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Dólar Opera em Alta com Expectativa por Medidas de Corte de Gastos

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O dólar registrou alta nesta terça-feira (29), refletindo a expectativa dos investidores quanto a um possível anúncio de corte de gastos pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Na segunda-feira, a moeda norte-americana havia fechado com uma valorização de 0,06%, sendo cotada a R$ 5,7082. O Ibovespa, principal índice de ações da bolsa de valores, encerrou o pregão anterior com alta de 1,02%, alcançando 131.213 pontos.

A equipe econômica do governo vem enfatizando, desde outubro, a necessidade de contenção de despesas. Agora, após o período eleitoral, o mercado aguarda definições mais claras sobre o prazo e a abrangência dessas medidas de ajuste fiscal.

Dólar e Ibovespa

Às 09h35, o dólar apresentava alta de 0,37%, sendo negociado a R$ 5,7295. No acumulado, a moeda teve uma valorização de 0,06% na semana, 4,80% no mês e 17,63% no ano.

O Ibovespa inicia as negociações diárias a partir das 10h. Na sessão anterior, o índice registrou uma alta de 1,02%, totalizando 131.213 pontos, o que representou um ganho de 1,02% na semana. Entretanto, o índice acumula perdas de 0,46% no mês e 2,22% no ano.

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Influências nos Mercados

A agenda econômica trouxe novos dados que influenciam o mercado. O Banco Central do Brasil (BC) informou que os investimentos diretos no país em setembro totalizaram US$ 5,23 bilhões, abaixo da previsão de US$ 5,60 bilhões. Além disso, a balança comercial apresentou superávit de US$ 4,81 bilhões, uma queda em comparação aos US$ 8,48 bilhões registrados no mesmo mês de 2023. A conta de serviços também apresentou déficit de US$ 4,98 bilhões, superior ao déficit de US$ 3,45 bilhões no ano anterior.

Expectativas para o Ajuste Fiscal

Os investidores seguem atentos a possíveis novas ações fiscais do governo, após sinalizações do ministro Haddad sobre a intenção de adotar cortes nas despesas públicas. Em discurso recente, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reforçou que para manter taxas de juros estruturalmente mais baixas, o Brasil precisará implementar um ajuste fiscal significativo, capaz de ser percebido como um “choque fiscal positivo”.

Ainda no radar dos investidores estão outros indicadores previstos para esta semana, como dados de emprego e o balanço do setor público consolidado, que podem trazer novas sinalizações sobre a política econômica do governo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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