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Indovinya lança desafio de inovação aberta para moléculas biodegradáveis em formulações agroquímicas

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A Indovinya, divisão de especialidades químicas e surfactantes da Indorama Ventures, anunciou o lançamento de seu novo Desafio de Inovação Aberta, em parceria com a AEVO, empresa especializada em soluções para gestão da inovação corporativa. A iniciativa busca identificar soluções sustentáveis e de alto desempenho para o agronegócio, com foco em moléculas biodegradáveis utilizadas em formulações agroquímicas.

Foco em soluções sustentáveis para o campo

O programa é voltado a startups e empreendedores que desenvolvam hidrófobos e outras moléculas com propriedade dispersante que sejam biodegradáveis e livres de microplásticos. As soluções selecionadas poderão ser incorporadas às formulações da Indovinya, com o objetivo de reduzir o impacto ambiental sem comprometer a eficiência.

As inscrições estão abertas até o dia 27 de julho de 2025.

Oportunidades para os participantes

Os projetos selecionados terão acesso a plataformas de desenvolvimento compartilhado, mentorias com o time de inovação da Indovinya e a possibilidade de estabelecer parcerias comerciais, incluindo:

  • Provas de conceito
  • Co-desenvolvimento de tecnologias
  • Acordos de licenciamento

Após o encerramento das inscrições, as propostas serão avaliadas por especialistas da AEVO e da Indovinya. Os finalistas participarão de uma etapa de mentoria e apresentarão seus projetos em um Dia do Pitch, voltado às lideranças das áreas de Inovação, Pesquisa & Desenvolvimento e Crop Solutions da companhia.

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Compromisso com o futuro sustentável

Segundo Priscila Castelani, diretora global de Marketing & Inovação da divisão de Crop Solutions da Indovinya, o desafio busca fomentar tecnologias mais limpas e eficientes:

“Dispersantes são componentes fundamentais nas formulações de proteção de cultivos, mas muitos ainda causam impactos ambientais. Estamos empenhados em desenvolver uma nova geração de produtos sustentáveis, com origem renovável e eficácia em baixas dosagens, como surfactantes inovadores, polímeros de base biológica e compostos de fermentação.”

Histórico de inovação da Indovinya

Com presença em 10 países, a Indovinya conta com:

  • 15 plantas fabris
  • 7 centros de Pesquisa & Desenvolvimento
  • 3 mil colaboradores

Somente em 2024, a empresa avaliou mais de 80 startups e conduziu 10 provas de conceito com potenciais parceiros. A companhia já acumula mais de 500 pedidos de patentes em mais de 30 países.

Critérios de avaliação

De acordo com Renata Haenel, diretora global de Inovação da empresa, as propostas serão analisadas com base em critérios como:

  • Proposta de valor
  • Grau de disrupção
  • Maturidade tecnológica
  • Sustentabilidade ambiental e econômica
  • Perfil do empreendedor

“Nosso objetivo é cocriar soluções que antecipem tendências, fortaleçam o ecossistema de inovação e gerem vantagem competitiva de forma sustentável”, destacou Haenel.

Prazos
  • Inscrições: até 27 de julho de 2025
  • Divulgação dos resultados: 17 de agosto de 2025
  • Mais informações e detalhes sobre o processo de inscrição estão disponíveis nas plataformas digitais da Indovinya e da AEVO.
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Inscrições

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Granja mineira é a primeira do Brasil a conquistar certificação de alto padrão em bem-estar animal na suinocultura

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Certificação inédita marca avanço do bem-estar animal na suinocultura brasileira

A granja de suínos da Auma Agronegócios, localizada em Patos de Minas (MG), tornou-se a primeira do Brasil a receber a certificação de bem-estar animal da Produtor do Bem. O reconhecimento abrange todas as etapas da produção — gestação, maternidade, creche e terminação — e considera critérios técnicos amplos relacionados à ambiência, sanidade, manejo, alimentação e gestão operacional.

O selo possui validade de um ano e representa a primeira certificação concedida pela entidade no setor suinícola brasileiro, estabelecendo um novo marco de exigência técnica no país.

Protocolo mais rigoroso redefine práticas de manejo no país

O diferencial do modelo está no nível de exigência superior aos protocolos tradicionais utilizados no Brasil e em parte dos sistemas internacionais.

Um dos principais destaques é a adoção do sistema “cobre-solta”, em que as matrizes são inseminadas e, na sequência, alojadas em grupo. A prática elimina o período de permanência em gaiolas após a inseminação — etapa que ainda é comum em diversos sistemas, onde as fêmeas podem permanecer confinadas por até 35 dias.

Segundo especialistas, o modelo favorece maior liberdade de movimento e expressão de comportamentos naturais, sendo considerado uma das práticas mais avançadas em bem-estar animal na suinocultura moderna.

Empresa reforça estratégia de produção responsável e sustentável

Para a CEO da Auma Agronegócios, Lucimar Silva, a certificação consolida o posicionamento da empresa em relação à sustentabilidade e à responsabilidade produtiva.

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O bem-estar animal é tratado como pilar estratégico, diretamente ligado à eficiência produtiva, qualidade dos alimentos e sustentabilidade da cadeia. A executiva destaca que o reconhecimento valida práticas já incorporadas à cultura organizacional e fortalece a governança dos processos.

A Auma já possui outras certificações socioambientais em diferentes atividades agrícolas, e a nova conquista reforça o histórico de produção consciente do grupo.

Melhorias operacionais impactam diretamente os indicadores produtivos

De acordo com o gerente de produção do Ecossistema Auma, Baltazar Vieira, o bem-estar animal é tratado como valor estrutural da operação, com implementação iniciada em 2022.

Entre os resultados já observados estão:

Redução da taxa de natimortos de 8% para 3% após três meses de adoção de enriquecimento ambiental

  • Fim do uso de ocitocina há dois anos
  • Eliminação do corte de dentes
  • Redução do corte de cauda sem aumento de canibalismo

Segundo o gestor, as melhorias em nutrição, sanidade, infraestrutura e capacitação das equipes refletem diretamente no desempenho zootécnico e no valor agregado da produção.

Mercado pressiona por padrões mais elevados de bem-estar animal

A certificação ocorre em um cenário de crescente exigência de mercados nacionais e internacionais por padrões mais rigorosos de bem-estar animal, especialmente em cadeias voltadas à exportação e ao varejo institucional.

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Embora o Brasil ainda adote amplamente sistemas híbridos, a transição para modelos com soltura precoce de matrizes vem avançando, em linha com práticas já consolidadas em mercados europeus.

Soluções como alimentação individualizada em sistemas coletivos também têm sido incorporadas para reduzir disputas e melhorar o desempenho produtivo.

Certificação inédita traz modelo técnico e transparente para o setor

Segundo o diretor-executivo da Produtor do Bem, José Ciocca, o modelo de certificação é estruturado em critérios multinível, com avaliação independente, acompanhamento técnico e apoio ao produtor durante a implementação das melhorias.

O sistema busca garantir não apenas a conformidade, mas também a evolução contínua das práticas de manejo.

“A conquista demonstra que é possível conciliar produtividade com manejo tecnicamente fundamentado. O Grupo Auma avançou além do convencional e se torna referência para o setor”, destacou Ciocca.

Suinocultura brasileira entra em nova fase de exigência técnica

A certificação da Auma Agronegócios sinaliza uma mudança relevante na suinocultura nacional, com maior integração entre produtividade, sustentabilidade e bem-estar animal.

O avanço reforça a tendência de profissionalização do setor e aproxima o Brasil de padrões internacionais cada vez mais exigentes, especialmente em mercados premium e cadeias exportadoras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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