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Cuiabá tem segundo domingo com ônibus gratuito

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Neste domingo, 11 de maio, os cuiabanos contaram novamente com o transporte coletivo gratuito, sendo o segundo domingo consecutivo com Tarifa Zero. Desde a estreia do benefício, no dia 1º de maio, mais de 56 mil usuários já foram beneficiados com a medida que visa democratizar o acesso à lazer e incentivar o uso do transporte público. Ao longo do ano ainda serão 33 domingos com passagem gratuita em 2025, além da possibilidade de estender a medida para alguns feriados, mediante decreto do Executivo.

A gratuidade está garantida pela nova Lei Municipal nº 7.248, sancionada pelo prefeito Abilio Brunini e publicada no Diário Oficial no fim de abril. Lembrando que a proposta foi aprovada de forma unânime pelos 27 vereadores da capital.

É válida apenas para as linhas municipais de Cuiabá, não abrangendo o transporte entre Cuiabá e Várzea Grande, os intermunicipais.

“A Tarifa Zero é uma conquista da população cuiabana. Só foi possível graças à economia gerada dentro da máquina pública. Cortamos gastos desnecessários e agora estamos devolvendo isso em forma de serviço à população”, afirmou o prefeito Abilio Brunini.

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No primeiro domingo de vigência, dia 4 de maio, mais de 27 mil passageiros aproveitaram a gratuidade para visitar parques, familiares e outros espaços públicos. A iniciativa representa um passo importante na promoção da inclusão social e no fortalecimento da mobilidade urbana.

Para acessar o benefício, é necessário possuir o cartão transporte, disponível online no site da MTU (https://amtu.com.br/solicitacao-de-cartao-transporte), nas cabines dos terminais ou com monitores identificados.

#PraCegoVer

A imagem mostra a parte frontal do ônibus coletivo na Estação Alencastro e uma senhora de mãos dadas no início de uma faixa de pedestres. Do outro lado está da via está a lateral da igreja Matriz.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Café recua no Brasil e exterior com expectativa de safra forte, mas mercado inicia dia com sinais mistos entre arábica e robusta

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O mercado do café vive um momento de transição, marcado pela pressão da expectativa de uma boa safra brasileira no ciclo 2026/27 e por movimentos divergentes nas bolsas internacionais. Segundo o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), os preços do arábica e do robusta encerraram abril em queda no Brasil e no exterior, embora fatores como estoques reduzidos e tensões geopolíticas tenham limitado perdas mais intensas.

Ao mesmo tempo, nesta quarta-feira (06), o mercado inicia o dia com comportamento misto: o arábica recua na Bolsa de Nova York (ICE Futures), enquanto o robusta apresenta valorização em Londres, refletindo um cenário ainda volátil e sensível a ajustes de oferta e demanda.

Expectativa de safra brasileira pressiona preços do café em abril

De acordo com o Cepea, o principal fator de pressão sobre as cotações foi o otimismo em relação à oferta global de café no ciclo 2026/27, impulsionado pelas projeções de uma safra favorável no Brasil. Esse cenário aumentou a percepção de maior disponibilidade do produto no mercado internacional.

Apesar disso, as quedas foram parcialmente contidas pelos baixos estoques certificados na Bolsa de Nova York e pelas incertezas geopolíticas no Oriente Médio, que ainda afetam o fluxo comercial entre países produtores e consumidores.

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Arábica registra queda expressiva no mês

O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou abril com média de R$ 1.811,87 por saca de 60 kg, recuo de 5,3% frente a março. Em comparação com abril de 2025, a queda chega a 26,8% em termos reais.

Na Bolsa de Nova York, o contrato julho/26 encerrou abril a 285,55 centavos de dólar por libra-peso, com baixa de 525 pontos no mês, reforçando a tendência de pressão vinda da expectativa de maior oferta brasileira com o avanço da colheita.

Robusta também recua, mas em ritmo diferente

O robusta acompanhou o movimento de queda, porém com intensidade maior. O Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, peneira 13 acima, no Espírito Santo, teve média de R$ 917,15 por saca em abril, recuo de 10,3% em relação a março e de 40,1% frente ao mesmo período do ano passado.

Mercado inicia maio com comportamento misto nas bolsas internacionais

Na abertura desta quarta-feira, o mercado do café apresenta direções opostas entre os contratos.

Na Bolsa de Nova York, o arábica opera em leve queda em diferentes vencimentos, refletindo a continuidade da pressão da safra brasileira e ajustes técnicos após o recuo de abril.

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Já na Bolsa de Londres, o robusta registra valorização, com alta em todos os principais contratos, sustentado por movimentos de curto prazo e ajustes de posições dos investidores.

Safra brasileira e clima mantêm atenção do mercado

No Brasil, o mercado físico segue com negociações lentas. Embora haja melhora pontual nas ofertas por parte dos compradores, produtores ainda demonstram cautela, aguardando definições mais claras sobre preços internacionais e variações cambiais.

No campo, o clima segue favorável ao desenvolvimento das lavouras. Predomina o tempo seco nas principais regiões produtoras do Centro-Sul, com variações de temperatura entre madrugadas frias e tardes quentes. Há previsão de chuvas pontuais em áreas do Espírito Santo e sul da Bahia, além da chegada de uma frente fria nos próximos dias, sem indicativos de risco de geadas.

Cenário do café segue sensível e volátil

O conjunto de fatores reforça um mercado de café ainda instável, no qual a expectativa de maior oferta global pressiona as cotações, enquanto fatores técnicos e climáticos ajudam a sustentar parte dos preços no curto prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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