AGRONEGÓCIO

PLANO SAFRA 2024/25: Propostas do Paraná serão apresentadas ao secretário de Política Agrícola do Mapa, na sexta-feira

Publicado em

Esses são alguns dos principais itens que constam na proposta para o Plano Safra 2024/25 que o Paraná encaminhou aos Ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Desenvolvimento Agrário (MDA) e que serão tema de reunião online, com a presença do secretário de Política Agrícola do Mapa, Neri Geller, na sexta-feira (22/03), das 14h às 16h. O evento é exclusivo para profissionais das cooperativas do Paraná e convidados.

Construção conjunta – Há mais de 30 anos, o Paraná apresenta sua proposta ao Plano Safra, sempre de forma conjunta entre a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) e Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep). Neste ano, o documento com as demandas do setor produtivo paranaense foi enviado ao Mapa e ao MDA no dia 8 de março. Clique aqui e confira na íntegra o conteúdo. O Plano Safra 2024/25 deverá ser anunciado em junho.

Leia Também:  O que muda no preço dos combustíveis com a nova política da Petrobras?

Programação – O evento de sexta-feira será aberto com a presença de Geller e, ainda, do secretário da Agricultura do Estado do Paraná, Norberto Ortigara; e dos presidentes do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken; da Faep, Ágide Meneguette, e da Fetaep, Alexandre Leal dos Santos. Na oportunidade, o secretário do Mapa deverá também falar sobre as perspectivas do governo federal para a safra 2024/2025, que iniciará no dia 1º de julho.

Fonte: Portal Paraná Cooperativo

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

El Niño em 2026 deve aumentar pressão de pragas e reforça uso de controle biológico no agronegócio

Published

on

O possível retorno do fenômeno El Niño em 2026 já acende alerta no agronegócio brasileiro. O evento climático tende a intensificar a instabilidade das safras, alterando regimes de chuva e temperatura e, consequentemente, elevando a pressão de pragas e doenças nas principais regiões produtoras do país.

Projeções meteorológicas indicam alta probabilidade de formação do fenômeno a partir do segundo semestre de 2026, com impactos distintos entre as regiões produtoras: excesso de chuvas no Sul, estiagens no Norte e Nordeste e variações térmicas no Centro-Oeste e Sudeste.

Condições climáticas favorecem aumento da pressão de pragas agrícolas

Segundo especialistas, o cenário típico do El Niño cria condições favoráveis à rápida multiplicação de insetos-praga, especialmente em sistemas de produção mais intensivos.

De acordo com a doutora em Entomologia pela ESALQ/USP e CEO da Life Biological Control, Cristiane Tibola, o aumento de temperatura e o estresse hídrico aceleram o ciclo biológico de pragas importantes no campo.

Entre os principais riscos estão o avanço da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) e da lagarta Spodoptera frugiperda, além do aumento da pressão de outras espécies em diferentes culturas.

Soja e milho devem enfrentar maior risco de pragas no cenário de El Niño

Na cultura da soja, especialistas apontam maior incidência de lagartas desfolhadoras, como falsa-medideira e Helicoverpa, além de mosca-branca e percevejos.

Leia Também:  CRÉDITO RURAL: Mais de R$ 291 bilhões do Plano Safra 2023/24 já foram contratados até fevereiro

Em anos de El Niño, o ambiente mais quente e úmido favorece o crescimento populacional desses insetos, ampliando o potencial de danos econômicos e elevando os custos de manejo fitossanitário.

No milho, a combinação entre estresse climático e instabilidade hídrica também tende a intensificar a pressão de pragas-chave, exigindo maior atenção do produtor rural.

Controle biológico ganha protagonismo no Manejo Integrado de Pragas

Diante do cenário de maior risco fitossanitário, o Manejo Integrado de Pragas (MIP) com base em soluções biológicas ganha força como estratégia central nas lavouras brasileiras.

O uso de bioinsumos permite maior seletividade no controle de pragas, preservação de inimigos naturais e redução da dependência de inseticidas químicos, contribuindo para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Macrobiológicos e baculovírus ampliam eficiência no controle de pragas

Entre as tecnologias biológicas disponíveis, o uso de macrobiológicos tem se destacado no controle de percevejos, especialmente em lavouras de soja.

Soluções como o Defender Soy, desenvolvido com a microvespa Telenomus podisi, atuam no controle de ovos do percevejo-marrom (Euschistus heros), interrompendo o ciclo da praga antes que ela atinja o estágio de maior dano econômico.

No controle de lagartas, bioinseticidas à base de baculovírus vêm ganhando espaço, especialmente em áreas com resistência a inseticidas convencionais. Produtos da linha Destroyer são utilizados no manejo de espécies como Spodoptera frugiperda, falsa-medideira e Helicoverpa.

Leia Também:  Plataforma Conecta Pequenos Produtores do Paraná ao Mercado Consumidor
Soluções integradas ampliam eficiência operacional no campo

Tecnologias combinadas, como Defender Duo e Defender Triple, permitem o controle simultâneo de diferentes pragas, ampliando o espectro de ação e otimizando operações de manejo.

Esse tipo de estratégia contribui para maior eficiência operacional, redução de aplicações químicas e melhor aproveitamento das áreas produtivas.

Crescimento dos bioinsumos reforça mudança no modelo produtivo

A Life Biological Control destaca que atualmente detém o maior portfólio de produtos à base de baculovírus no mercado brasileiro, acompanhando a expansão do uso de bioinsumos no país.

Com sede em Piracicaba (SP), a empresa registrou crescimento superior a 200% nas vendas nos últimos 12 meses, impulsionado pela adoção crescente de tecnologias biológicas e pelo avanço do Manejo Integrado de Pragas.

Sustentabilidade e resiliência ganham peso na estratégia do produtor

Em um cenário de maior instabilidade climática, especialistas apontam que o controle biológico deve deixar de ser apenas uma alternativa complementar para se tornar parte central da estratégia de manejo nas propriedades rurais.

A tendência é que sistemas produtivos mais resilientes, baseados em tecnologia, monitoramento e bioinsumos, ganhem protagonismo na busca por eficiência produtiva e sustentabilidade no agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio pragas_agro

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA