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Tratores da LS Tractor chegam à Expointer 2025 com foco na pecuária moderna

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A LS Tractor, fabricante sul-coreana com operação no Brasil, apresenta na 48ª Expointer uma linha de tratores projetada para atender às demandas da pecuária moderna. Entre os destaques estão os modelos da Série Plus, que combinam tecnologia avançada, robustez, economia de combustível e alto desempenho em operações diárias no campo.

A feira acontece de 30 de agosto a 7 de setembro de 2025, no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), reunindo produtores de todo o país.

Série Plus: tecnologia e eficiência para o manejo da pecuária

A Série Plus inclui modelos de 80 cv, 90 cv e 105 cv, disponíveis nas versões ROPS e cabinada, equipados com motores Perkins de 4 cilindros. Esses motores são reconhecidos pelo alto torque, baixo consumo de combustível e baixa emissão de poluentes, características essenciais para operações contínuas, como produção de silagem, limpeza de currais e distribuição de ração.

O objetivo da linha é garantir robustez, produtividade e segurança operacional, reduzindo custos para os produtores.

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Diferenciais técnicos da Série Plus
  • Motor Perkins: desempenho médio 26% superior à concorrência, com torque elevado e sistema eletrônico de gerenciamento que garante durabilidade e eficiência.
  • Transmissão LS – Synchro Shuttle: 20 velocidades à frente e 20 à ré, totalmente sincronizadas, com super-redução (Creeper) para tarefas que exigem baixas velocidades.
  • Tomada de Força (TDP): potência 15% superior à concorrência, com cinco opções de rotação e acionamento eletro-hidráulico, proporcionando flexibilidade e ergonomia.
  • Sistema Hidráulico: rendimento 36% maior, com alta capacidade de levante e três conjuntos de válvulas de controle remoto (VCR), ampliando a versatilidade do trator.
Modelos para demandas específicas do campo

A LS Tractor também apresentará modelos compactos e versáteis para diferentes perfis de propriedades:

  • MT4.70: conhecido como o “SUV dos tratores”, possui motor LS Diesel de 62 cv, transmissão de 32 marchas à frente e 16 à ré, super-redutor integrado e sistema hidráulico ajustável. Indicado para propriedades que buscam eficiência operacional e conforto.
  • MT2.27E: voltado para a agricultura familiar, compacto e robusto, com motor de 25 cv e transmissão de 12 marchas à frente e 12 à ré, ideal para mecanizar pequenas propriedades com baixo consumo de combustível.
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Expointer 2025: vitrine do agro brasileiro

A Expointer é a maior feira agropecuária a céu aberto da América Latina, com o tema “Nosso futuro tem raízes fortes”. Nesta edição, a feira contará com:

  • 5 mil animais em exposição
  • Mais de 2,5 mil expositores, incluindo 456 agroindústrias familiares
  • 120 expositores de máquinas e implementos agrícolas
  • 500 atividades e eventos ao longo de nove dias

O evento é estratégico para o agro brasileiro, recebendo produtores de todas as regiões e permitindo demonstração de equipamentos, troca de experiências e apresentação de novas tecnologias.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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