AGRONEGÓCIO
Contratos Futuros de Açúcar Encerram em Alta nas Bolsas Internacionais
Publicado em
18 de março de 2024por
Da RedaçãoOs contratos futuros do açúcar demonstraram uma tendência de alta na maioria dos lotes da ICE Futures de Nova York no último dia útil, destacando-se apenas os contratos de longo prazo, outubro/25 e março/26, que fecharam no vermelho. Um relatório da Barchart ressalta que os preços do açúcar foram sustentados pelos valores da gasolina, cuja alta tende a impulsionar as cotações do etanol. Esse cenário pode incentivar as usinas de açúcar ao redor do mundo a direcionar mais cana-de-açúcar para a produção de etanol em detrimento do açúcar, potencialmente reduzindo a oferta deste último.
Acompanhamento da Produção e Perspectivas Globais
Além disso, o mercado está atento ao desenvolvimento da safra de cana-de-açúcar na Índia. Recentemente, a Associação Indiana de Fabricantes de Açúcar e Bioenergia revisou para cima sua previsão para a produção de cana-de-açúcar no país. A perspectiva de uma maior produção de açúcar no Brasil também está sendo monitorada de perto, o que pode impactar significativamente o mercado global, já que o Brasil é o maior player mundial e está prestes a iniciar sua safra em 1º de abril.
Movimentos nos Mercados Internacionais
Na ICE Futures de NY, o lote maio/24 do açúcar bruto foi negociado a 22,12 centavos de dólar por libra-peso, registrando uma valorização de 35 pontos. Enquanto isso, a tela julho/24 subiu 25 pontos, alcançando 21,76 cts/lb. Os demais lotes apresentaram variações positivas entre 2 e 20 pontos.
Em Londres, o açúcar branco fechou em alta em todos os lotes da ICE Futures Europe. O contrato maio/24 foi cotado a US$ 623,40 por tonelada, representando um acréscimo de 8,60 dólares em relação ao dia anterior. A tela agosto/24 também registrou um aumento de 8,10 dólares, atingindo US$ 607,30 por tonelada. Os demais lotes apresentaram ganhos entre 2 e 7,20 dólares.
Situação no Mercado Doméstico
No mercado doméstico, conforme o Indicador Cepea/Esalq, da USP, as cotações do açúcar cristal apresentaram alta pelo terceiro dia consecutivo. A saca de 50 quilos foi comercializada pelas usinas a R$ 144,19, frente aos R$ 142,74 registrados na quinta-feira, representando uma valorização de 1,02% no comparativo. No acumulado do mês, o indicador apresenta uma baixa de 0,72%.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Agro exporta R$ 45,6 bilhões e mantém 3º lugar no país
Published
6 horas agoon
2 de setembro de 2026By
Da Redação
O agronegócio de Minas Gerais movimentou R$ 45,6 bilhões em exportações no primeiro semestre de 2026 e manteve o Estado como o terceiro maior exportador do setor no país, atrás apenas de Mato Grosso e São Paulo. O resultado veio mesmo com uma queda de 9,6% na receita em relação ao mesmo período do ano passado, puxada principalmente pela redução dos embarques de café.
Entre janeiro e junho, Minas enviou 8,46 milhões de toneladas de produtos agropecuários para 166 países. O volume foi 3% menor que o registrado no primeiro semestre de 2025. Ainda assim, o Estado respondeu por 10,3% de tudo o que o agronegócio brasileiro vendeu ao exterior e o setor representou 40,9% da receita total das exportações mineiras.
Os números, levantados pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa-MG) a partir dos registros do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram uma mudança importante dentro da pauta. O café continuou dominante, mas soja e carnes ganharam espaço e ajudaram a amortecer a retração do principal produto mineiro.
O café respondeu sozinho por R$ 22,9 bilhões, pouco mais da metade de toda a receita agropecuária obtida no exterior. Foram embarcadas aproximadamente 10,8 milhões de sacas de 60 quilos no semestre. A disponibilidade menor do produto reduziu os volumes, embora o preço médio de exportação tenha aumentado cerca de 4,2% em relação ao mesmo período de 2025.
A influência do café sobre os números mineiros é enorme. No primeiro trimestre, por exemplo, as exportações do produto haviam caído 31,5% em volume e 18,5% em receita. O recuo foi suficiente para puxar para baixo o resultado de todo o agronegócio estadual, mesmo enquanto outras cadeias registravam crescimento.
Isso ajuda a explicar uma aparente contradição: Minas continua entre os maiores exportadores agrícolas do Brasil, mas vendeu menos que no ano passado. Em 2025, o agronegócio mineiro havia alcançado o recorde de aproximadamente R$ 101 bilhões em vendas externas, resultado favorecido principalmente pela forte valorização internacional do café. A comparação de 2026, portanto, ocorre sobre uma base excepcionalmente elevada.
A soja foi uma das cadeias que impediram uma retração maior. O complexo formado por grão, farelo e óleo movimentou aproximadamente R$ 10,7 bilhões no primeiro semestre, com crescimento de cerca de 10% sobre 2025. O avanço também revela uma mudança na composição das vendas, com maior presença de farelo e óleo, produtos que passam por processamento antes de deixar o Estado.
As carnes apresentaram outro desempenho positivo. Os embarques de carne bovina, suína e de frango renderam aproximadamente R$ 4,8 bilhões, crescimento de 13,4% na comparação anual. O volume chegou a 247,3 mil toneladas, 3,7% acima do primeiro semestre do ano passado.
A diferença entre o crescimento da receita e o avanço do volume mostra que o valor médio das carnes exportadas aumentou. O movimento beneficia uma cadeia importante para Minas, que possui produção expressiva de bovinos, aves e suínos e uma estrutura industrial formada por frigoríficos, cooperativas e empresas de processamento.
O complexo sucroalcooleiro, formado principalmente por açúcar e etanol, gerou cerca de R$ 2,7 bilhões em exportações no semestre. Os produtos florestais, que incluem celulose, madeira e papel, ficaram próximos de R$ 2,6 bilhões.
Juntos, café, complexo soja, carnes, produtos sucroalcooleiros e produtos florestais concentraram mais de 96% das exportações do agronegócio mineiro. A pauta é concentrada em grandes cadeias, mas começa a apresentar nichos com maior grau de processamento e produtos ligados à tradição regional.
Minas também aparece entre os principais fornecedores brasileiros de produtos como mel, lácteos, sementes, batatas processadas e doce de leite. Embora movimentem valores menores, essas cadeias têm importância porque permitem a entrada de cooperativas e agroindústrias de menor porte em mercados internacionais.
A diversificação também aparece nos destinos. A China permaneceu como principal comprador do agronegócio mineiro, seguida por Estados Unidos, Alemanha, Itália e Japão. A União Europeia tem peso especial para o café: no primeiro quadrimestre, aproximadamente 94% do valor comprado pelo bloco de Minas estava concentrado no produto.
O peso do campo vai além das exportações. O Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária mineira alcançou o recorde de R$ 167,8 bilhões em 2025. Para 2026, as projeções divulgadas ao longo do ano mantêm o faturamento próximo desse patamar, embora com comportamentos diferentes entre as cadeias.
As lavouras representam aproximadamente dois terços do VBP estadual e o café continua na liderança. Estimativas divulgadas pela Seapa indicavam faturamento superior a R$ 60 bilhões para a cultura em 2026. Soja, cana-de-açúcar e milho aparecem na sequência entre as principais atividades agrícolas.
Na pecuária, a carne bovina segue como principal componente do faturamento. A projeção divulgada neste ano apontava para cerca de R$ 20 bilhões, enquanto o leite, outra atividade tradicional de Minas, enfrentava cenário mais difícil, com queda de preços e pressão sobre a rentabilidade do produtor.
Esse conjunto mostra que o desempenho do agronegócio mineiro em 2026 não pode ser resumido apenas à queda das exportações. O Estado atravessa uma acomodação depois do recorde registrado no ano passado, enquanto algumas cadeias ganham espaço justamente no momento em que o café perde parte da força excepcional observada em 2025.
Para o produtor, essa diversificação reduz parcialmente a dependência de uma única commodity, mas não elimina os riscos. Café, soja, carnes e produtos florestais continuam fortemente expostos ao câmbio, aos preços internacionais, ao custo do crédito, às condições climáticas e às exigências dos mercados compradores.
Mesmo nesse ambiente, Minas chega à segunda metade de 2026 com o agronegócio respondendo por quatro de cada dez reais obtidos pelo Estado com exportações. Mais do que o valor absoluto dos R$ 45,6 bilhões, é essa participação, combinada à presença em 166 mercados e à expansão de cadeias além do café, que ajuda a explicar por que o campo permanece como uma das principais bases da economia mineira.
Fonte: Pensar Agro
Ana Hickmann mostra restauração de cristaleira feita no tempo livre: ‘Um hobby’
SUS regulamenta Componente da Assistência Farmacêutica em Oncologia
Primeiro Centro de Competência em Terapias e Vacinas com RNA é implementado no Brasil com o apoio do Ministério da Saúde
Subcomissão aprova requerimentos para ampliação da escuta a povos indígenas
Festival Náutico divulga Alto Araguaia e valoriza belezas naturais do município
CUIABÁ
MATO GROSSO
Júri condena quatro réus por execução ligada a facção
O Tribunal do Júri de Sorriso condenou, nesta terça-feira (1º), Alison Antônio Silva Vieira, Max Matos de Sousa, Eduardo Vieira...
Oficina da Coger aborda riscos psicossociais no ambiente de trabalho
A Corregedoria-Geral do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) promoveu, na terça-feira (1º), a terceira oficina do Projeto Âmbar –...
Evento fortalece atuação integrada contra violência de gênero
O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) realiza, nesta quarta-feira (2), na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Cuiabá, o...
POLÍCIA
FICCO/ES desarticula grupo criminoso dedicado ao tráfico de entorpecentes
Vila Velha/ES. Nesta quarta-feira (2/9). a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Espírito Santo (FICCO/ES), coordenada pela Polícia Federal,...
PF prende dois foragidos da Justiça em Rondônia
Porto Velho/RO. A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira (2/9), dois foragidos da Justiça em Rondônia. As prisões ocorreram nos municípios...
PF apreende aparelhos eletrônicos irregulares em Maringá/PR
Maringá/PR. Nessa terça-feira (1º/9), a Polícia Federal apreendeu, em Maringá, aparelhos celulares irregulares transportados em um veículo. A ação ocorreu...
FAMOSOS
Ana Hickmann mostra restauração de cristaleira feita no tempo livre: ‘Um hobby’
Ana Hickmann mostrou um de seus hobbies aos seguidores nas redes sociais. A apresentadora compartilhou o resultado da restauração de...
Luma César celebra 28 dias do filho Arthur e declara: ‘Apaixonada por cada detalhe seu’
Luma César encantou os seguidores ao celebrar os 28 dias de vida do filho, Arthur. Nesta segunda-feira (1º), ela compartilhou...
Ana Hickmann e Edu Guedes fazem ensaio para casamento: ‘Começou o nosso mês!’
Ana Hickmann e Edu Guedes já estão em clima de casamento. Nesta segunda-feira (1º), a apresentadora compartilhou registros do ensaio...
ESPORTES
Atlético-MG vence o Cruzeiro de virada e avança às semifinais da Copa do Brasil
O Atlético-MG derrotou o Cruzeiro por 2 a 1, de virada, nesta terça-feira (01.09), na Arena MRV, e garantiu a...
Bahia vence o Internacional na Fonte Nova e entra no G-5 do Brasileirão
O Bahia derrotou o Internacional por 3 a 2 neste domingo (30.08), na Arena Fonte Nova, pela 25ª rodada do...
Grêmio vence a Chapecoense na Arena e se afasta da zona de rebaixamento
O Grêmio derrotou a Chapecoense por 3 a 1 neste domingo, na Arena do Grêmio, pela 25ª rodada do Campeonato...
MAIS LIDAS DA SEMANA
-
Política MT7 dias agoCPI da Saúde ouve investigada e remarca depoimento de ex-secretário para 2 de setembro
-
Política MT6 dias agoTV e Rádio Assembleia transmitem entrevistas com os candidatos a governo de Mato Grosso
-
Mato Grosso5 dias ago”O câncer mudou minha voz, mas não tirou minha força”, revela Margareth Buzetti”
-
Política MT5 dias agoALMT apresenta em Brasília modelo de controle e transparência das emendas parlamentares



