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Controle Eficiente da Buva na Cultura da Soja por meio de Manejo com Herbicidas

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A safra de soja brasileira, atualmente em estágio inicial, tem potencial para alcançar um recorde de 166,05 milhões de toneladas, representando um aumento expressivo de 12,7% em relação ao ciclo anterior. Esse crescimento é atribuído tanto à ampliação da área plantada, que deverá alcançar 47,3 milhões de hectares — 1 milhão a mais do que na safra anterior — quanto ao aumento da produtividade por hectare, conforme aponta a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A região Sul do Brasil responde por aproximadamente 25% da produção nacional. Nesse contexto, o manejo de plantas daninhas é fundamental para garantir a produtividade desejada, e a Corteva Agriscience oferece um herbicida eficaz no controle da buva, uma das principais plantas daninhas que afetam a soja no Sul do país.

“A buva é uma planta daninha presente em todas as regiões brasileiras, mas sua incidência é mais significativa no Sul, devido às condições climáticas locais. Essa planta compete por água, luz solar e nutrientes. Portanto, o manejo com herbicidas se torna imprescindível. O Elevore®, da Corteva, efetua o controle dessa daninha na pós-emergência, oferecendo uma solução bem conhecida pelos produtores, pois contém o ativo Arylex, que é utilizado em herbicidas líderes da empresa, reconhecidos pelo controle eficaz de buvas e outras plantas daninhas. O Elevore® proporciona controle em pós-emergência, conferindo maior flexibilidade ao manejo do agricultor”, explica André Baptista, Líder do Portfólio de Herbicidas da Corteva Agriscience para o Brasil e Paraguai.

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Um estudo realizado pela Kynetec revela que a buva está presente em 82% das lavouras do Paraná, enquanto no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina essa presença atinge 78% na safra 2023/2024. Para garantir a eficácia da aplicação do Elevore®, é essencial que os produtores sigam as recomendações descritas na bula do produto.

Elevore®: Solução Eficaz no Controle de Plantas Daninhas

O herbicida Elevore® foi desenvolvido para a dessecação pré-plantio da soja, utilizando a tecnologia Arylex® active, já amplamente reconhecida pelos produtores. Este produto inovador no controle da buva na pré-emergência da soja pode ser aplicado sem antagonismo com graminicidas. Trata-se do mais recente integrante da família Arylex® active, que, além de controlar a buva, também é eficaz contra plantas como trapoeraba, leiteiro e picão-preto. Ademais, sua formulação não apresenta antagonismo quando associada a graminicidas, permitindo ao agricultor o controle simultâneo de folhas largas e estreitas em uma única aplicação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja ganha força no mercado brasileiro, enquanto milho enfrenta pressão com safra recorde e concorrência internacional

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Relatório do Rabobank aponta alta nos preços da soja impulsionada por exportações e processamento doméstico, enquanto milho sofre impacto da ampla oferta global e avanço da segunda safra brasileira.

Mercado de grãos apresenta movimentos distintos em junho

O mercado brasileiro de grãos iniciou junho com comportamentos opostos para soja e milho. Enquanto a oleaginosa registrou valorização sustentada pela forte demanda externa e pela indústria de esmagamento, o milho enfrentou pressão nos preços diante da expectativa de uma safra robusta e da concorrência crescente de exportadores como Estados Unidos e Argentina.

De acordo com levantamento divulgado pelo Rabobank em seu relatório mensal sobre grãos e oleaginosas, os preços da soja pagos ao produtor avançaram cerca de 2% em junho na comparação com o mês anterior. Já o milho registrou retração de aproximadamente 4%, refletindo o cenário de maior oferta e menor competitividade no mercado internacional.

Exportações de soja batem ritmo forte em 2026

O desempenho das exportações continua sendo um dos principais fatores de sustentação para o mercado da soja brasileira. Em maio, o Brasil embarcou 14,8 milhões de toneladas da commodity, volume 5% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. No acumulado do ano, os embarques atingiram 55 milhões de toneladas, crescimento de 7% em relação ao ano passado.

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Segundo o Rabobank, a combinação entre safra recorde e elevada competitividade da soja brasileira no mercado global tem favorecido o desempenho exportador, consolidando o país como principal fornecedor mundial da oleaginosa.

Além das exportações, a demanda interna para processamento segue aquecida, contribuindo para a sustentação dos preços pagos aos produtores nas principais regiões agrícolas.

Milho enfrenta cenário mais desafiador

Diferentemente da soja, o milho encontra um ambiente de mercado mais pressionado. As exportações brasileiras do cereal somaram apenas 250 mil toneladas em maio, volume 47% inferior ao registrado no mês anterior. O Rabobank projeta que os embarques de milho em 2026 deverão ficar abaixo dos volumes observados em 2025.

A forte concorrência dos Estados Unidos e da Argentina, associada à ampla disponibilidade interna do grão, tem reduzido o poder de reação dos preços no mercado doméstico.

Safrinha avança e reforça perspectiva de grande oferta

A colheita da segunda safra de milho, principal responsável pela produção nacional do cereal, alcançou aproximadamente 7% da área cultivada, índice superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

As condições das lavouras permanecem favoráveis em importantes regiões produtoras, especialmente em Mato Grosso. Entretanto, o banco alerta para possíveis perdas localizadas em estados como Goiás, Tocantins e Minas Gerais devido às condições climáticas observadas ao longo do ciclo.

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Mesmo com esses desafios pontuais, a instituição mantém projeção de uma safra expressiva, estimando a produção brasileira de milho em 138 milhões de toneladas na temporada 2025/26.

Comercialização segue cautelosa

O relatório também aponta que produtores continuam adotando postura seletiva na comercialização, acompanhando a evolução dos preços e as condições de mercado. No caso da soja, a valorização recente tem favorecido novos negócios. Já no milho, a expectativa de ampla oferta mantém vendedores mais cautelosos em relação aos volumes a serem negociados.

Perspectivas para o segundo semestre

A tendência para os próximos meses indica manutenção da firmeza no mercado da soja, sustentada pelo forte ritmo exportador e pela demanda industrial. Para o milho, o cenário permanece mais desafiador, com preços dependentes do comportamento das exportações, da competitividade brasileira frente aos concorrentes globais e da consolidação da safra recorde projetada para esta temporada.

Com a colheita da safrinha avançando e a oferta aumentando gradativamente, o mercado seguirá atento aos fluxos internacionais de comércio e às condições climáticas nas principais regiões produtoras do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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