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Tecnologia em ureia protegida aumenta produtividade do rebanho

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A Premix, empresa dedicada a soluções para a indústria pecuária, acaba de lançar uma tecnologia inovadora para o setor. Trata-se do Upmix, um produto que utiliza ureia protegida para otimizar a nutrição de rebanhos de corte e leite, tanto em confinamento quanto a pasto. O produto é uma solução segura e eficiente para o fornecimento de Nitrogênio Não Proteico (NNP), elevando a síntese ruminal de proteína e melhorando a digestibilidade dos alimentos, resultando em ganhos de peso e produção de leite mais saudáveis e rentáveis.

Indicado para suplementos, núcleos, concentrados e rações para bovinos de corte e leite, além de bubalinos, ovinos e caprinos, o Upmix utiliza uma tecnologia avançada que controla a liberação de nitrogênio ao longo do processo digestivo. Isso evita picos e perdas durante a digestão, reduzindo o risco no fornecimento de nitrogênio e maximizando o aproveitamento dos nutrientes pelos animais.

Lauriston Bertelli Fernandes, diretor de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da Premix, explica que o produto é uma ferramenta crucial para o balanceamento do equivalente proteico e para a redução de farelos proteicos nas dietas dos animais. “O Upmix foi desenvolvido para ter uma curva de liberação de nitrogênio bem controlada, sincronizada com a disponibilidade de energia. Isso permite que a microbiota ruminal aproveite ao máximo o nitrogênio para a síntese proteica, sem desperdício ou excreção excessiva”, explica.

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Com essa nova tecnologia, a Premix acredita que a nutrição animal pode ser mais segura e eficaz, ajudando os produtores rurais a melhorar a produtividade e reduzir custos. “O Upmix pode revolucionar a maneira como alimentamos nossos rebanhos, garantindo uma nutrição mais adequada e um melhor desempenho animal”, conclui Fernandes. A inovação da Premix mostra como a tecnologia pode transformar o setor pecuário, proporcionando soluções que beneficiam tanto os produtores quanto o meio ambiente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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