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Exportação de milho em setembro de 2025 já supera volume total do mesmo mês em 2024

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As exportações brasileiras de milho seguem em forte crescimento em setembro de 2025, superando os embarques registrados em todo o mesmo mês do ano passado. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e indicam desempenho positivo tanto em volume quanto em faturamento.

Volume exportado já supera setembro de 2024

Até os primeiros 20 dias úteis de setembro, o Brasil exportou 6,63 milhões de toneladas de milho não moído (exceto milho doce), valor 3,27% superior ao total de setembro de 2024, que foi de 6,42 milhões de toneladas.

A média diária de embarques neste período está em 331,6 mil toneladas, aumento de 8,4% em relação às 305,8 mil toneladas por dia útil registradas em 2024.

Faturamento acompanha crescimento do volume

O valor arrecadado com as exportações até aqui alcançou US$ 1,324 bilhão, acima dos US$ 1,249 bilhão registrados em todo o mês de setembro de 2024. A média diária de faturamento subiu 11,3%, passando de US$ 59,5 milhões para US$ 66,2 milhões por dia útil.

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Preço médio por tonelada também avança

O preço médio pago por tonelada de milho exportado teve alta de 2,6%, passando de US$ 194,60 em setembro de 2024 para US$ 199,70 em 2025. O aumento indica valorização do produto no mercado internacional e contribui para o desempenho expressivo do faturamento.

Perspectivas para o restante do mês

Com ritmo de embarques superior ao do ano passado, setembro de 2025 tende a registrar recordes de volume e faturamento para o milho brasileiro. O desempenho reforça a posição do país como um dos principais exportadores globais do grão.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá mantém cenário de normalidade para meningite e reforça vacinação na rede municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (30) a Nota Informativa nº 02/2026 com o panorama da meningite na capital. O documento, elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), indica que o município segue em situação de normalidade epidemiológica, apesar da confirmação de casos e óbitos neste ano.

Até abril de 2026, foram registrados sete casos confirmados de meningite, com três mortes. A taxa de incidência é de 1,01 caso por 100 mil habitantes, índice inferior à média nacional, que é de 1,4.

Em Cuiabá, os registros são predominantemente de meningites não meningocócicas, que apresentam menor letalidade em comparação aos tipos mais graves da doença.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. No Brasil, a doença é considerada endêmica, com ocorrência contínua ao longo dos anos.

A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias, como secreções do nariz e da garganta, além da via fecal-oral, por ingestão de água ou alimentos contaminados ou contato com fezes infectadas.

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Por atingir o sistema nervoso central, a doença pode evoluir rapidamente e causar complicações graves, podendo levar à morte.

Os casos registrados em 2026 atingiram diferentes faixas etárias, incluindo bebês, adultos e idosos. Entre as causas identificadas estão vírus, bactérias como Staphylococcus e fungos como Cryptococcus. Há registros de pacientes que receberam alta, óbitos e também casos em investigação.

No mês de abril, até a data de publicação do boletim, não houve novos registros da doença na capital.

Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Sinais mais graves incluem rigidez na nuca, sensibilidade à luz, manchas na pele, convulsões e alterações respiratórias, que exigem atendimento imediato. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são indicativos de alerta.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a meningite, especialmente nos casos mais graves. Em Cuiabá, as doses estão disponíveis em 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) distribuídas por toda a capital.

Algumas unidades contam com horário estendido, garantindo maior acesso da população:

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Região Leste (07h às 19h):
Bela Vista/Carumbé; Terra Nova/Canjica; Jardim Eldorado; Dom Aquino; Pico do Amor; Areão; Jardim Imperial.

Região Norte:
Jardim Vitória I (07h às 19h); CPA I e II (07h às 21h); Paiaguás (07h às 19h); CPA IV (07h às 19h); CPA III (07h às 19h); Ilza Terezinha Piccoli (07h às 21h).

Região Oeste (07h às 19h):
Despraiado; Ribeirão da Ponte; Novo Terceiro; Sucuri; Jardim Independência.

Região Sul:
Tijucal (07h às 21h); Parque Ohara (07h às 21h); Pedra 90 II, III e CAIC (07h às 19h); Parque Cuiabá (07h às 19h); Cohab São Gonçalo (07h às 17h); Santa Laura/Jardim Fortaleza (07h às 19h); Industriário (07h às 19h); Residencial Coxipó I e II (07h às 19h).

Zona Rural (07h às 19h):
Distrito de Nossa Senhora da Guia.

Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde, UPA ou policlínica. A notificação deve ser feita em até 24 horas à Vigilância Epidemiológica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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