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Creches de Cuiabá oferece atendimento especial para crianças com seletividade alimentar

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Educação, fornece fórmulas infantis específicas para atender crianças de 0 a 12 meses matriculadas nas creches municipais. “É um compromisso da gestão do prefeito Abilio Brunini garantir diariamente à alimentação em um compromisso com a educação e as famílias cuiabanas”, afirma o secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes.

Os produtos, com preços de mercado de até R$ 400, são armazenados na Central de Distribuição da Alimentação Escolar, localizada no Distrito Industrial. Antes da distribuição, é feita a checagem da qualidade de todos os alimentos e suas respectivas datas de vencimento pela equipe de nutricionistas.

São oferecidas latas de leites das marcas “Nan Confor”, “Pedia Sure”, “Trophic Basic Enteral”, “Infantrini Isosource Junior” e “Neocate LCP”.

Também é oferecido gratuitamente o leite Pregomin. Trata-se de uma fórmula infantil destinada aos bebês com alergia à proteína do leite de vaca ou outras condições que exigem a exclusão de proteínas do leite de vaca da dieta. É uma opção para bebês e crianças pequenas que precisam de uma fórmula semi-elementar ou hipoalergênica.

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A coordenadora de Nutrição Escolar, Dryeli Sthefani da Silva, explica o procedimento necessário que deve ser adotado pelos pais ou responsáveis para assegurar a alimentação especial.

“No ato da matrícula, cabe aos pais ou responsáveis apresentarem laudo médico que descreva se a criança possui alergias, intolerâncias alimentares, restrições ou seletividade alimentar. A partir daí, a unidade escolar encaminha para a coordenadoria de nutrição escolar. Assim que recebemos a demanda, entramos em contato com os responsáveis para sanar possíveis dúvidas, elaboramos o cardápio individualizado e, posteriormente, encaminhamos para a unidade escolar”, explica.

A nutricionista Carolina Moreira, que integra a equipe da alimentação escolar, ressalta que a Secretaria Municipal de Educação fornece também refeição especial aos autistas e quaisquer outras crianças com seletividade alimentar.

“A partir da informação dos responsáveis pelos alunos fornecemos alimentos que atendam aquela restrição, como, macarrão sem glúten, geleia diet, goma de tapioca, leite sem lactose, bebida de soja e o leite Neocate, por exemplo, para crianças com alergia à proteína do leite de vaca”, detalha.

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O fornecimento dos alimentos às crianças matriculadas nas unidades de ensino da Prefeitura de Cuiabá segue parâmetros fixados pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), a partir da Resolução 6/2020. No documento, são fixadas as regras do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

#PraCegoVer

A foto ilustra três latas de leite infantil armazenadas em um estoque. As latas tem letras azuis e rosas com detalhes brancos.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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