AGRONEGÓCIO

Giro do Leite, do Instituto de Zootecnia do Estado de São Paulo, começa circuito pelo Brasil para mapear qualidade do leite produzido e difundir tecnologias aos produtores

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A Caravana Giro do Leite, projeto itinerante do Instituto de Zootecnia do Governo do Estado de São Paulo, participa da 10a Coplacampo, em Piracicaba/SP. Com a coordenação de Lívia Castelani e Luiz Carlos Roma Jr., pesquisadores do Instituto de Zootecnia do Estado de São Paulo, o Laboratório Móvel de Qualidade do Leite irá realizar análises da qualidade do leite (dosagem de gordura, proteína, lactose, extrato seco desengordurado e contagem de células somáticas); difundir tecnologias que promovem melhorias na produção nacional de leite, além de construir um mapa da qualidade e realizar a troca de experiências entre acadêmicos e produtores do Brasil.

Além disso, o trailer tem capacidade de receber e armazenar amostras para serem enviadas ao laboratório físico para a realização de análises mais complexas, como contagem bacteriana, identificação de patógenos da mastite, nitrogênio ureico, antibiograma, genotipagem para A2A2 entre outras.

“O leite, assim como seus derivados, é um dos principais alimentos consumidos pela população mundial. Só no Brasil, segundo estimativas, o brasileiro consome, em média, 165 litros por habitante anualmente. E o país é um dos maiores produtores de leite no mundo, com mais de 35 milhões de litros produzidos anualmente. Por isso, idealizamos a Caravana Giro do Leite para mapearmos a produção nacional, identificar possíveis pontos de melhora e difundir conhecimentos acadêmicos e técnicos que promoverão inúmeras melhorias para toda a cadeia, visando manter o destaque brasileiro neste mercado”, explica Lívia Castelani.

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Entre os assuntos que os visitantes da Coplacampo poderão mais informações no Laboratório da Caravana Giro do Leite estão: manejo e higiene de ordenha, análise e qualidade de leite, bem estar e produção de leite, manejo nutricional, controle de mastite, dicas importantes para o produtor do leite, gestão da propriedade leiteira, manejo de bezerras e novilhas, melhoramento genético, produção orgânica, análise de leite como ferramenta para o produtor; entre outros.

Durante o ano de 2024, a Caravana Giro do Leite levará o Laboratório Móvel para diversos eventos, técnicos como Semana do Agricultor – Barretos/SP e Expo Araçatuba – Araçatuba/SP; e de grande exposição para diferentes públicos como Expozebu (em Uberaba/MG) e Agrishow (em Ribeirão Preto/SP).

“Monitorar o leite é como uma “colheita de informação”, pois permite ao produtor saber onde focar esforços para garantir a sustentabilidade e a qualidade da produção. Temos nos empenhado bastante para proporcionar conhecimento e treinamentos para mostrar que a análise do leite é uma ferramenta eficiente para o produtor saber como e onde precisa melhorar. A Caravana Giro do Leite vem de encontro a essa nossa missão, pois possibilita um monitoramento mais preciso de diversos aspectos fundamentais para o bom desempenho da atividade e essa evolução é o que impulsiona a pesquisa para ajudar, acelerar e resolver os desafios de cada setor”, afirma Luiz Carlos Roma Jr., Diretor do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Bovinos Leiteiros do Instituto de Zootecnia do Governo do Estado de São Paulo.

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Fonte: ATW Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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