Operação Lei Seca realizada na madrugada deste domingo (30.06), simultaneamente nos dois sentidos da Avenida Historiador Rubens de Mendonça (do CPA), em Cuiabá, resultou em 14 prisões por embriaguez.
A ação, que ocorreu nos trechos próximos do acesso aos bairros Aclimação e Alvorada, somou 170 testes de alcoolemia. No total, 46 veículos, sendo 38 carros e 8 motocicletas, acabaram sendo removidos.
Ao todo, 143 veículos foram fiscalizados, dos quais 7 eram conduzidos por pessoas sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A fiscalização realizada nesta madrugada é a 63ª edição da Lei Seca levada às ruas da capital mato-grossense este ano pelas forças de segurança pública.
Nela, 60 autuações infracionais foram lavradas por causa da embriaguez e de irregularidades na documentação, condições de segurança, entre outras questões relacionadas aos veículos e seus condutores.
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9503/97), o condutor flagrado dirigindo sob efeito de álcool e outras substâncias psicoativas está sujeito a detenção de seis meses a três anos, multa R$ 2.934,70, pagamento de fiança para responder pelo delito em liberdade, suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor, entre outras implicações.
A operação Lei Seca é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT). A ação contou com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).
A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Capturas e Polinter, deflagrou entre os dias 6 e 7 de julho a segunda fase da Operação “Incarceratus”, em Sinop. A ação resultou no cumprimento de oito mandados de prisão preventiva e de condenação contra investigados por crimes graves no Estado.
A operação foca na repressão qualificada e no combate ao crime organizado. O trabalho baseia-se em um levantamento prévio de inteligência. Policiais civis cruzam dados do sistema para localizar ordens de prisão pendentes contra alvos que já se encontram detidos por outros delitos.
Desta vez, as ordens judiciais foram cumpridas na Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira. A ação contou com o apoio fundamental da Polícia Penal. Os alvos respondem por crimes como homicídio, roubo, tráfico de drogas e organização criminosa.
Estratégia de contenção
A estratégia impede que detentos com pendências judiciais graves obtenham liberdade condicional ou progressão de regime de forma indevida. De acordo com a delegada titular da Polinter, Dra. Silvia Maria Pauluzi de Siqueira, a análise minuciosa das equipes permitiu identificar com precisão as ordens judiciais em aberto.
“Os cumprimentos contaram com o suporte do Núcleo de Inteligência da Polinter. O setor atua no levantamento de alvos e dá apoio logístico às equipes de rua. Além de atender às demandas do Estado de Mato Grosso, a delegacia também atua no cumprimento de mandados de outras federações do país”, explicou o delegado Fernado Vasco Spinelli Pigozzi.
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