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Exportações de Carne Bovina Crescem 30% em Novembro, com Aumento no Preço e Volume

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Até a segunda semana de novembro de 2024, o Brasil exportou 73,5 mil toneladas de carne bovina, o que representa um crescimento de 30,4% em relação ao mesmo período de 2023. No total, o volume diário médio de exportação foi de 12,2 mil toneladas, superando as 9,3 mil toneladas registradas no ano anterior. Esses dados, divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), evidenciam um desempenho positivo no setor, tanto em termos de quantidade quanto de valor.

Além do aumento no volume embarcado, o preço médio da carne bovina também apresentou um avanço. Em novembro de 2024, o preço médio por tonelada ficou em US$ 4.822, um incremento de 5% em relação ao valor registrado no ano passado, que foi de US$ 4.592 por tonelada. Este crescimento no preço tem refletido diretamente no valor total das exportações, que, até a segunda semana de novembro de 2024, somaram US$ 354,55 milhões, um aumento de 10,87% sobre os US$ 863,27 milhões de 2023.

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A média diária do valor exportado também teve uma expressiva elevação, alcançando US$ 59,09 milhões, o que representa um avanço de 36,9% em relação ao mesmo período de 2023, quando o valor médio diário ficou em US$ 43,16 milhões. Esses resultados refletem a boa performance do setor e o crescimento constante das exportações brasileiras de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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