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Fenovinos quer ser uma feira enxuta e agradar produtores pela agilidade

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Enquanto Santa Margarida do Sul (RS) se prepara para receber criadores de ovinos de todo o estado e até mesmo de Santa Catarina, Paraná e, possivelmente, de São Paulo, os organizadores da 36ª Fenovinos fazem os últimos ajustes na programação de julgamentos, remates e palestras. O evento, que acontece de 1º a 5 de maio, reunirá cabanhas de ovinos de lã e de carne e é itinerante, sendo realizado em locais escolhidos pelos próprios expositores.

O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), Edemundo Gressler, ressalta que, este ano, a Fenovinos apresenta uma particularidade, que é a participação, de forma colaborativa, dos municípios de São Gabriel (RS) e Vila Nova do Sul (RS). “É até muito importante, porque mostra o interesse destes municípios numa exposição tão significativa quanto esta, que agrega ovinocultores do Rio Grande do Sul e até de outros estados”, destaca o presidente. Ele afirma, ainda, que a Fenovinos é um evento relevante “principalmente nestes municípios onde está se consolidando a criação de ovelha e onde a ovinocultura tem um fundamento muito importante de crescimento”.

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Com relação à programação que já tem sido divulgada entre os criadores, o presidente da Arco destaca o julgamento que ocorrerá na quinta-feira, dia 2, à tarde. “O julgamento de admissão é imprescindível e é onde os animais são verificados na sua individualidade, de tatuagem, dentição, documentos. É o passaporte para o julgamento de classificação, que acontecerá na sexta-feira, dia 3”, explica Edemundo Gressler. Esses julgamentos serão realizados simultaneamente em quatro pistas por onde passarão todas as raças laneiras e carniceiras presentes ao evento.

Já no sábado, dia 4, os expositores vão se reunir para falar de futuro. É que sempre ocorre dentro de uma Fenovinos em andamento, a escolha da futura sede da feira. Assim, os municípios e sindicatos rurais que desejarem sediar a Fenovinos de 2025 farão a apresentação das suas cidades e parques. Por votação, o local do próximo ano será escolhido. Já a parte da tarde será dedicada aos remates. “É uma feira de trabalho, de negócios, com praticamente três dias. É um curto período para, justamente, dar agilidade às exposições e feiras solicitada pelos produtores, até em função de custos, como despesas de alojamentos por vários dias”, explica o presidente da Arco.

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Fonte: Assessoria de Comunicação da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco)

Fonte: Portal do Agronegócio

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Algodão em Mato Grosso: clima seco acelera maturação das lavouras e produtores intensificam preparativos para a colheita

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O clima seco registrado nas últimas semanas em Mato Grosso tem favorecido o desenvolvimento final das lavouras de algodão e acelerado a maturação das plantas, criando um cenário positivo para o início da colheita da safra 2025/26. Ao mesmo tempo, os produtores reforçam as ações de manejo fitossanitário e concluem os preparativos operacionais para receber a nova produção.

De acordo com informações divulgadas pela Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), em boletim referente ao período de 31 de maio a 6 de junho, as condições climáticas predominantes no estado contribuíram para o avanço do ciclo da cultura, favorecendo a abertura das estruturas produtivas e aumentando as expectativas para a colheita.

Tempo seco favorece qualidade e maturação do algodão

Segundo a Ampa, a combinação de baixa umidade e dias ensolarados proporcionou condições ideais para o amadurecimento das plantas. Em diversas regiões produtoras, o algodão já apresenta abertura nos ramos inferiores, sinalizando a proximidade do início das operações de colheita.

O cenário é considerado favorável especialmente para as áreas de primeira safra, que apresentam bom desenvolvimento e potencial produtivo. A expectativa do setor é de que o clima continue colaborando para a conclusão do ciclo da cultura e para a preservação da qualidade da fibra.

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Apesar do quadro positivo, algumas regiões ainda exigem monitoramento. No Sul de Mato Grosso, as lavouras de segunda safra seguem sentindo os reflexos do déficit hídrico registrado entre os meses de março e abril, situação que pode impactar parte do potencial produtivo dessas áreas.

Controle do bicudo permanece como principal desafio

Embora as condições climáticas favoreçam a maturação da cultura, os produtores mantêm atenção redobrada ao controle do bicudo-do-algodoeiro, considerado uma das principais ameaças à produtividade da lavoura.

Conforme destaca a Ampa, houve aumento da pressão da praga em diferentes regiões do estado durante a fase final do ciclo produtivo. Por isso, as equipes técnicas continuam intensificando o monitoramento e as estratégias de manejo para evitar prejuízos à produção.

Além do bicudo, outras pragas típicas da cultura seguem no radar dos produtores e consultores agrícolas. Entre elas estão a lagarta Spodoptera, os ácaros e a mosca-branca, que demandam acompanhamento constante para garantir o bom desempenho das lavouras.

Produtores aceleram revisão de máquinas para a colheita

Com a proximidade da colheita, as atividades nas propriedades rurais também se concentram na preparação da estrutura operacional.

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Nas oficinas das fazendas, os trabalhos estão voltados à revisão de colhedoras, algodoeiras e demais equipamentos que serão utilizados nas operações de campo e no beneficiamento da fibra. O objetivo é assegurar eficiência logística e operacional durante o período de maior movimentação da safra.

A preparação antecipada busca evitar interrupções durante a colheita e garantir que o processamento acompanhe o ritmo de entrada da produção nas unidades de beneficiamento.

Doenças permanecem sob controle nas lavouras

Além do monitoramento de pragas, os produtores seguem acompanhando a incidência de doenças que tradicionalmente afetam a cultura do algodão, como a mancha-alvo e a ramulária.

De acordo com a Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), a situação fitossanitária das lavouras permanece controlada e, até o momento, não há registros de ocorrências com potencial para comprometer significativamente a produtividade ou a qualidade da safra.

Com o avanço da maturação, a expectativa do setor é de que Mato Grosso mantenha seu protagonismo na produção nacional de algodão, consolidando mais uma safra de grande relevância para o agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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