AGRONEGÓCIO

Cuiabá inicia ciclo de conferências de Assistência Social e dos Idosos; veja datas

Publicado em

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, dará início, a partir do dia 17 de junho, a uma série de eventos que compõem as Conferências Municipais e Regionais de Assistência Social e dos Idosos. Os encontros visam discutir diretrizes, avaliar políticas públicas e ampliar a participação social na construção de um sistema de proteção mais justo e eficaz.

“A realização de uma Conferência não é algo isolado, mas parte de um processo amplo de diálogo e democratização da gestão pública. Por esta razão, a participação popular e, principalmente, a presença dos usuários é fundamental para implementação de políticas públicas efetivas”, destaca a secretária municipal de Assistência Social, Hélida Vilela.

Para o presidente do Conselho Municipal do Idoso, Jerônimo Urei, é um espaço fundamental para promover os direitos, a inclusão e a qualidade de vida dos idosos. “A conferência também promove e fortalece a rede de proteção dos idosos em nossa capital”, comentou.

As conferências são espaços importantes onde representantes do poder público, sociedade civil e usuários dos serviços de assistência se reúnem para debater desafios e propor melhorias. A programação contempla encontros regionais e municipais, voltados tanto à assistência social quanto à população idosa.

Leia Também:  Fendt destaca trajetória no Brasil e inovações tecnológicas no Congresso Brasileiro da Soja

Cronograma dos eventos:

Conferência Municipal de Assistência Social
17 e 18 de junho
Das 7h30 às 17h
Auditório da FASIP (ao lado da SETASC) – Rua Jornalista Amaro Figueiredo Falcão, nº 133, CPA 1

Conferências Regionais de Assistência Social
21 de maio
Das 13h às 17h
CRAS Osmar Cabral
27 de maio
Das 8h às 11h
CREAS Norte

Conferências Regionais dos Idosos
22 de maio
Das 7h30 às 11h30
CCI João Guerreiro
28 de maio
Das 7h30 às 11h30
CCI Maria Ignês

Conferência Municipal dos Idosos
10 e 11 de junho
Das 7h às 17h
Faculdade Evangélica Integradas Cantares de Salomão – Av. Historiador Rubens de Mendonça, 3500, Bosque da Saúde

A participação da comunidade é essencial para garantir que as políticas públicas estejam alinhadas às reais necessidades da população.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Governo define regras para exportações do agronegócio para a Europa

Published

on

O governo federal detalhou as regras para uso das cotas tarifárias previstas no acordo entre Mercosul e União Europeia, definindo como o agro brasileiro poderá acessar, na prática, os benefícios comerciais já em vigor desde 1º de maio.

As normas, publicadas pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), nesta segunda-feira (04.05), estabelecem critérios operacionais para exportação e importação dentro do novo regime. O objetivo é dar previsibilidade à aplicação do acordo, que ainda depende de ratificação definitiva pelo Parlamento Europeu.

O sistema de cotas atinge diretamente produtos centrais da pauta agropecuária brasileira, como carnes, açúcar, etanol, arroz, milho e derivados, mel, ovos e bebidas como cachaça e rum. São cadeias que passam a disputar um volume limitado com tarifa reduzida ou zerada. Dentro da cota, o produto entra com vantagem competitiva; fora dela, continua sendo exportado, mas com imposto cheio, o que reduz margem.

Esse desenho tem efeito direto na formação de preço ao produtor. Cadeias que conseguirem acessar as cotas tendem a capturar melhor valor no mercado europeu, enquanto operações fora desse limite ficam mais expostas à concorrência internacional. Como a distribuição seguirá, em regra, a ordem de solicitação, empresas com maior organização comercial, tradings, cooperativas e agroindústrias, terão vantagem na captura desse espaço.

Leia Também:  Mercado da soja enfrenta pressão do clima e do câmbio, mas China pode reaquecer exportações

Outro ponto central é a exigência do Certificado de Origem, documento que comprova que o produto atende às regras do acordo. Na prática, isso eleva o nível de exigência dentro da porteira. Rastreabilidade, regularidade de entrega e padronização passam a ser condição para acessar os mercados com melhor remuneração.

Além de definir o uso das cotas, o governo atualizou as regras de certificação de origem. Entre os avanços estão a criação de um modelo específico de Certificado de Origem para o acordo com a União Europeia, a ampliação do uso do certificado eletrônico para mercados como o europeu e a Índia, a autorização de assinatura digital e regras mais claras para autocertificação. Também foi regulamentada a transferência de cotas entre empresas do mesmo grupo econômico, o que tende a dar mais flexibilidade às operações.

Embora as cotas representem uma parcela pequena do comércio, cerca de 4% das exportações, elas se concentram justamente em produtos de maior valor agregado. Isso aumenta a disputa dentro do próprio Mercosul e tende a diferenciar produtores integrados a cadeias exportadoras daqueles que operam fora desses arranjos.

Leia Também:  Invasões de terras e conflitos agrários preocupam produtores rurais

Para o produtor rural, o efeito é claro: o acesso ao mercado europeu passa a depender menos do volume produzido e mais da capacidade de atender exigências técnicas e comerciais. Quem estiver inserido em cadeias organizadas e conseguir cumprir esses critérios tende a capturar melhores preços. Quem não estiver, continuará exposto ao mercado tradicional, com menor poder de barganha.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA