AGRONEGÓCIO

Cuiabá amplia oportunidades de esporte e lazer para terceira idade

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A Prefeitura de Cuiabá tem reforçado o papel do esporte e do lazer como instrumentos de inclusão, saúde e convivência social para a terceira idade. Por meio da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, a gestão ampliou as oportunidades de acesso a atividades físicas, com destaque para a Escolinha de Esportes, que oferece turmas específicas para idosos, e o projeto Escola na Comunidade, que abre as quadras de escolas municipais fora do horário regular de aulas. Ao todo, 250 idosos estão matriculados em diferentes modalidades esportivas, distribuídas em seis unidades da capital, contemplando bairros e distritos de todas as regiões.

De acordo com o secretário de Esportes e Lazer, Jefferson Neves, a prática esportiva vai muito além da atividade física: é uma política de saúde e de fortalecimento de vínculos.
“Em Cuiabá, trabalhamos para que o idoso seja parte ativa da sociedade. O esporte é prevenção, integração e bem-estar. Hoje temos idosos participando das nossas escolinhas e dos treinos funcionais no Escola na Comunidade, o que mostra que a idade não é barreira para viver com qualidade”, destacou.

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A data ganha ainda mais relevância nesta quarta-feira (1°), quando é celebrado o Dia Mundial do Idoso, momento de reflexão sobre a importância de políticas públicas voltadas ao envelhecimento ativo e saudável.

Atualmente, 20 escolas municipais integram o Escola na Comunidade, oferecendo modalidades como futsal, vôlei, basquete e treino funcional, com a participação de moradores de todas as idades, inclusive idosos com mais de 70 anos. Já nas escolinhas, as vagas são divididas entre categorias infantil, juvenil, adulto, melhor idade e adaptada (para pessoas com deficiência).

O compromisso da Prefeitura com a qualidade de vida da pessoa idosa também se estende a outras áreas. Em setembro, os 97 internos do Abrigo Bom Jesus vivenciaram uma experiência inédita: um projeto-piloto de terapia com cães, promovido pela Diretoria de Bem-Estar Animal. A iniciativa tem como objetivo estimular aspectos cognitivos, afetivos e psicológicos, proporcionando momentos de alegria e acolhimento.

Além disso, a gestão municipal garantiu a cessão da área da antiga Escola Estadual Maria Eliza Bocaiúva, no bairro Dom Aquino, que será transformada em um centro de convivência com foco em idosos e adolescentes, incluindo piscina para hidroginástica, quadra poliesportiva e espaços culturais.

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Na rede socioassistencial, a Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão mantém quatro Centros de Convivência para Idosos (CCIs), onde são realizadas oficinas da memória, aulas de dança, fisioterapia, rodas de conversa, palestras e atividades físicas em piscinas aquecidas.

Para o prefeito Abilio Brunini, a soma de ações mostra que Cuiabá tem priorizado políticas públicas que colocam o idoso como protagonista.
“Estamos trabalhando para que cada idoso tenha acesso a esporte, lazer, saúde e convivência. Queremos que se sintam respeitados e reconhecidos como parte fundamental da nossa sociedade”, afirmou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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