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Embrapa Cultiva com Sucesso Planta do Cerrado em Casa de Vegetação

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Pela primeira vez, a ciência alcançou um feito notável: a reprodução da Paepalanthus acanthophyllus, conhecida como “chuveirinho”, em casa de vegetação. Essa planta, típica do Cerrado, foi cultivada com sucesso pela pesquisadora Dulce Alves, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (DF). Essa conquista não apenas abre caminho para a preservação das espécies do bioma, mas também para novas oportunidades de negócio no mercado de plantas ornamentais, enriquecendo o paisagismo urbano da região.

Potencial Ornamental e Preservação Ambiental

Dulce Alves destaca a importância dessa conquista diante da forte cultura de importação de espécies estrangeiras para a ornamentação de jardins. Muitas dessas plantas não se adaptam às condições ambientais locais, o que reforça a necessidade de promover espécies nativas. A pesquisa concentrou-se em espécies herbáceas do Cerrado, visando não apenas a sua preservação, mas também a sua utilização ornamental.

A motivação para o estudo surgiu da percepção do rápido declínio das espécies do Cerrado e da falta de disponibilidade dessas plantas nos viveiros. A pesquisadora se empenhou em desenvolver técnicas de cultivo para essas espécies, enfrentando desafios e ampliando os conhecimentos sobre o cultivo de plantas nativas em ambientes controlados.

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Desafios e Descobertas

A pesquisa começou com a coleta de sementes da planta “chuveirinho”, impulsionada pela preocupação com a extinção iminente de várias espécies do Cerrado. A dificuldade inicial reside na peculiaridade da germinação das sementes e no manejo delicado das plantas. Contudo, após diversas tentativas e ajustes, foi possível não só germinar as sementes, mas também florescer a planta em ambiente controlado.

Um aspecto interessante observado foi o crescimento exuberante das plantas em solo de qualidade, em comparação com o ambiente natural. Essa descoberta destaca a importância do estudo e do manejo adequado do solo para o cultivo dessas espécies.

Perspectivas Futuras

A pesquisadora agora busca parcerias no mercado para expandir o cultivo dessas plantas em larga escala, visando sua comercialização. O objetivo é não apenas promover a preservação das espécies do Cerrado, mas também contribuir para o paisagismo urbano e a sustentabilidade ambiental. O potencial dessas espécies, adaptadas às condições locais, pode reduzir a necessidade de manutenção e insumos, tornando-se uma alternativa viável para o paisagismo urbano sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Oferta restrita impulsiona preço do café e mantém cotações em alta no mercado internacional

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A oferta limitada de café no mercado físico voltou a sustentar a valorização dos contratos futuros na última semana, reforçando o cenário de firmeza para as cotações internacionais. Mesmo diante da expectativa de uma safra recorde no Brasil, a menor disponibilidade imediata do produto, aliada a fatores técnicos e à atuação dos investidores, manteve o mercado aquecido.

De acordo com análise da StoneX, o café arábica alcançou as maiores cotações das últimas seis semanas, refletindo a combinação entre a leve deterioração das condições de colheita no Brasil e o movimento de recompra de posições vendidas por fundos de investimento.

O contrato de setembro de 2026 do café arábica encerrou a semana cotado a 273,2 centavos de dólar por libra-peso, acumulando valorização de 2,0% no período.

O desempenho reforça que, apesar da perspectiva de uma produção brasileira robusta em 2026, o mercado segue atento à disponibilidade de café no curto prazo. A restrição na oferta física continua sendo um dos principais fatores de sustentação dos preços, evidenciando a sensibilidade das bolsas às condições imediatas de abastecimento.

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Robusta também registra valorização

O mercado do café robusta acompanhou o movimento de alta, sustentado pelas preocupações relacionadas aos possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a produção mundial e pelo ritmo ainda moderado de comercialização no Brasil.

O contrato de setembro de 2026 fechou a semana cotado a US$ 3.627 por tonelada, avanço de 1,0% em relação à semana anterior. Durante o pregão de quinta-feira (25), a cotação chegou a US$ 3.692 por tonelada, o maior patamar registrado desde o fim de março.

Cenário externo influencia, mas fundamentos do café predominam

No ambiente macroeconômico, os investidores também monitoraram os desdobramentos das tensões entre Estados Unidos e Irã. A queda dos preços internacionais do petróleo ao longo do fim de semana ajudou a melhorar o sentimento dos mercados financeiros.

Apesar desse contexto, os fundamentos específicos do mercado cafeeiro continuaram sendo o principal direcionador das cotações. A evolução da colheita brasileira, a oferta disponível de grãos e a atuação dos fundos de investimento permaneceram no centro das atenções, sustentando tanto o café arábica quanto o robusta no mercado internacional.

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Com estoques ainda ajustados e comercialização cautelosa por parte dos produtores, o mercado segue acompanhando de perto o avanço da safra brasileira, fator que deverá continuar determinando o comportamento dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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