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Governo Estadual Autoriza Investimento de R$ 23,2 Milhões na Ceasa para Expansão e Melhoria de Infraestrutura

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou a lei que autoriza o Estado a realizar uma operação de aumento do capital social nas Centrais de Abastecimento do Paraná S/A (Ceasa), sociedade de economia mista responsável pela distribuição de alimentos no estado. O investimento, que soma R$ 23,2 milhões, será direcionado à realização de uma série de melhorias nas infraestruturas da Ceasa, com foco em expandir a produção e fortalecer os programas sociais, como o Banco de Alimentos – Comida Boa.

O pacote de investimentos inclui a construção de uma nova cozinha industrial para o Banco de Alimentos, melhorias nas unidades de Curitiba, Foz do Iguaçu e Londrina, e a recuperação do Pavilhão D da Unidade Atacadista de Curitiba, que foi parcialmente destruído por um incêndio ocorrido em junho deste ano. A obra de reconstrução já está em andamento, e os recursos também serão usados para a compra de materiais e para a adequação de telhados nas instalações da Ceasa.

“Este aporte é fundamental para impulsionar nossos projetos de expansão. O Banco de Alimentos, por exemplo, contará com uma nova indústria para o reaproveitamento de alimentos da Ceasa, uma iniciativa que já é uma referência mundial e que atenderá ainda mais pessoas com menos desperdício”, afirmou Éder Bublitz, diretor-presidente da Ceasa.

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Expansão do Banco de Alimentos e Benefícios Sociais

A principal aplicação dos recursos será na construção de uma nova unidade do Banco de Alimentos – Comida Boa, que contará com uma linha de produção moderna. O projeto, criado em 2020 pelo Governo do Estado para mitigar os efeitos sociais da pandemia, rapidamente se consolidou como uma referência nacional. O programa doa mensalmente mais de 600 toneladas de alimentos, beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade social e 342 entidades parceiras.

Os alimentos doados são principalmente frutas, legumes e verduras que não foram comercializados, mas que ainda estão em boas condições de consumo. Esses produtos são distribuídos in natura ou passam por processamento nas instalações da Ceasa, sendo transformados em molhos, compotas, pastas e outros itens prontos para o consumo.

Em visita ao projeto em novembro, o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, conheceu as instalações do Banco de Alimentos e destacou a iniciativa como um potencial “case nacional”, evidenciando o sucesso e a relevância do programa para o combate à insegurança alimentar no Brasil.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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São Paulo lidera ranking nacional com 564 Selos Arte e impulsiona produção artesanal de alimentos de origem animal

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São Paulo se torna referência nacional na certificação de produtos artesanais

O Estado de São Paulo alcançou a liderança nacional no número de Selos Arte concedidos a estabelecimentos produtores de alimentos de origem animal. Ao todo, são 564 selos emitidos, consolidando o estado como principal polo de certificação no país.

Os dados acompanham o crescimento do registro de estabelecimentos artesanais no Serviço de Inspeção de São Paulo (SISP), vinculado à Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA).

Atualmente, os produtos certificados estão distribuídos entre 298 estabelecimentos registrados no SISP e outros 266 vinculados a Serviços de Inspeção Municipais (SIMs).

Selo Arte permite comercialização interestadual de produtos artesanais

O Selo Arte é uma certificação do Governo Federal que autoriza a comercialização interestadual de alimentos artesanais de origem animal, como queijos, embutidos, mel e outros produtos típicos.

A iniciativa beneficia pequenos e médios produtores ao permitir a ampliação de mercado, mantendo a identificação de produtos com características tradicionais e regionais.

De acordo com a legislação, são considerados artesanais os produtos elaborados em pequena escala, com processos tradicionais e identidade regional.

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Crescimento do setor reflete expansão da agroindústria artesanal paulista

Além dos 564 Selos Arte concedidos, São Paulo conta atualmente com 299 estabelecimentos artesanais registrados no SISP e aptos a solicitar a certificação.

O setor é distribuído em diferentes cadeias produtivas:

  • 130 estabelecimentos de carnes
  • 114 de leite
  • 20 de ovos
  • 27 de mel
  • 13 de pescados

O avanço reflete a expansão da agroindústria artesanal no estado e o fortalecimento da formalização da produção.

Simplificação de regras impulsionou crescimento acelerado dos registros

O crescimento do setor ganhou força a partir de 2023, após a publicação da Resolução SAA nº 63, que simplificou os processos de registro, reforma e ampliação de estabelecimentos artesanais vinculados ao SISP.

Desde então, o número de registros apresentou forte evolução:

  • 47 estabelecimentos registrados em 2023
  • 106 em 2024
  • 115 em 2025
  • 51 já em 2026

Segundo a Coordenadoria de Inspeção de Produtos de Origem Animal e Vegetal (CIPOAV), o ritmo de formalização aumentou significativamente.

“Até 2023, tínhamos uma média de 2,2 registros de artesanal por ano e hoje o SISP registra um estabelecimento artesanal em média a cada 3,15 dias”, destacou o órgão.

Estado lidera expansão e reforça competitividade do setor artesanal

Para a Defesa Agropecuária, a liderança de São Paulo no número de Selos Arte reflete a consolidação de políticas públicas voltadas à formalização e valorização da produção artesanal.

“Queremos, além de nos consolidar nessa posição, que os produtores artesanais com SISP nos submetam ainda mais pedidos de Selo Arte para que continuemos levando o sabor e a qualidade de nossos produtos para todo o Brasil”, afirmou João Gustavo Loureiro, responsável pela CIPOAV.

Registro garante acesso ao mercado e valorização do produto artesanal

Para obter o registro como estabelecimento artesanal no SISP, o produtor deve procurar a unidade regional da Defesa Agropecuária correspondente à sua região.

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A certificação se tornou um instrumento estratégico para ampliar a competitividade, garantir segurança alimentar e permitir que produtos artesanais alcancem novos mercados em todo o país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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