AGRONEGÓCIO

Excesso de chuva prejudica cultivo da cebola no Rio Grande do Sul

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O cultivo da cebola no Rio Grande do Sul enfrenta desafios devido às chuvas fortes e ao excesso de umidade, que têm atrasado atividades essenciais nas lavouras, segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar divulgado na quinta-feira (26).

Situação em Caxias do Sul

Na região de Caxias do Sul, o volume elevado de precipitações comprometeu o avanço do transplantio e do preparo dos canteiros. Além disso, houve ocorrência de erosão leve em algumas áreas. Apesar dos contratempos, a qualidade das plantas permanece em nível satisfatório.

Atrasos em Passo Fundo

Em Passo Fundo, os produtores deram início ao preparo das sementeiras, mas ainda não puderam avançar com o plantio definitivo devido à umidade excessiva no solo. Esse atraso representa um risco para o cumprimento do calendário agrícola da cebola na região.

Medidas corretivas em Pelotas

Na região de Pelotas, as chuvas intensas causaram erosões e desmoronamentos nos canteiros de mudas, obrigando os agricultores a realizar recomposição manual das estruturas para garantir a continuidade do cultivo.

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Plantio direto ganha espaço no litoral

Nos municípios de Rio Grande e São José do Norte, a técnica de plantio direto sobre canteiros definitivos tem sido adotada cada vez mais pelos produtores. As lavouras que estão na fase vegetativa apresentam bom desempenho, com manejo adequado para o controle de pragas e doenças.

Monitoramento e orientações da Emater/RS-Ascar

A Emater/RS-Ascar mantém o acompanhamento das condições climáticas e agronômicas nas principais regiões produtoras do estado, visando orientar os agricultores sobre as melhores práticas de manejo e estratégias para minimizar os impactos causados pelo excesso de chuva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Brasil abre 13 novos mercados para produtos agropecuários e amplia oportunidades de exportação

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O agronegócio brasileiro conquistou novas oportunidades no mercado internacional com a abertura de 13 novos mercados para produtos agropecuários nacionais. A ampliação do acesso comercial foi confirmada pelos Ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE), após a conclusão de negociações sanitárias e fitossanitárias com parceiros estratégicos em diferentes regiões do mundo.

As novas autorizações contemplam países da América do Sul, América Central, África e também a União Econômica Eurasiática (UEE), ampliando a presença dos produtos brasileiros em mercados de elevado potencial de consumo.

Novos destinos ampliam diversidade da pauta exportadora

Entre os países que abriram seus mercados para produtos brasileiros estão Argentina, Bolívia, El Salvador, Equador, Etiópia, Guiana, Honduras, Nicarágua, Nigéria, Paraguai, República Dominicana, Venezuela e a União Econômica Eurasiática, bloco formado por Rússia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Armênia.

As autorizações abrangem uma ampla variedade de produtos agropecuários, reforçando a diversificação da pauta exportadora brasileira.

Entre os destaques estão:

  • Material genético bovino para El Salvador e Honduras;
  • Castanha de caju para a União Econômica Eurasiática;
  • Milho pipoca para Equador e República Dominicana;
  • Ovos férteis para a Nigéria;
  • Couro bovino salgado para a Bolívia;
  • Mudas de cana-de-açúcar para Honduras;
  • Sementes de coco para a Guiana;
  • Sementes de mamona para o Paraguai;
  • Sementes de maracujá para a Venezuela;
  • Sementes de pimenta habanero para a Nicarágua;
  • Farinhas, gorduras animais e hemoderivados destinados à alimentação animal para a Etiópia;
  • Sêmen de pacu-caranha para a Argentina.
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União Econômica Eurasiática ganha relevância para o agro brasileiro

Entre as novas aberturas, a autorização para exportação de castanha de caju à União Econômica Eurasiática chama atenção pelo potencial comercial do bloco.

Segundo o governo brasileiro, os países integrantes da UEE importaram mais de US$ 1,4 bilhão em produtos agropecuários brasileiros no último ano. Atualmente, soja, carnes e café estão entre os principais itens exportados para essa região.

A ampliação da pauta comercial fortalece a estratégia de diversificação dos destinos das exportações brasileiras e reduz a dependência de mercados tradicionais.

Agronegócio alcança 639 aberturas de mercado desde 2023

Com os novos anúncios, o agronegócio brasileiro atingiu a marca de 639 aberturas de mercado em 97 destinos internacionais desde o início de 2023, resultado do trabalho conjunto entre o Mapa e o Itamaraty para ampliar a presença dos produtos nacionais no comércio global.

A expectativa é que os produtores e exportadores dos segmentos contemplados iniciem as operações comerciais nos novos mercados nos próximos meses, ampliando receitas, fortalecendo a competitividade do setor e consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores mundiais de alimentos, insumos e genética animal.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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