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Defesa Civil Municipal reforça mobilização das equipes após novo alerta de chuvas intensas para Cuiabá

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A Defesa Civil de Mato Grosso emitiu um novo alerta para a possibilidade de chuvas intensas em Cuiabá e região, com previsão de precipitação de até 60 milímetros por hora, acompanhada de ventos que podem chegar a 100 km/h. O aviso é válido até as 11h desta quarta-feira (25) e aponta riscos de alagamentos, queda de galhos de árvores e descargas elétricas, exigindo atenção redobrada da população.

Diante do cenário, a Prefeitura de Cuiabá mantém equipes mobilizadas e em monitoramento contínuo, reforçando o compromisso com a segurança e o atendimento rápido à população. A atuação preventiva inclui o acompanhamento das áreas de risco, como regiões próximas a córregos e pontos historicamente afetados por alagamentos, além da manutenção de serviços essenciais de drenagem urbana.

O secretário municipal de Defesa Civil da Capital, coronel BM Alessandro Borges, confirmou o recebimento do alerta e destacou o trabalho das equipes em campo. “Confirmamos o recebimento do alerta, assim como das informações da Defesa Civil Estadual. Este aviso abrange todo o estado, incluindo Cuiabá. Nossas equipes já estão em campo, acompanhando e monitorando a situação. No momento, registramos chuva em diversos pontos da capital, mas dentro da normalidade”, afirmou.

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Segundo ele, a previsão se estende entre os dias 23 e 25 de março, o que mantém o município em estado de atenção. “Seguiremos monitorando o desdobramento das precipitações previstas. É fundamental que a população permaneça atenta aos canais oficiais. Em caso de chuvas mais intensas, a Defesa Civil emitirá alertas automáticos”, reforçou.

O secretário também ressaltou a importância da participação da população na prevenção de acidentes. “Cada cidadão deve observar as condições da sua localidade. Diante de qualquer intercorrência causada por chuvas fortes, é essencial adotar imediatamente as medidas de segurança recomendadas e seguir as instruções dos alertas”, orientou.

Assim como em alertas anteriores, o mês de março segue marcado por instabilidades climáticas, com variações nos níveis de risco e possibilidade de temporais em curto espaço de tempo. Em situações recentes, as chuvas provocaram transtornos pontuais na capital, principalmente em áreas de baixada, reforçando a necessidade de vigilância constante.

Entre as principais recomendações estão evitar abrigo debaixo de árvores durante ventos fortes, não estacionar veículos próximos a torres ou placas, não atravessar áreas alagadas e manter distância de fios elétricos rompidos. Em caso de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193. Em Cuiabá, também está disponível o WhatsApp da Defesa Civil: (65) 99244-4018.

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A Prefeitura de Cuiabá reforça que segue preparada para agir com rapidez diante de qualquer ocorrência, com equipes técnicas de prontidão e ações preventivas em andamento. A orientação é clara: acompanhar os alertas oficiais, adotar medidas de segurança e agir com prudência são atitudes essenciais para preservar vidas durante o período chuvoso.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Carne suína: percepção de oferta confortável pressiona preços e trava mercado no Brasil

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O mercado brasileiro de carne suína registrou uma semana de comportamento misto entre o quilo vivo e os cortes negociados no atacado. A pressão predominante veio da percepção de que a oferta de animais segue confortável, fator que limita reajustes e mantém o setor em ritmo lento de negociações.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a indústria adotou uma postura mais reticente nas compras do suíno vivo em Minas Gerais ao longo da semana. O movimento reflete a percepção de equilíbrio — ou até excesso — na oferta disponível, o que reduz o poder de barganha dos produtores.

Ao mesmo tempo, os frigoríficos monitoram o escoamento da carne suína no mercado interno, que apresenta leve melhora, mas ainda sem força suficiente para sustentar altas mais consistentes nos preços.

Consumo pode ganhar tração na primeira quinzena de julho

De acordo com Maia, as expectativas do setor se concentram na primeira metade de julho, período tradicionalmente associado ao aumento da circulação de renda com o pagamento de salários.

Além disso, o avanço do inverno em diversas regiões do país tende a favorecer o consumo de proteínas, especialmente carnes de preparo doméstico. Outro fator de atenção é a competitividade da carne suína frente à bovina, o que pode ampliar a demanda no varejo.

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No cenário externo, as exportações seguem como principal variável positiva para o setor em 2026, funcionando como importante amortecedor para o mercado interno.

Preços do suíno vivo recuam na média nacional

Levantamento da Safras & Mercado apontou que a média do quilo do suíno vivo no Brasil recuou de R$ 5,34 para R$ 5,28 ao longo da semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça ficou em R$ 8,89, enquanto o pernil foi negociado a R$ 11,18.

Cotações variam entre estabilidade e ajustes regionais

No mercado paulista, a arroba suína subiu de R$ 101,00 para R$ 102,00, indicando leve reação pontual.

Em outras regiões, o comportamento foi mais heterogêneo:

  • No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto no interior avançou de R$ 5,10 para R$ 5,15
  • Em Santa Catarina, a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto o interior subiu de R$ 5,05 para R$ 5,10
  • No Paraná, o mercado livre avançou de R$ 4,90 para R$ 5,00, e a integração manteve R$ 5,60
  • Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande ficou estável em R$ 5,10, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
  • Em Goiás, os preços subiram de R$ 5,40 para R$ 5,50
  • Em Minas Gerais, o interior caiu de R$ 6,00 para R$ 5,90, enquanto o mercado independente ficou estável em R$ 6,10
  • Em Mato Grosso, Rondonópolis manteve R$ 5,50, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
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O cenário geral reforça um mercado fragmentado, com variações pontuais e ausência de tendência única.

Exportações seguem em queda no comparativo anual

As exportações brasileiras de carne suína in natura somaram US$ 212,827 milhões em junho, considerando 14 dias úteis, com média diária de US$ 15,202 milhões.

O volume embarcado atingiu 84,663 mil toneladas, com média diária de 6,047 mil toneladas, enquanto o preço médio ficou em US$ 2.513,8 por tonelada.

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • queda de 5,2% no valor médio diário
  • recuo de 1% na quantidade média diária
  • redução de 4,3% no preço médio

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e reforçam um cenário de leve perda de ritmo nas exportações, apesar de o setor seguir relevante para o equilíbrio da cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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