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Descubra quais são os tipos de vinhos mais indicados para o verão e como deixar a garrafa gelada por mais tempo

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Sol, calor, temperaturas elevadas, dias mais longos e noites mais curtas. Essas são algumas das características do verão, estação do ano que permanece no Brasil até o dia 20 de março. Cada período do ano costuma ter suas particularidades, como por exemplo, as refeições e as bebidas mais indicadas para serem consumidas durante uma determinada época. No caso do verão, pratos mais leves como as saladas e bebidas servidas bem geladas são ótimas opções para quem busca alinhar o prazer de saborear uma refeição com o desejo de se refrescar.

Quando se fala em bebidas, muitos logo pensam na cerveja ou em drinks como caipirinha e gin, pois costumam ser bastante associados ao verão. Mas existe uma bebida clássica, bastante versátil, que combina perfeitamente com essa estação: o vinho, bebida ideal nas épocas mais frias, mas que também combina perfeitamente com o calor.

“Para cada estação do ano há um tipo de vinho mais indicado, mas não existe uma regra, ou seja, a pessoa pode saborear o vinho que quiser e da forma que preferir em qualquer período”, afirma Ricardo Henriques, enólogo da Rio Sol.

Espumantes

Os espumantes são bastante indicados para serem saboreados no verão. Apesar de muitos acharem que é um vinho apenas para ocasiões especiais ou eventos mais formais, ele é bastante democrático e pode ser apreciado na beira da praia ou em locais similares.

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Com aromas tostados e alta acidez, ele passa por duas fermentações naturais: uma acontece com todos os vinhos e faz o açúcar da uva virar álcool e a outra é responsável por gerar as famosas borbulhas. “O espumante demi-sec harmoniza com pratos consumidos no verão como frutos do mar. Já um espumante doce combina com sobremesas de frutas”, ressalta Henriques.

Vinhos Brancos

Conhecido por ser leve, aromático e refrescante, os vinhos brancos também combinam perfeitamente com os dias mais quentes. Ele possui uma coloração amarelada e, em alguns casos, quase incolor. A temperatura ideal de consumo varia entre 6°C a 8°C, sendo que quanto mais leve, menor a temperatura. “Em caso de dúvidas obre qual a temperatura ideal do vinho, verifique o rótulo, pois algumas empresas indicam na própria embalagem como ele deve ser servido”, pontua Henriques. Por conta de sua versatilidade, ele combina com peixes, queijos e carnes brancas.

Vinho Rosé

Outra opção bastante recomendada, ótima para ser consumida no verão, é o vinho rosé. Aromático, fresco e leve, ele é considerado um vinho que fica no meio-termo entre o tinto e o branco, já que possui o frescor e o toque frutado dos vinhos brancos e a estrutura dos tintos. Refrescante e perfeito para ser consumido gelado, ele é um coringa quando o assunto é verão e vinho. “A taça mais indicada na hora de servir o vinho rosé é uma taça menor, que consegue manter o frescor, e com o bojo mais aberto, para ressaltar os sabores e aromas”, diz Henriques. Para quem gosta de reunir os amigos para um encontro mais descontraído, uma opção é servir o vinho rosé com uma tábua de frios com castanhas, azeitonas e queijo branco.

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Gelado por mais tempo

Por conta do verão, os consumidores fazem questão de apreciar as bebidas em temperaturas bem baixas. Sendo assim, muitos costumam ter dúvidas se existe algum truque capaz de manter a garrafa gelada por mais tempo ou gelar o vinho em um curto período. Se a ideia é colocar a garrafa em um cooler, ela precisa ficar entre camadas de gelo. Se for em um balde, a dica é colocar um pouco de água para gelar mais rápido. “Para ter uma melhor experiência com o vinho no verão, caso ele for consumido durante o dia, o ideal é colocar a garrafa na geladeira na noite anterior”, finaliza Henriques.

Fonte: Notícia Expressa

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio respondeu por 45,7% das exportações brasileiras em junho

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Levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) aponta que o agronegócio foi responsável por 45,7% de todas as exportações brasileiras em junho, totalizando R$ 85,77 bilhões — um avanço de 14% na comparação anual. No acumulado do primeiro semestre, o setor exportou R$ 450,25 bilhões, alta de 6,2%.

Mais do que índices macroeconômicos, esse desempenho define o horizonte para os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagros). Em um momento em que a exportação flui — impulsionada pela soja (R$ 32,36 bilhões em junho) e pela carne bovina, que teve a China consolidada como principal destino após compras na casa dos R$ 33,50 bilhões — a capacidade de pagamento do produtor rural e das empresas da cadeia produtiva é reforçada, criando um cenário favorável para a originação de crédito de melhor qualidade.

A força das exportações do agro não está concentrada apenas nos grandes polos. Os dados da CNM indicam que 1.497 municípios brasileiros registraram exportações do setor em junho, com Mato Grosso (R$ 15,61 bilhões) e São Paulo (R$ 12,66 bilhões) liderando a ponta.

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Fonte: Pensar Agro

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