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ABCZ Promove Visitas Técnicas a Criatórios de Nelore para Avanço do PMGZ

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A Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) realizou visitas técnicas assistidas aos criatórios Nelore Grendene e Nelore IF – Grupo Fogliatto, em Cáceres (MT), como parte do acompanhamento do Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos (PMGZ).

Objetivo da Visita

As visitas, conduzidas pelas equipes Técnica e de Fomento da ABCZ, tiveram como objetivo principal acompanhar o progresso do PMGZ e entender as práticas de seleção genética adotadas pelos criatórios. O foco é aprimorar as características produtivas e funcionais da raça Nelore.

Atendimento Personalizado

Durante as visitas, lideradas por Henrique Torres Ventura, Ricardo Abreu e Fábio Eduardo Ferreira, representantes da ABCZ, foram ouvidas as demandas dos criadores e esclarecidas dúvidas sobre as ferramentas do PMGZ. O serviço é direcionado e adaptado às necessidades de cada fazenda, visando proporcionar uma assistência completa.

Troca de Experiências

Os gestores dos criatórios também tiveram a oportunidade de compartilhar suas experiências e resultados alcançados com o uso das ferramentas do PMGZ. Robson Fogliatto, do Nelore IF, destacou a importância do diálogo e da colaboração entre a ABCZ e os criadores, ressaltando os benefícios dessa interação para o desenvolvimento do setor.

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Reconhecimento e Satisfação

Ilson Corrêa, diretor de pecuária da Nelore Grendene, elogiou a iniciativa da ABCZ, destacando o impacto positivo que as visitas tiveram na equipe e expressando gratidão pela oportunidade de colaboração e aprendizado mútuo. A ação reforça o compromisso da ABCZ em fornecer suporte integral aos seus associados e impulsionar o avanço da pecuária zebuína no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Carne suína: percepção de oferta confortável pressiona preços e trava mercado no Brasil

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O mercado brasileiro de carne suína registrou uma semana de comportamento misto entre o quilo vivo e os cortes negociados no atacado. A pressão predominante veio da percepção de que a oferta de animais segue confortável, fator que limita reajustes e mantém o setor em ritmo lento de negociações.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a indústria adotou uma postura mais reticente nas compras do suíno vivo em Minas Gerais ao longo da semana. O movimento reflete a percepção de equilíbrio — ou até excesso — na oferta disponível, o que reduz o poder de barganha dos produtores.

Ao mesmo tempo, os frigoríficos monitoram o escoamento da carne suína no mercado interno, que apresenta leve melhora, mas ainda sem força suficiente para sustentar altas mais consistentes nos preços.

Consumo pode ganhar tração na primeira quinzena de julho

De acordo com Maia, as expectativas do setor se concentram na primeira metade de julho, período tradicionalmente associado ao aumento da circulação de renda com o pagamento de salários.

Além disso, o avanço do inverno em diversas regiões do país tende a favorecer o consumo de proteínas, especialmente carnes de preparo doméstico. Outro fator de atenção é a competitividade da carne suína frente à bovina, o que pode ampliar a demanda no varejo.

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No cenário externo, as exportações seguem como principal variável positiva para o setor em 2026, funcionando como importante amortecedor para o mercado interno.

Preços do suíno vivo recuam na média nacional

Levantamento da Safras & Mercado apontou que a média do quilo do suíno vivo no Brasil recuou de R$ 5,34 para R$ 5,28 ao longo da semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça ficou em R$ 8,89, enquanto o pernil foi negociado a R$ 11,18.

Cotações variam entre estabilidade e ajustes regionais

No mercado paulista, a arroba suína subiu de R$ 101,00 para R$ 102,00, indicando leve reação pontual.

Em outras regiões, o comportamento foi mais heterogêneo:

  • No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto no interior avançou de R$ 5,10 para R$ 5,15
  • Em Santa Catarina, a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15, enquanto o interior subiu de R$ 5,05 para R$ 5,10
  • No Paraná, o mercado livre avançou de R$ 4,90 para R$ 5,00, e a integração manteve R$ 5,60
  • Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande ficou estável em R$ 5,10, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
  • Em Goiás, os preços subiram de R$ 5,40 para R$ 5,50
  • Em Minas Gerais, o interior caiu de R$ 6,00 para R$ 5,90, enquanto o mercado independente ficou estável em R$ 6,10
  • Em Mato Grosso, Rondonópolis manteve R$ 5,50, enquanto a integração recuou de R$ 5,55 para R$ 5,15
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O cenário geral reforça um mercado fragmentado, com variações pontuais e ausência de tendência única.

Exportações seguem em queda no comparativo anual

As exportações brasileiras de carne suína in natura somaram US$ 212,827 milhões em junho, considerando 14 dias úteis, com média diária de US$ 15,202 milhões.

O volume embarcado atingiu 84,663 mil toneladas, com média diária de 6,047 mil toneladas, enquanto o preço médio ficou em US$ 2.513,8 por tonelada.

Na comparação com junho de 2025, houve:

  • queda de 5,2% no valor médio diário
  • recuo de 1% na quantidade média diária
  • redução de 4,3% no preço médio

Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e reforçam um cenário de leve perda de ritmo nas exportações, apesar de o setor seguir relevante para o equilíbrio da cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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