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Cooperativa do cerrado mineiro promove mapeamento de qualidade para Cafés Especiais

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Com o propósito de identificar e valorizar os cafés especiais da nova safra, a Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer) anunciou o lançamento do seu programa de mapeamento de qualidade. Esta iniciativa permitirá que os cafeicultores associados submetam amostras de seus cafés para avaliação, recebendo feedback dos degustadores em tempo real.

O mapeamento integra as ações voltadas para o aprimoramento da qualidade do café, sendo conduzido por Q-graders, torrefadores, classificadores e degustadores, que avaliarão as características sensoriais dos grãos, identificando suas peculiaridades e segmentando os lotes de acordo com as exigências do mercado.

Este serviço, gratuito e exclusivo para os cooperados, será realizado na sede administrativa em Patrocínio-MG, às terças e quintas-feiras, das 15h às 17h30, e na unidade de Patos de Minas-MG, todas as quartas-feiras, das 09h às 11h e das 13h às 15h.

O mapeamento oferece suporte ao produtor na tomada de decisões, proporcionando uma prévia da qualidade dos lotes e orientações para aprimorar os processos de pós-colheita, agregando valor ao produto final e ampliando as oportunidades de retorno financeiro.

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“Serão avaliadas até 30 amostras por dia, seguindo a Metodologia Sensorial da SCA (Specialty Coffee Association). Além da identificação, o mapeamento também previne a mistura de cafés de diferentes qualidades, visto que as variações ambientais e climáticas podem afetar as características dos grãos provenientes de um mesmo talhão”, destaca a Gerente de Cafés Especiais da Expocacer.

Os cafeicultores interessados podem agendar sua participação no mapeamento de qualidade através do contato: (34) 99204-0346.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Algodão: negócios com pluma enfraquecem no Brasil e preços domésticos recuam, aponta Safras

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O mercado brasileiro de algodão apresentou enfraquecimento na comercialização da pluma ao longo da semana, com redução da liquidez no mercado físico e queda nos preços domésticos, segundo análise da Safras & Mercado. O movimento ocorreu mesmo com o bom desempenho das exportações e avanço da colheita da safra 2025/26.

Preços da pluma recuam no mercado físico

Em Rondonópolis (MT), referência importante para o algodão brasileiro, a pluma foi negociada na quinta-feira (25) a R$ 129,06 por arroba, equivalente a cerca de R$ 3,90 por libra-peso. O valor representa queda em relação à semana anterior, quando o produto era cotado a R$ 131,14 por arroba (ou R$ 3,97 por libra-peso).

No mercado CIF São Paulo, o algodão girou em torno de R$ 4,09 por libra-peso. Há uma semana, o patamar era de aproximadamente R$ 4,14 por libra-peso, sem ICMS, o que indica recuo de 1,21% no período.

O cenário reforça o descolamento entre os preços domésticos e os referenciais internacionais, em um ambiente de menor ritmo de negócios no físico.

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Exportações de algodão crescem 57% em junho

Apesar da pressão no mercado interno, as exportações brasileiras seguem em forte ritmo. Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços apontam que o país exportou 146,845 mil toneladas de algodão em junho (14 dias úteis), com média diária de 10,488 mil toneladas.

A receita com vendas externas somou US$ 235,706 milhões, com média diária de US$ 16,839 milhões.

Na comparação com o mesmo período do ano anterior, houve crescimento expressivo de 57,9% no volume diário exportado e alta de 57,6% na receita diária, indicando fortalecimento da demanda internacional pela pluma brasileira.

Colheita da safra 2025/26 avança no Brasil

No campo, a colheita da safra 2025/26 de algodão atingiu 2,8% da área dos sete principais estados produtores, que concentram cerca de 98% da produção nacional, segundo dados da Conab.

O percentual representa avanço em relação à semana anterior, quando o índice era de 1,7%. No mesmo período do ano passado, a colheita estava mais adiantada, em 4%, enquanto a média dos últimos cinco anos para o período é de 2,5%.

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O ritmo atual indica um início de safra próximo do comportamento histórico, ainda sob influência das condições climáticas regionais e da janela de colheita nas principais áreas produtoras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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