AGRONEGÓCIO

Cuiabá mantém vacinação em todas as unidades básicas de saúde

Publicado em

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), informa que todas as 68 Unidades Básicas de Saúde (UBS) estão abastecidas com vacinas do Calendário Nacional de Imunização, garantindo a proteção de crianças, adolescentes, adultos e idosos. O atendimento segue normalmente mesmo após o Dia D da vacinação e está disponível também para turistas que estiverem na capital para o show do Guns N’ Roses, nesta sexta-feira (31), na Arena Pantanal.

As unidades estão distribuídas nas quatro regiões da cidade, Norte, Sul, Leste e Oeste, e funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Todas contam com equipes preparadas para orientar a população e aplicar as doses de acordo com a faixa etária e o histórico vacinal.

A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, reforça que a vacinação é uma das principais estratégias de prevenção de doenças e deve ser mantida atualizada durante todo o ano.
“Mesmo após o Dia D, as unidades continuam vacinando normalmente. A imunização é a forma mais eficaz de prevenir doenças graves e garantir a saúde da população, incluindo os visitantes que chegam a Cuiabá para os grandes eventos”, destacou.

Leia Também:  Raça Brangus impulsiona crescimento do Promebo, que supera 45 mil avaliações em 2025

A secretária de Atenção Primária, Cinara Brito, ressalta que o município está preparado para atender toda a demanda, tanto da população local quanto dos turistas que visitam a capital.
“Todas as nossas unidades estão com estoques abastecidos e equipes disponíveis para atender quem precisa atualizar a caderneta de vacinação. Vacinar é um ato de cuidado coletivo, que protege não apenas quem recebe a dose, mas toda a comunidade”, afirmou Cinara.

Vale ressaltar que, após a aplicação, a vacina leva cerca de duas semanas para se tornar efetiva no organismo. Esse é o tempo que o sistema imunológico leva para produzir anticorpos neutralizantes, responsáveis por garantir a proteção contra o agente infeccioso. Por isso, é importante manter o esquema vacinal em dia e não deixar para se vacinar apenas em períodos de surto ou antes de eventos específicos.

Vacinas disponíveis na rede municipal

O município oferece todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação, contemplando diferentes faixas etárias.

Crianças (0 a 9 anos)
BCG, Hepatite B, Penta (DTP+Hib+HB), Poliomielite (VIP), Pneumocócica 10-valente, Rotavírus humano, Meningocócica C e ACWY, Tríplice viral (SCR), Tetraviral (SCRV), Febre amarela, Influenza (gripe), Covid-19, Hepatite A e Varicela.

Leia Também:  Colheita da soja deve pressionar fretes rodoviários a partir de fevereiro

Adolescentes e jovens (10 a 24 anos)
HPV quadrivalente, Meningocócica ACWY, Hepatite B, dT (difteria e tétano), Febre amarela, Tríplice viral (SCR), Pneumocócica 23-valente e Varicela (para indígenas e profissionais de saúde).

Adultos (25 a 59 anos)
Hepatite B, dT, Febre amarela, Tríplice viral (SCR), Pneumocócica 23-valente e Varicela (para profissionais de saúde e indígenas).

Idosos (a partir de 60 anos)
Hepatite B, dT, Febre amarela (conforme avaliação médica), Tríplice viral (para trabalhadores da saúde), Pneumocócica 23-valente, Varicela (para indígenas e profissionais de saúde), Influenza (gripe) e Covid-19.

A SMS reforça que manter a caderneta de vacinação atualizada é fundamental para evitar o ressurgimento de doenças já controladas e proteger toda a comunidade.
 

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Câmbio mais favorável ao agronegócio pode impulsionar exportações no segundo semestre, aponta Rabobank

Published

on

O comportamento do câmbio segue como um dos principais fatores de atenção para o agronegócio brasileiro em 2026. Após um primeiro semestre marcado pela valorização do real frente ao dólar, o cenário para os próximos meses pode trazer mudanças importantes para a competitividade das exportações do país.

A análise faz parte do relatório AgroInfo 2026, divulgado pelo Rabobank, que avalia os impactos do ambiente macroeconômico sobre as principais cadeias produtivas do agronegócio nacional.

Valorização do real reduziu ganhos dos exportadores

Segundo o Rabobank, a apreciação da moeda brasileira ao longo da primeira metade do ano teve efeitos distintos entre os setores do agro.

Embora alguns segmentos tenham sido beneficiados pela redução dos custos de insumos importados, diversas cadeias exportadoras enfrentaram compressão das margens devido à menor conversão das receitas obtidas em dólar.

O efeito foi percebido principalmente em commodities como soja, milho, algodão e celulose, cujos preços internacionais não se refletiram integralmente nos valores recebidos pelos produtores brasileiros.

No mercado da soja, por exemplo, mesmo com as cotações internacionais alcançando patamares elevados em Chicago durante o primeiro trimestre, os preços em reais permaneceram relativamente estáveis devido à combinação entre valorização do real e redução dos prêmios de exportação.

Leia Também:  Produção recorde de açúcar no Brasil pressiona preços e projeta mix menor para 2026/27
Cenário externo segue pressionando o mercado cambial

O relatório aponta que o ambiente internacional continua sendo determinante para o comportamento das moedas emergentes.

Conflitos geopolíticos, tensões comerciais, inflação global e as decisões de política monetária das principais economias do mundo permanecem influenciando diretamente o fluxo de capitais e a cotação do dólar.

Além disso, a desaceleração econômica em diversos mercados consumidores e as incertezas relacionadas ao comércio internacional mantêm elevado o nível de cautela dos investidores.

Exportadores podem ganhar competitividade

Para o segundo semestre de 2026, o Rabobank avalia que existe a possibilidade de enfraquecimento do real frente ao dólar, movimento que tende a favorecer setores fortemente dependentes das exportações.

A expectativa é especialmente positiva para segmentos como celulose, soja, algodão, carnes e demais commodities agrícolas, que podem ampliar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional.

No caso da celulose, o banco destaca que preços internacionais ligeiramente mais altos, combinados a uma possível desvalorização do real, podem impulsionar as receitas dos exportadores brasileiros ao longo da segunda metade do ano.

Impactos variam entre as cadeias produtivas

Apesar dos possíveis benefícios para as exportações, o efeito cambial não é uniforme entre todos os segmentos do agronegócio.

Leia Também:  Preços da banana caem 4,89% nas Ceasas do Brasil, aponta Conab; hortaliças também registram recuo em maio

No milho, por exemplo, a valorização do real já vem sendo apontada como um fator que limita a competitividade das vendas externas brasileiras diante da concorrência de países como Estados Unidos e Argentina.

Já no mercado da soja, o câmbio continua sendo um dos principais componentes da formação de preços ao produtor, juntamente com os prêmios de exportação e as cotações da Bolsa de Chicago.

Gestão de risco será fundamental

Diante de um ambiente marcado por volatilidade cambial e incertezas geopolíticas, o Rabobank reforça a importância do monitoramento constante dos mercados e da adoção de estratégias de gestão de risco.

Para produtores, cooperativas, tradings e agroindústrias, a combinação entre câmbio, preços internacionais, logística e demanda global continuará sendo determinante para a rentabilidade dos negócios nos próximos meses.

O banco avalia que o segundo semestre deverá ser marcado por maior sensibilidade dos mercados às condições macroeconômicas globais, exigindo atenção redobrada dos agentes do agronegócio na tomada de decisões comerciais e financeiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA