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Estudo inovador confirma diminuição na emissão de gases de efeito estufa ao utilizar a solução da Mosaic Fertilizantes na produção de algodão

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Com a perspectiva de aumento no consumo global de algodão, os preços em alta e as exportações a todo vapor, 2024 começa promissor para os algodoeiros do país. De acordo com a Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa), o Brasil, que fechou 2023 como terceiro maior produtor e segundo maior exportador de algodão, avança ainda mais sua expertise nessa cultura, com a comprovação, por meio de pesquisas em campo, de que a intensidade de emissão de Gases de Efeito Estufa (GEEs) na cotonicultura pode ser menor com o uso do Excellen, um fertilizante nitrogenado estabilizado desenvolvido pela Mosaic Fertilizantes.

Um estudo inédito organizado pela companhia, uma das maiores produtoras globais de fosfatados e potássio combinados, em parceria com o professor e PhD. Carlos Eduardo Cerri, titular da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), apontou redução de 20% na emissão de dióxido de nitrogênio N2O em uma área de lavoura de algodão em que o Excellen foi aplicado, quando comparado à média dos tradicionais fertilizantes à base de ureia e 60% a menos do que o padrão global considerado pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas), da ONU. “Trata-se de uma descoberta animadora tendo em vista que o Excellen é uma solução inovadora e sustentável para que o Brasil continue produzindo alimentos, fibra e energia, mas com uma menor emissão de gases de efeito estufa”, diz o professor Cerri.

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O Excellen se mostrou mais eficaz na produção de algodão na medida que possibilita uma redução de 70% na volatilização de amônia quando comparado a ureia convencional e 50% em relação aos produtos oferecidos no mercado com adição de inibidor de urease. A pesquisa mostra ainda que a solução da Mosaic Fertilizantes tem potencial de reduzir em média 18% o impacto dos fertilizantes nitrogenados na pegada de carbono do algodão, e que a maior produtividade é o componente necessário para essa redução. Além dos ganhos ambientais, o estudo mostra ainda sua capacidade de gerar um incremento de produtividade de algodão colhido quando relacionado a outras fontes de nitrogênio à base de ureia.

Bruno Benatti, gerente de produtos da Mosaic Fertilizantes, destaca que a comprovação da eficiência ambiental e produtiva do Excellen se dá em um momento no qual o mercado se mostra cada vez mais atento a questões como essas. “Hoje o mercado global está mais exigente por uma cotonicultura sustentável. Os fertilizantes que contribuem com a redução dos Gases de Efeito Estufa (GEE) e geram maior produtividade e rentabilidade ao produtor têm maior potencial comercial”, afirma o executivo, complementando que a empresa busca desenvolver produtos e soluções para contribuir com a geração de ecossistemas de baixo carbono na agricultura, baseando-se em pesquisas científicas que comprovem seus diferenciais.

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Na cotonicultura, cerca de 85% da pluma produzida no Brasil possui rastreabilidade e certificados socioambientais. No mercado mundial, a exigência pela redução do impacto ambiental da cultura do algodão torna-se cada vez maior. “Acreditamos que os resultados da pesquisa reforçam ainda mais a nossa missão de ajudar o mundo a produzir os alimentos de que precisa de forma sustentável, em linha com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas número 2, de se atingir a Fome Zero por meio de uma Agricultura Sustentável”, diz o executivo.

A formulação do Excellen contempla nitrogênio altamente concentrado e estabilizado com inibidor de urease, que contribui para reduzir perdas por volatilização, custos com armazenagem e o potencial de queima de folhas, além de melhorar o manejo operacional.

Fonte: Mosaic Fertilizantes

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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