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FMC lança bionematicida capaz de aumentar a produtividade

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Com o objetivo de criar soluções cada vez mais inovadoras e que, ao mesmo tempo, preserva o meio ambiente, a FMC, empresa de ciências para agricultura, atualiza um de seus grandes produtos, o Presence®, para Presence® Full. O bionematicida é indicado para tratamento de sementes e, agora, também é recomendado para o sulco de plantio em culturas como soja, milho, feijão e algodão.

Potente para combater o nematoide das galhas (Meloidogyne incognita, Meloidogyne javanica), nematoide das lesões (Pratylenchus brachyurus, Pratylenchus zeae) e nematoide de cisto (Heterodera glycines), a solução é resultado de uma demanda do campo percebida e monitorada pela FMC. “O Presence® Full vem para oferecer versatilidade no dia a dia do agricultor, pois pode ser utilizado tanto em sulco de plantio quanto no tratamento de sementes, e contempla um amplo espectro de espécies, incluindo os cistos, descritos na bula e com diferentes doses, conforme a dificuldade de cada praga”, diz Fábio Silva, gerente de pesquisa da FMC para a América Latina.

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Outro diferencial do produto é a formulação com base de endósporos, o que proporciona um tempo de prateleira maior e, também, maior concentração em relação aos demais produtos do mercado, fatores que geram mais proteção e performance. Além disso, o Presence® Full é um promotor de crescimento, o que aumenta a produtividade por hectare e sua tecnologia promove estabilidade do controle para diferentes cultivos e compatibilidade com outros produtos químicos.

“O fator biológico no tratamento é muito importante, pois permite um tratamento de solo eliminando os nematoides, sem acabar com as bactérias. O Presence® Full possui vários outros benefícios como: aumento da atividade enzimática do solo, controle de patógenos de solo e melhor eficiência no uso da água”, explica Antônio Soares, gerente de biológicos da FMC.

A solução é uma ferramenta que complementa o manejo integrado de nematoides em diferentes culturas, além do tratamento em sulco permitir que a área seja tratada independente da semente, com ação direta em fases juvenis e nos ovos de nematoides. Dentre outras características, o modo de ação é por contato, com múltiplos mecanismos oriundos da ação entre as bactérias, que têm alta capacidade de competição no solo, onde colonizam o sistema radicular das culturas, alimentando-se dos exsudados radiculares e formando um biofilme protetor ao redor da raiz. Além disso, durante o desenvolvimento bacteriano são secretados metabólitos secundários com efeito nematicida e nematostático que atuam de forma a limitar o desenvolvimento dos nematoides.

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Fonte: b

Fonte: Portal do Agronegócio

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Crianças de escola rural de Poconé visitam museu pela primeira vez e se reconhecem nas obras

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Pela primeira vez, 30 crianças da Escola Antônio Maria de Almeida, localizada no assentamento Santa Filomena, a cerca de 120 quilômetros de Poconé, visitaram o Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, em Cuiabá, na manhã desta quinta-feira (28). A experiência marcou o início de um dia de descobertas culturais proporcionado pelo projeto Caminhos da Cultura, voltado ao acesso de estudantes da zona rural aos espaços históricos da capital mato-grossense.

Os estudantes chegaram ao museu com olhares atentos e curiosos diante das exposições. Muitos nunca haviam entrado em um espaço cultural desse tipo. Entre fotografias antigas, pinturas e obras de temática livre, algumas imagens despertaram identificação imediata com a realidade vivida pelas crianças no Pantanal e na zona rural.

O quadro que retrata o Pantanal foi um dos destaques para o estudante Nathan Kelvin Ferreira do Prado, de 9 anos. Em sua primeira visita a um museu, ele contou que a pintura chamou sua atenção por lembrar a região onde vive, despertando um sentimento de alegria ao reconhecer elementos familiares na obra.

A estudante Jennifer Victória Rodrigues Almeida, de 10 anos, também relatou surpresa com o acervo. Segundo ela, a pintura de um cavalo e o quadro de uma igreja foram as obras que mais lhe chamaram a atenção. “Não imaginava como Cuiabá era antigamente. Pretendo voltar ao museu futuramente com minha família.”

A diretora da escola, Benedita Rosa da Costa, quilombola da comunidade Campo Alegre de Pinhão, destacou que a ação integra um trabalho pedagógico voltado ao fortalecimento da identidade cultural e da ancestralidade dos estudantes. A Escola Antônio Maria de Almeida atende atualmente 167 alunos de comunidades quilombolas, fazendas e sítios da região de Poconé. Parte dos estudantes percorre longas distâncias diariamente, e algumas crianças chegam a morar a cerca de 50 quilômetros da unidade escolar.

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Segundo Benedita, a proposta da viagem é aproximar os alunos da história e do patrimônio cultural de Mato Grosso, levando para além da sala de aula conteúdos ligados ao desenvolvimento político, social e econômico do estado. O roteiro incluiu ainda visitas à Praça do Candeeiro, ao Museu do Rio e ao Aquário Municipal, no Complexo Biocultural do Porto.

A professora Edinalva da Silva Oliveira Arruda afirmou que o projeto abriu uma oportunidade importante para estudantes que vivem em regiões mais afastadas terem contato com a cultura e a história da capital. Ela explicou que a visita foi viabilizada em parceria com a Coordenação de Cultura, responsável pelo projeto Caminhos da Cultura, que disponibilizou o transporte para o grupo.

“Essa visita possibilitará aprofundar os estudos, por meio da realização de pesquisas com os alunos e de atividades práticas em sala de aula”, afirmou a professora.

A turismóloga do Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, Thaís Nishimura, destacou a importância de aproximar crianças e jovens dos museus, especialmente estudantes do interior que ainda não tiveram acesso a esses espaços culturais.

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“As exposições de tema livre são ótimas oportunidades para os visitantes visualizarem temas familiares sob uma nova perspectiva. Ao visitar o espaço, as crianças conseguem ver retratado o próprio Pantanal, que é o ambiente onde vivem, projetado dentro de uma obra de arte”, afirmou.

Thaís ressaltou ainda que o museu vem recebendo frequentemente escolas por meio do projeto Caminhos da Cultura. Somente na última semana, cerca de 300 estudantes passaram pelo espaço, além dos visitantes espontâneos. O museu funciona diariamente, das 8h às 17h, sem fechar para o almoço, e recebe agendamentos de instituições de ensino de Cuiabá e do interior.

A visita ocorre poucos dias após a realização da Semana Nacional de Museus, celebrada entre 18 e 24 de maio em todo o país, com o tema “Museus Unindo um Mundo Dividido”. Em Cuiabá, os espaços culturais administrados pela Prefeitura vêm ampliando as ações de acesso à cultura, educação patrimonial e valorização da memória regional. O Museu do Morro da Caixa D’Água Velha recebeu mais de 6,7 mil visitantes desde o ano passado, consolidando-se como um importante espaço de aprendizado e preservação histórica na capital.

Criado em 2019, o projeto Caminhos da Cultura já aproximou mais de 11 mil alunos da rede pública de espaços como museus e galerias, ampliando o acesso aos equipamentos culturais de Mato Grosso.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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