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Controle de Vermes: Fundamental para o Bem-Estar e a Produtividade dos Bovinos

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Os bovinos, assim como outros animais de criação, enfrentam uma série de desafios relacionados a parasitas que podem impactar sua saúde e produtividade. Entre os principais problemas estão os vermes intestinais e os parasitas externos. “Cada tipo de parasita apresenta desafios únicos, exigindo estratégias específicas de manejo e controle para garantir o bem-estar dos animais e a eficiência na produção”, explica Paula Kawakami, zootecnista e coordenadora de produtos de grandes animais da Syntec.

O controle dos vermes intestinais requer a adoção de práticas como a rotação de pastagens, o uso estratégico de antiparasitários e a análise regular de fezes para monitorar a carga parasitária. Já o controle de parasitas externos envolve um conjunto de práticas integradas que visam a redução e prevenção de infestações prejudiciais à saúde e ao desempenho dos animais. Para enfrentar esses desafios, a Syntec disponibiliza o T@urus SR, um endectocida eficaz no combate a parasitas internos e externos. “O T@urus SR combina uma molécula consagrada com tecnologia avançada em seu veículo, proporcionando proteção prolongada ao rebanho e um período de carência reduzido em comparação com outras ivermectinas 3,5%”, ressalta Paula.

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A tecnologia tixotrópica SR-MCT do T@urus SR utiliza uma fórmula em gel de excelente fluidez, garantindo a liberação lenta, prolongada e gradual do produto. “Essa tecnologia facilita a aplicação e assegura a liberação contínua e regular do endectocida. Proteger o rebanho contra parasitas internos e externos é essencial para o bom desempenho da pecuária”, alerta a zootecnista.

O T@urus SR foi um dos destaques no estande da Syntec durante a Expointer 2024, um dos principais eventos agropecuários da América Latina. “Reconhecemos a importância desse produto para os produtores, por isso realizamos uma exposição completa de seus diferenciais e de como ele contribui para a manutenção do bem-estar nos rebanhos”, conclui Paula Kawakami.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nanossensores revolucionam detecção de pesticidas na água e fortalecem monitoramento ambiental, aponta estudo

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O avanço da nanotecnologia está abrindo novas perspectivas para o monitoramento ambiental e a proteção dos recursos hídricos. Pesquisadores ligados ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Nanotecnologia para Agricultura Sustentável (INCT NanoAgro) destacam que os nanossensores representam uma das soluções mais promissoras para detectar resíduos de pesticidas na água de forma rápida, precisa e com elevada sensibilidade.

O tema é abordado no capítulo Nanosensores Avançados para Detecção de Pesticidas em Água: Garantindo a Segurança Ambiental e a Saúde Pública, publicado em janeiro de 2026 na obra Emerging Nanotechnologies for Agroecosystem Management. O estudo reúne avanços científicos que podem ampliar significativamente a eficiência da vigilância ambiental e subsidiar políticas de preservação dos recursos hídricos.

Contaminação da água segue como desafio global

A presença de pesticidas em rios, lagos e mananciais é uma preocupação reconhecida por organismos internacionais e pela comunidade científica. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a exposição prolongada a determinados contaminantes químicos presentes na água destinada ao consumo humano pode provocar efeitos adversos à saúde, reforçando a necessidade de sistemas eficientes de monitoramento.

Dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) mostram que o consumo mundial de pesticidas supera 4 milhões de toneladas por ano. Parte desses produtos não permanece nas áreas de aplicação e pode alcançar os corpos d’água por processos naturais, como escoamento superficial e lixiviação do solo.

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Esse cenário torna essencial o desenvolvimento de tecnologias capazes de identificar rapidamente a presença desses compostos e fornecer informações para ações preventivas e corretivas.

Nanossensores aumentam precisão na detecção de pesticidas

O estudo destaca que a evolução dos sensores ambientais, especialmente aqueles associados à nanotecnologia, está transformando a capacidade de monitoramento da qualidade da água.

Entre as tecnologias avaliadas estão sensores eletroquímicos, ópticos e dispositivos baseados em mecanismos de bioreconhecimento. Nesse grupo, os biossensores — incluindo sensores enzimáticos, imunossensores e sensores de DNA — apresentam elevado desempenho na identificação de pesticidas, mesmo quando presentes em concentrações extremamente baixas.

A incorporação de nanomateriais aos dispositivos amplia sua eficiência ao oferecer maior área de contato, melhor transferência de elétrons e respostas analíticas mais rápidas, aumentando significativamente a precisão dos resultados.

Monitoramento em tempo real fortalece a gestão ambiental

Outro diferencial apontado pelos pesquisadores é a possibilidade de utilização desses equipamentos diretamente em campo.

Por serem mais compactos, portáteis e potencialmente mais acessíveis, os nanossensores permitem o monitoramento em tempo real da qualidade da água, reduzindo o tempo entre a detecção de uma contaminação e a adoção de medidas de controle.

Essa capacidade pode contribuir para respostas mais ágeis diante de eventos de poluição, reduzindo riscos ambientais e fortalecendo programas de vigilância em áreas agrícolas e de abastecimento.

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Tecnologia apoia agricultura sustentável e políticas públicas

Os pesquisadores ressaltam que os nanossensores não substituem as estratégias de prevenção da contaminação, mas fornecem informações fundamentais para orientar decisões técnicas e políticas públicas.

Segundo o estudo, a integração dessas tecnologias aos programas de monitoramento ambiental e às práticas agrícolas sustentáveis pode ampliar a eficiência da gestão dos recursos hídricos, oferecendo dados confiáveis para ações de fiscalização, mitigação de impactos e preservação ambiental.

Além disso, a disponibilidade de informações em tempo real favorece o desenvolvimento de estratégias mais eficientes para reduzir a exposição da população e dos ecossistemas aos resíduos de pesticidas.

Pesquisa reúne especialistas em nanotecnologia aplicada ao agro

O capítulo foi elaborado pelos pesquisadores Diego Maroso da Silva, Clarice Steffens e Juliana Steffens, integrantes da rede de pesquisa do INCT NanoAgro.

A publicação integra um esforço internacional voltado ao desenvolvimento de soluções inovadoras para a agricultura sustentável e conta com a edição do pesquisador Leonardo Fraceto, coordenador do INCT NanoAgro, em parceria com cientistas de diversos países, reforçando o papel da nanotecnologia como uma das principais ferramentas para o futuro da segurança ambiental e da produção agropecuária sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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