está se digitalizando rapidamente. “Com base nos dados fornecidos, como tipo de solo, clima e ciclo de cultivo, a IA analisa e recomenda as melhores opções de cultivares para o produtor”, explica Victor Godinho, assistente de Agricultura Digital da Petrovina Sementes e um dos responsáveis pelo desenvolvimento da ferramenta.

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A segurança e a privacidade dos dados são prioridades para a Petrovina. Todos os dados fornecidos pelos produtores são armazenados em plataformas com padrões avançados de criptografia, garantindo a proteção contra acessos não autorizados. Godinho reforça que a SeedAI foi criada para simplificar o acesso a informações técnicas sobre sementes, muitas vezes complexas para o produtor. “Mais do que uma IA especializada em sementes, a SeedAI entrega exatamente o que o produtor precisa”, destaca.

Pedro Mokfa, coordenador de Agricultura Digital da Petrovina Sementes, enfatiza que a empresa sempre foi voltada à inovação e ao desenvolvimento do setor agrícola, o que tornou natural o lançamento de uma inteligência artificial no agronegócio. Para ele, a SeedAI não apenas facilita a vida do agricultor, mas também agrega valor ao mercado, oferecendo soluções práticas e personalizadas. “A SeedAI representa um avanço significativo para o setor agrícola, unindo tecnologia e expertise em sementes”, afirma Mokfa.

Atualmente, a SeedAI está em sua versão inicial e já oferece orientações sobre sementes de soja e algodão, além de seus respectivos manejos. Futuras atualizações da ferramenta incluem informações sobre outras culturas e integração com APIs climáticas e de cotações agrícolas do IMEA, bem como aprimoramento nas recomendações por meio de monitoramento contínuo das cultivares.

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A inteligência artificial está transformando o agronegócio, trazendo mais eficiência e precisão para o manejo agrícola. A Petrovina Sementes, com mais de 40 anos de história, é reconhecida por sua qualidade e inovação, sendo uma das responsáveis pelo desenvolvimento da semente de soja em Mato Grosso. O lançamento da SeedAI reforça seu compromisso em oferecer soluções inovadoras que aumentem a produtividade e rentabilidade dos produtores rurais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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