AGRONEGÓCIO

Fendt destaca trajetória no Brasil e inovações tecnológicas no Congresso Brasileiro da Soja

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Participação no Congresso Brasileiro da Soja

A Fendt, marca alemã de máquinas e implementos agrícolas pertencente ao grupo AGCO, confirma presença no X Congresso Brasileiro da Soja (CBSoja) – Mercosoja 2025. O evento, promovido pela Embrapa Soja, ocorrerá entre os dias 21 e 24 de julho no Centro de Exposições e Convenções Expo Dom Pedro, em Campinas (SP).

Palestra sobre a trajetória da marca no Brasil

No dia 22 de julho, às 10h15, Elizeu dos Santos, gerente de Marketing de Produto da Fendt, apresentará a palestra “Líderes Produzem com Fendt”. O conteúdo abordará a trajetória da marca no Brasil, destacando sua presença desde 1960, quando foi uma das primeiras fabricantes de tratores autorizadas pelo Grupo Executivo da Indústria Automobilística (GEIA) a iniciar produção nacional, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.

Destaques do estande da Fendt

Durante o congresso, a Fendt contará com um estande exclusivo, onde apresentará dois de seus principais equipamentos:

  • Fendt 728 Vario:
    • Trator reconhecido internacionalmente por sua potência de até 303 cv, alta eficiência no consumo de combustível e tecnologias avançadas, como o sistema FendtONE e o controle de pressão dos pneus VarioGrip. Esses recursos garantem mais produtividade e conforto operacional.
  • Fendt Momentum 18 linhas:
    • Plantadeira de alta performance, desenvolvida para atender às necessidades de grandes produtores com precisão, robustez e eficiência no plantio.
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Compromisso com o agro brasileiro

Segundo Elizeu dos Santos, a participação da Fendt no Congresso Brasileiro da Soja reforça o alinhamento da marca com as necessidades do setor.

“Nosso objetivo é contribuir com soluções que realmente fazem a diferença no campo e apoiar o produtor rural em sua jornada de crescimento e produtividade”, afirma.

A empresa destaca que inovação, sustentabilidade e avanço tecnológico são pilares centrais de sua atuação no mercado agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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