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Início das visitas às propriedades marca retorno da equipe técnica da ABCZ

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Com o retorno às atividades da equipe técnica da ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu), após o recesso de fim de ano, a agenda dos técnicos de campo da entidade já está movimentada em todo o Brasil. Os 98 profissionais espalhados por todas as regiões do país já iniciaram os atendimentos e trabalham com expectativas muito positivas para 2024.

Ao longo do ano, a equipe técnica da ABCZ realiza mais de 10 mil visitas a fazendas de pecuária zebuína. Já no primeiro dia de trabalho do ano, os técnicos já puseram o pé na estrada para dar início às atividades da melhor forma possível. É o caso de Vanessa Barbosa, atuante na região de Goiânia (GO).

“Já temos uma quantidade expressiva de pedidos de atendimento e criadores buscando informações para adesão ao PMGZ, homologação de eventos, genômica e outros serviços. O serviço é muito dinâmico e muitos criadores já possuem um calendário de atividades, junto aos técnicos, a ser realizado durante o ano. A expectativa é por um ano com muitos resultados positivos para nossos associados”, ressalta a técnica.

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E não é só no Centro-Oeste que a agenda já começa o ano movimentada. No Sudeste, associados à ABCZ também já solicitaram as primeiras visitas.

“Durante uma reunião no primeiro dia do nosso retorno, a equipe se mostrou motivada para reiniciar as atividades e contribuir de maneira ainda mais significativa para o sucesso dos criadores. Neste ano, nossa dedicação está direcionada a proporcionar atendimentos personalizados, visando impulsionar a produtividade dos rebanhos. Estou confiante de que, trabalhando em conjunto, alcançaremos excelentes resultados e fortaleceremos ainda mais o setor agropecuário”, aponta o técnico Eric Costa.

Da mesma forma, as visitas técnicas na região Norte também seguem a todo o vapor.

“O ano já começou com solicitações de atendimento aqui em Rondônia – já nos primeiros dias, já tivemos quatro equipes agendadas para realizar RGDs e outras ações. Existe muito interesse dos produtores em vender um touro PO registrado em definitivo. O mercado vem exigindo esse animal, o que é muito importante.

As expectativas são as melhores possíveis”, comemora o técnico Guilherme Pereira.

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Saiba como solicitar o seu atendimento

A Superintendente Adjunta de Genealogia da ABCZ, Ednira Gleida Marques, ressalta que as visitas técnicas às propriedades podem ser solicitadas de três formas diferentes, fazendo uso dos canais oficiais da entidade:

  1. pedido via e-mail para o conferente do processo, lembrando que a solicitação deve ser encaminhada a partir do endereço de e-mail cadastrado na ABCZ;
  2. solicitação pelo aplicativo ABCZ Mobile, na seção Atendimento – para acessar o aplicativo, é necessário fazer login com usuário e senha;
  3. pedido pela área de comunicações eletrônicas no site da ABCZ – acesse Comunicações Online > Consultas > Atendimentos SigenNet > Solicitar Atendimento. O acesso à área de comunicações eletrônicas também requer usuário e senha.

Fonte: ABCZ

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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