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Inovações para a Safra de Milho 2024/25: Apostas em Híbridos Regionais

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A safra de milho verão 2024/25, também conhecida como primeira safra, já começou a ser plantada nas principais regiões produtoras do Brasil. Com uma estimativa de produção de 116,959 milhões de toneladas, conforme o levantamento anual de intenção de plantio da DATAGRO Grãos, a Brevant® Sementes, marca da Corteva Agriscience, está introduzindo três novos híbridos para auxiliar os produtores na otimização da produtividade e rentabilidade da temporada. Os novos híbridos são: B2507PWU, B2811PWU e B2900PWU.

O portfólio da Brevant® Sementes já conta com mais de 30 híbridos de milho. A marca tem investido constantemente em inovação para atender às necessidades específicas de cada região. “Os produtores precisam escolher sementes que se adequem ao seu sistema de produção, clima e época do plantio, além de considerar a tolerância às doenças locais e outros fatores como sucessão de culturas e estresse climático. Por isso, testamos nosso portfólio em diversos ambientes para garantir que os produtos atendam às demandas do mercado de forma eficaz”, explica Eder Arakawa, Líder da Brevant® Sementes para o Brasil e Paraguai.

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Adaptação Regional: Sul, Cerrado e Norte

Para atender às necessidades específicas da região Sul do Brasil, onde o plantio ocorre mais cedo devido às chuvas de final de inverno, a Brevant® Sementes desenvolveu o híbrido B2507PWU. “Na região Sul, os produtores necessitam de um híbrido superprecoce que permita uma segunda safra após o milho. Além disso, o solo ainda está mais frio durante a semeadura de verão, exigindo sementes que se adaptem bem a essas condições”, destaca Arakawa. O B2507PWU possui um pacote sanitário para as principais doenças e tolerância ao enfezamento, além de um alto potencial produtivo e estabilidade.

Para o Cerrado e o norte do Brasil, onde os agricultores enfrentam desafios como baixos índices de chuva e altas temperaturas, a marca apresenta os híbridos B2811PWU e B2900PWU. Ambos se destacam pela resistência ao estresse hídrico e ciclos precoces, oferecendo maior segurança e produtividade. O B2811PWU é conhecido por sua amplitude de plantio, sanidade e tolerância ao complexo de enfezamentos, além de ser adequado para silagem. Já o B2900PWU, anteriormente destinado à safrinha, agora também é indicado para o verão, com excelente desempenho em condições de estresse hídrico e boa tolerância ao enfezamento.

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Tecnologia PowerCore® Ultra e Tratamento de Sementes

Os novos híbridos lançados contam com a biotecnologia PowerCore® Ultra, que oferece proteção contra as principais lagartas que atacam a cultura do milho e tolerância aos herbicidas glifosato e glufosinato de amônio. A tecnologia inclui proteínas inseticidas Cry1F, Cry1A.105, Cry2Ab2 e Vip3Aa20, proporcionando proteção eficaz contra uma variedade de pragas.

Além disso, as sementes são tratadas com a marca LumiGENTM, que inclui fungicidas, inseticidas, bionematicidas e bioestimulantes. Este tratamento é realizado no Centro de Tecnologia para Tratamento de Sementes (CSAT) da Corteva, garantindo que os híbridos recebam um tratamento completo que favoreça o desenvolvimento das plantas e maximize a produtividade.

O portfólio de tratamento de sementes da Corteva, integrado ao Seed Apply Technologies (SAT), visa oferecer soluções que fortalecem as raízes, promovem um bom desenvolvimento da planta e ajudam a expressar o máximo potencial produtivo da cultura.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Batata: safra de inverno amplia oferta e coloca preços em alerta

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A oferta de batata deve ganhar força entre agosto e setembro com o avanço da colheita de inverno em Vargem Grande do Sul, no interior de São Paulo. Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), somente em agosto deverá ser retirado do campo o equivalente a 35% da safra regional, elevando o acumulado colhido para 50% até o fim do mês.

O aumento sazonal da disponibilidade pode manter as cotações pressionadas no curto prazo, especialmente se a colheita avançar simultaneamente em outros polos produtores. Para o agricultor, o cenário reforça a necessidade de acompanhar o ritmo de entrada do produto no mercado, a qualidade dos lotes e os custos de classificação, armazenamento e transporte.

Em julho, a produtividade média das lavouras de Vargem Grande do Sul ficou próxima de 30 toneladas por hectare, abaixo do potencial da região. Colaboradores consultados pelo Cepea atribuíram o resultado ao excesso de chuva registrado em maio e junho e à elevada frequência de dias nublados, que reduziu a luminosidade e prejudicou a fotossíntese das plantas.

Para agosto, a expectativa é de recuperação do rendimento para aproximadamente 40 toneladas por hectare, patamar próximo ao observado nos últimos anos. A melhora, combinada com a concentração da colheita, deverá ampliar o volume ofertado ao mercado.

O produtor, entretanto, ainda precisa manter atenção redobrada ao manejo fitossanitário. Houve registros de canela-preta depois de cerca de 60 dias da tuberização, favorecidos pela elevação das temperaturas, embora a doença tenha sido rapidamente controlada. A requeima, presente desde junho, intensificou-se em julho e também contribuiu para limitar a produtividade. Apesar dos problemas, a qualidade dos tubérculos colhidos é considerada satisfatória.

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O avanço regional da oferta ocorre em um ano de redução da produção brasileira. O levantamento de julho do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima a safra nacional de batata-inglesa de 2026 em 4,2 milhões de toneladas, queda de 8,3% em relação às 4,58 milhões de toneladas produzidas em 2025.

A retração é explicada principalmente pelas perdas de área. O país deverá colher 121,8 mil hectares, 9,4% menos que no ano passado. A produtividade média nacional, por outro lado, está estimada em 34,5 toneladas por hectare, crescimento de 1,2%.

A terceira safra, correspondente ao cultivo de inverno, deverá produzir 892,2 mil toneladas, recuo de 19,3% frente a 2025. A área destinada ao ciclo diminuiu 23,9%, para 22,1 mil hectares. O rendimento médio esperado, contudo, subiu 6,1% e alcança 40,3 toneladas por hectare.

Isso significa que o mercado pode enfrentar dois movimentos diferentes. No curto prazo, a concentração da colheita entre agosto e setembro amplia a oferta e pode pressionar as cotações recebidas pelo produtor. No conjunto do ano, porém, a disponibilidade nacional deverá ser menor que a registrada em 2025.

A queda de preços já apareceu no varejo. A batata-inglesa recuou 19,59% em julho no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A continuidade desse movimento dependerá do ritmo da colheita, do rendimento das lavouras e da qualidade comercial dos lotes que chegarem aos atacados.

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Apesar de produzir mais de 4 milhões de toneladas por ano, o Brasil não exerce papel central no mercado mundial. Dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) mostram que o planeta produziu 390,4 milhões de toneladas de batata em 2024. O Brasil respondeu por aproximadamente 1,1% desse volume e ocupou a 18ª posição entre os países produtores. China e Índia lideram com ampla vantagem.

A produção brasileira é direcionada principalmente ao mercado interno. No comércio exterior, o maior desequilíbrio está nos produtos processados. Em 2025, considerando a pauta formada por batata-doce e batatas preparadas ou conservadas, o país exportou 36,5 mil toneladas e importou 345,7 mil toneladas — um volume importado quase 9,5 vezes superior ao exportado.

As compras externas foram lideradas por batatas preparadas e conservadas, especialmente produtos congelados destinados ao varejo e ao setor de alimentação. Argentina, Bélgica, Países Baixos e Egito estiveram entre os principais fornecedores. O déficit não significa falta de batata fresca no país, mas revela a dependência brasileira de produtos com maior grau de processamento industrial.

Para o produtor, a entrada no pico da safra exige atenção à comercialização. Mesmo com uma produção nacional menor em 2026, a concentração temporária da oferta pode reduzir preços e margens. Qualidade, produtividade, escalonamento da colheita e negociação antecipada serão determinantes para atravessar o período de maior disponibilidade.

Fonte: Pensar Agro

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