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Força-tarefa retira 160 toneladas de lixo de bolsão no bairro Jardim Eldorado

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), iniciou nesta terça-feira (6) uma grande força-tarefa de limpeza em um bolsão de lixo localizado no bairro Jardim Eldorado. A ação já resultou na retirada de mais de 160 toneladas de entulhos e detritos acumulados no local.

A expectativa é que o volume total retirado chegue a cerca de 330 toneladas, sendo as próximas 170 toneladas destinadas diretamente ao aterro sanitário. Para executar o serviço, a operação mobilizou retroescavadeiras, pás carregadeiras, caminhões-caçamba, retroescavadeira hidráulica, trator cortador de grama, plataforma e articulado.

Entre os materiais encontrados estão móveis velhos, entulhos de construção, restos de poda de árvores, pneus, sucatas de veículos, lixo doméstico e até carcaças de animais.

Além da remoção dos resíduos, a força-tarefa tem impacto direto na prevenção de alagamentos e na promoção da saúde pública. Isso porque o descarte irregular pode obstruir bocas de lobo e córregos, além de criar focos de proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika. Ao eliminar pontos de acúmulo de água parada, plásticos e latas, a ação reforça a política de combate ao vetor dessas doenças.

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A Prefeitura também alerta que o descarte irregular de lixo é passível de penalidade. Conforme o Código Sanitário e de Posturas do Município (Lei Complementar nº 4/1992), é proibido jogar resíduos em vias públicas, terrenos baldios, praças, lagos, rios e viadutos. As multas variam de R$ 818,90 a R$ 2.807,03, podendo sofrer acréscimo de R$ 1.871,35 para cada 1.000 m² de área impactada.

Como alternativa ao descarte irregular, a população pode contar com o serviço gratuito de coleta de objetos inservíveis, oferecido pela Prefeitura de Cuiabá. Materiais como sofás, colchões, móveis e eletrodomésticos podem ser recolhidos e destinados corretamente ao aterro sanitário ou a cooperativas de reciclagem. O agendamento pode ser feito pelo telefone (65) 3645-5518 ou pelo WhatsApp (65) 99243-6502.

#PraCegoVer

A imagem mostra um bolsão de lixo no bairro Jardim Eldorado. Ao fundo, uma pá carregadeira juntamente com um caminhão-caçamba, executam os serviços de recolhimento do material irregular.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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