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Cuiabá sedia workshop inédito sobre piscicultura inovação e sustentabilidade

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Cuiabá sediará o Workshop Inédito Sobre Pangasius com Foco em Inovação e Sustentabilidade Aquícola, no dia 26 deste mês, no auditório da Famato. O evento, promovido pela Aquamat em parceria com o Sebrae, Peixebr, Famato e Assembleia Legislativa, conta com o apoio da Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho.

As vagas são limitadas e as inscrições são gratuitas, pelo link: https://mt.loja.sebrae.com.br/workshop-sobre-pangasius-353936292.

O evento é considerado importante para o setor aquícola e visa fortalecer a cadeia produtiva do pescado, com foco especial no cultivo do Pangasius, uma das espécies mais promissoras da piscicultura brasileira.

“A partir deste evento estaremos estudando o plano para a piscicultura de Cuiabá. E, nesse mesmo foco, estaremos realizando, no segundo semestre deste ano, um evento em parceria com a Aquamat”, revelou o diretor de Agricultura e Abastecimento de Cuiabá, Renildo França.

Renildo foi convidado a representar o município no evento. “Esse workshop será uma oportunidade valiosa para fortalecer políticas públicas voltadas à piscicultura em Cuiabá e integrar os produtores locais às novas tecnologias e oportunidades de mercado”, destaca Renildo.

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O presidente da Aquamat, Darci Carlos Fornari, também destacou que o evento é um marco importante para o avanço da cadeia aquícola no estado.

“O Pangasius é uma alternativa real para diversificar e aumentar a produção de pescado em Mato Grosso. Precisamos de integração, informação e profissionalismo em todos os elos da cadeia, e esse workshop vem exatamente para unir esses pontos em um só espaço”, afirma Darci.

O encontro reunirá pesquisadores, produtores, técnicos e gestores públicos, oferecendo uma programação técnica rica em conhecimento científico, práticas de mercado e estratégias para o desenvolvimento sustentável do setor. Entre os temas abordados estão: boas práticas de manejo, sistemas produtivos, licenciamento ambiental, sanidade animal e estratégias de comercialização do pescado.

A programação contará com palestras ministradas por nomes de referência nacional, como a professora Luciana Seki Dias (UFSCar), o especialista Bruno Machado Queiroz (ETHOS Aquacultura) e a consultora Elane Correia Santos (Equali-Z), entre outros. O evento também abre espaço para networking, troca de experiências e a discussão de cases de sucesso, com o intuito de impulsionar a produção e comercialização do Pangasius no estado.

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SERVIÇO
Data: 26 de junho de 2025
Local: Auditório da FAMATO – Cuiabá/MT
Horário: das 7h30 às 17h
Inscrições: https://mt.loja.sebrae.com.br/workshop-sobre-pangasius-353936292

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Ureia despenca mais de 40% e fertilizantes voltam ao nível pré-crise com avanço de acordo entre EUA e Irã

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Os preços internacionais da ureia registraram forte recuo nas últimas semanas e já retornaram aos níveis observados antes do agravamento das tensões no Oriente Médio. Segundo análise da StoneX, as cotações destinadas ao mercado brasileiro acumulam queda superior a 40% após oito semanas consecutivas de desvalorização, refletindo o avanço das negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã e a expectativa de reabertura do estratégico Estreito de Ormuz.

O movimento é acompanhado de perto pelo setor de fertilizantes, uma vez que a região concentra uma das principais rotas marítimas do mundo para o transporte de petróleo, amônia, enxofre e fertilizantes nitrogenados. A perspectiva de retomada da navegação vem reduzindo os temores relacionados à oferta global e aos gargalos logísticos que pressionaram os preços nos últimos meses.

Mercado reage à expectativa de normalização logística

De acordo com a StoneX, a possibilidade de restabelecimento do fluxo marítimo no Golfo Pérsico tem provocado uma mudança significativa no comportamento dos mercados de energia e fertilizantes.

As restrições impostas à navegação durante o período de instabilidade elevaram custos e dificultaram o transporte de insumos estratégicos. Agora, com o avanço das negociações entre Washington e Teerã, os agentes de mercado passaram a precificar um cenário de maior disponibilidade de produtos e menor risco logístico.

Segundo Tomás Pernías, analista de Inteligência de Mercado da StoneX, o acordo preliminar representa um importante fator de pressão baixista para o setor.

“O entendimento entre Estados Unidos e Irã tem impacto direto sobre a logística global e a oferta de fertilizantes. O Estreito de Ormuz é uma rota fundamental para o escoamento de fertilizantes, petróleo, amônia e enxofre, o que torna qualquer sinalização de normalização extremamente relevante para os mercados”, avalia.

Ureia retorna aos patamares anteriores ao conflito

O efeito mais visível foi observado no mercado da ureia. As cotações CFR Brasil recuaram para níveis inferiores aos registrados antes do início da crise geopolítica, revertendo completamente os ganhos observados durante o período de maior incerteza.

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A queda acumulada superior a 40% representa uma das correções mais expressivas dos últimos meses e sinaliza uma redução dos prêmios de risco que vinham sendo incorporados aos preços internacionais.

Além da expectativa de reabertura das rotas marítimas, o mercado também passou a considerar uma possível ampliação da oferta global de fertilizantes caso as negociações avancem para uma flexibilização das sanções impostas ao Irã.

Acordo ainda depende de novas etapas

Apesar da reação positiva dos mercados, o acordo entre Estados Unidos e Irã ainda não está concluído. Informações divulgadas pela Reuters indicam que o entendimento atual prevê a extensão do cessar-fogo por mais 60 dias e a reabertura do Estreito de Ormuz, mas questões centrais continuam em negociação.

Entre os temas que permanecem em discussão está o futuro do programa nuclear iraniano, considerado um dos principais pontos de divergência entre os dois países.

Especialistas do setor marítimo alertam que a normalização completa das operações não deve ocorrer imediatamente. Mesmo após a eventual reabertura da rota, a retomada da confiança dos operadores logísticos e o reposicionamento das embarcações podem levar semanas.

Fertilizantes ainda dependem da evolução do cenário geopolítico

A StoneX destaca que o mercado segue monitorando fatores que podem limitar a recuperação plena da logística na região.

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Existem preocupações relacionadas à segurança da navegação, incluindo relatos sobre possíveis áreas minadas e incertezas quanto às condições definitivas para a circulação de embarcações. Além disso, navios que permaneceram retidos durante o período de restrições poderão enfrentar atrasos até que o fluxo marítimo seja totalmente restabelecido.

Dessa forma, embora a tendência atual seja de alívio para os preços, a oferta global de fertilizantes continua condicionada à evolução das negociações diplomáticas e à estabilidade da região.

Cenário favorece importadores brasileiros

A queda das cotações ocorre em um momento estratégico para o agronegócio brasileiro. Tradicionalmente, as compras externas de fertilizantes nitrogenados ganham força ao longo do segundo semestre, período de preparação para importantes culturas da safra de verão.

Com preços mais baixos e perspectiva de melhora na logística internacional, os importadores brasileiros encontram um ambiente mais favorável para negociar volumes e recompor estoques.

Além dos fertilizantes, o anúncio do acordo preliminar também impactou o mercado energético. Os preços do petróleo recuaram para os menores níveis dos últimos três meses, refletindo as expectativas de retomada do fluxo normal de cargas em uma das regiões mais importantes para o comércio global.

Para o agronegócio brasileiro, a combinação entre fertilizantes mais baratos e redução das incertezas logísticas pode representar um importante fator de alívio nos custos de produção nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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