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APROSMAT lidera comitiva brasileira na Asta Seed Expo 2023

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A Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso (APROSMAT) liderou uma missão composta por diretores, associados e seus técnicos, agentes políticos e stakeholders. Eles participaram da edição 20233 da Asta Seed Expo, organizada pela American Seed Trade Association (ASTA), em Orlando, Flórida, de 05 a 08 de dezembro. O evento é considerado a maior conferência da indústria de sementes da América.

O presidente da APROSMAT, Nelson Croda, esteve à frente do grupo na viagem técnica e destacou a força da agricultura brasileira dentro de um dos eventos mais importantes voltados para o setor sementeiro global. Croda ressaltou a importância da agricultura nacional, mencionando que entre as palestras, um economista enfatizou esse papel no cenário mundial. “O protagonismo da agricultura brasileira é evidenciado pelo grau de prioridade dado pelos grandes players mundiais do setor de sementes ao Brasil. Isso se reflete em lançamentos simultâneos de tecnologia, como biotecnologias, no Brasil e nos Estados Unidos”, enfatizou. Ele observou também que os agricultores americanos estão atentos ao que acontece no Brasil, especialmente em relação à área plantada, clima e produtividade, influenciando suas decisões de plantio.

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Antes da Asta Seed Expo, parte da comitiva participou, em 04 de dezembro, de reuniões em Saint Louis-MO com a American Soybean Association (ASA), que representa os produtores de soja dos EUA em questões de política doméstica e internacional. Em seguida, tiveram encontros com a United Soybean Board (USB), o fundo de soja de agricultores dos EUA, visando aumentar o retorno sobre o investimento para todos os produtores de soja nos EUA. A comitiva também visitou a Bayer, onde realizou uma visita aos laboratórios, e a programação incluiu apresentações sobre Soy Pipeline/Estratégia e o Programa Carbono e Sustentabilidade.

A missão contou com a participação do presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), do assessor especial do MAPA e vice-presidente de Grandes Culturas da APROSMAT, Carlos Ernesto Augustin, deputado estadual Carlos Avallone (PSDB MT), secretário adjunto da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de Mato Grosso (Sedec MT), Anderson Lombardi, vice-presidente da Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem), Paulo Pinto, além de associados e diretores da APROSMAT.

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Fonte: Pauta Pronta

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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