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EUA reduzem área plantada de algodão em 10% em 2025, mas 51% das lavouras estão em boas condições

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Área plantada com algodão nos EUA recua em 2025

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta terça-feira (1º) o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, com dados atualizados sobre a safra de algodão de 2025. Segundo o relatório, a área total plantada nos Estados Unidos está estimada em 10,1 milhões de acres, o que representa uma redução de 10% em relação ao ano anterior.

Queda atinge algodão upland e Pima

O relatório destaca que a área dedicada ao algodão de terras altas (upland) deve alcançar 9,95 milhões de acres, recuo de 9% ante 2024. Já para o algodão Pima, cultivado principalmente no Oeste do país, a estimativa é de 171 mil acres, representando uma queda ainda mais acentuada, de 17% em relação ao ciclo anterior.

Plantio praticamente concluído

Até 29 de junho, o plantio da safra havia sido concluído em 95% da área estimada, número que fica dois pontos percentuais abaixo de 2024 e três pontos abaixo da média dos últimos cinco anos, de acordo com o USDA.

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O boletim também informa que 40% da lavoura já atingiu o estágio de quadratura (formação de botões florais), um ponto atrás do mesmo período de 2024, mas três pontos acima da média histórica.

Além disso, 9% da área cultivada já apresentava formação de cápsulas, fase seguinte do desenvolvimento, o que representa dois pontos percentuais a menos que no ano anterior, mas em linha com a média dos últimos cinco anos.

Condições da lavoura apresentam melhora

Apesar da redução na área cultivada, o relatório mostra uma melhora nas condições gerais da safra. Segundo o USDA, 51% da lavoura de algodão foi classificada como boa a excelente, avanço de quatro pontos percentuais em relação à semana anterior.

Esse indicador positivo reforça o potencial de uma safra de boa qualidade, mesmo diante da menor área plantada, e sinaliza boas perspectivas para o mercado norte-americano de algodão ao longo do ano.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de laranja ganha ritmo com avanço das negociações, enquanto chuvas atrasam colheita em São Paulo

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As negociações entre citricultores e a indústria de processamento da safra de laranja 2026/27 ganharam força nos últimos dias, impulsionando o mercado de citros no Brasil. De acordo com levantamentos do Cepea, as renegociações de contratos avançaram de forma mais consistente, acompanhadas pelas primeiras compras mais frequentes de frutas destinadas ao processamento industrial.

O movimento sinaliza maior dinamismo nas relações comerciais entre produtores e indústrias, em um momento estratégico para o planejamento da nova temporada.

Indústria amplia contratos e operações no mercado spot

Segundo pesquisadores do Cepea, a indústria ampliou tanto a formalização de contratos de curto prazo para a safra atual quanto as aquisições no mercado spot. Apesar do crescimento das negociações imediatas, os preços praticados nesse segmento continuam inferiores aos valores estabelecidos nos contratos previamente firmados.

Esse cenário demonstra que as indústrias buscam garantir matéria-prima para o processamento, enquanto produtores acompanham atentamente as condições de oferta antes de definir novos negócios.

Chuvas reduzem ritmo da colheita

Enquanto as negociações evoluem, as condições climáticas passaram a representar um importante desafio para a colheita da laranja.

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As chuvas registradas ao longo da semana nas principais regiões citrícolas do estado de São Paulo reduziram significativamente o ritmo das operações no campo. Além de dificultarem o acesso às áreas de produção, as precipitações podem continuar impactando os trabalhos nos próximos dias, especialmente nas localidades que receberam maiores volumes de chuva.

Oferta limitada faz produtores adiarem entregas

Outro fator que influencia o mercado é a disponibilidade restrita de frutas em condições ideais para a colheita. Conforme o Cepea, muitos produtores ainda avaliam que a parcela de laranjas aptas à colheita permanece limitada.

Diante desse cenário, parte dos citricultores tem optado por adiar tanto a colheita quanto a definição das entregas para a indústria, aguardando melhores condições climáticas e maior disponibilidade de frutos.

Perspectiva para o mercado de citros

A combinação entre avanço das negociações comerciais e limitações impostas pelo clima mantém o mercado da laranja em um momento de atenção. Caso as chuvas persistam nas principais regiões produtoras, a oferta de frutas poderá continuar restrita no curto prazo, influenciando o ritmo de abastecimento das indústrias e a evolução das negociações ao longo da safra 2026/27.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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