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Elicit Plant encerra 2025 com crescimento expressivo e mira expansão global em 2026

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Elicit Plant fecha 2025 com resultados sólidos e reconhecimento internacional

A Elicit Plant Brasil encerra o ano de 2025 com um balanço altamente positivo, marcado por crescimento, inovação e consolidação global no setor de bioinsumos agrícolas. A empresa, especializada em soluções biotecnológicas para mitigar estresses abióticos — como falta ou excesso de água —, reafirma seu compromisso com a produtividade sustentável e estabelece metas ambiciosas para 2026.

O CEO da Elicit Plant no Brasil, Felipe Sulzbach, destacou o avanço das pesquisas e o fortalecimento das parcerias no campo. “Nossas tecnologias permitem que o produtor mantenha o desempenho mesmo em condições adversas, otimizando o uso dos recursos disponíveis e promovendo uma agricultura mais resiliente”, ressaltou.

Pesquisas apontam ganhos expressivos em soja e milho

Entre os principais resultados alcançados em 2025, a Elicit Plant registrou incrementos significativos de produtividade em culturas estratégicas como milho e soja.

  • Milho: aumento médio de 9,4%, o que representa 10,1 sacas a mais por hectare, com 90% de taxa de vitória;
  • Soja: ganho médio de 8,4%, equivalente a 4,6 sacas por hectare, também com mais de 90% de taxa de vitória.
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Esses resultados são fruto de quatro safras consecutivas de pesquisa e desenvolvimento, conduzidas em parceria com mais de 52 instituições científicas no Brasil. Além disso, a empresa ampliou investimentos em novos protótipos voltados para culturas além de soja, milho e algodão, reforçando sua estratégia de diversificação e inovação contínua.

Reconhecimento global e liderança em sustentabilidade

O desempenho da Elicit Plant foi amplamente reconhecido em 2025. A empresa foi eleita “Startup do Ano” no AI Entrepreneur of the Year e recebeu destaque no Agtech Breakthrough Awards pela liderança em sustentabilidade.

Esses prêmios consolidam o papel da companhia como referência global em tecnologia agrícola sustentável, alinhada à agenda ESG e aos princípios da agricultura regenerativa. A integração da empresa ao French Tech 120, grupo que reúne startups de maior destaque na França, reforçou sua presença no cenário internacional.

Estratégia de expansão e novas metas para 2026

Para 2026, a Elicit Plant planeja expandir sua rede de distribuição e intensificar as vendas diretas aos agricultores, garantindo proximidade técnica e suporte especializado. A companhia também pretende avançar no desenvolvimento de soluções à base de fitoesteróis para culturas-chave, visando atender produtores em diferentes regiões do mundo.

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Segundo Felipe Sulzbach, o próximo ano será guiado por inovação, sustentabilidade e fortalecimento de parcerias estratégicas. “Seguiremos investindo em tecnologias que ajudem os agricultores a enfrentar os desafios climáticos com produtividade e responsabilidade ambiental”, destacou.

Foco em ESG e expansão internacional

Em linha com suas metas ambientais, a Elicit Plant ampliará suas ações voltadas à redução da pegada de carbono e à agricultura regenerativa, alinhadas à certificação LUCI 26.000.

A empresa também mira a expansão global, consolidando sua atuação no Brasil e fortalecendo sua presença nas Américas e na Europa. O plano de crescimento será sustentado por investimentos europeus estimados em €45 milhões, destinados à ampliação de estrutura e ao desenvolvimento de novas tecnologias.

“2025 foi um ano de grandes conquistas e aprendizados. Em 2026, nosso objetivo é continuar oferecendo soluções inovadoras que unam produtividade e sustentabilidade, apoiando o agricultor diante dos desafios climáticos”, conclui Sulzbach.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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