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Colheita de Milho Atinge 94% no Mato Grosso do Sul, Revela Aprosoja

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A Aprosoja Mato Grosso do Sul divulgou seu Boletim Semanal da Casa Rural, trazendo atualizações sobre a colheita da segunda safra de milho no estado. Segundo o relatório, a colheita avançou de 91%, registrado na semana anterior, para 94,4% da área semeada. Esse índice é 40,5 pontos percentuais maior em comparação ao mesmo período de 2023.

Nas áreas que ainda aguardam colheita, os técnicos da Aprosoja avaliaram 37,5% como boas, 25,6% como regulares e 36,9% como ruins. Esses números representam uma leve queda em relação à semana anterior, quando 37,7% das lavouras foram classificadas como boas, 25,6% como regulares e 36,8% como ruins.

Após a análise de 10% (221.800 hectares) da área estimada, a produção esperada, inicialmente calculada em 11,485 milhões de toneladas, foi revisada para 9,285 milhões de toneladas, o que representa uma queda de 19,1% e 34,7% a menos que a safra anterior. A produtividade também foi revisada, ficando em 69,77 sacas por hectare, uma retração de 30,7%.

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O principal fator para a perda de produtividade foi o estresse hídrico, que afetou 819 mil hectares no estado. Segundo a Aprosoja, os períodos de seca começaram entre março e abril, com duração de 10 a 30 dias, e se intensificaram entre abril e julho, totalizando 90 dias sem chuvas. Na região norte do estado, a falta de precipitação já ultrapassa 100 dias. “Além das baixas produtividades, tivemos perdas totais em algumas áreas. Alguns produtores optaram por suprimir a vegetação e utilizá-la como cobertura do solo, uma vez que a colheita não seria economicamente viável”, explica a associação.

A Aprosoja destaca que os dados ainda são preliminares e que a conclusão da amostragem das áreas está prevista para o dia 13 de setembro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá mantém cenário de normalidade para meningite e reforça vacinação na rede municipal

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta quinta-feira (30) a Nota Informativa nº 02/2026 com o panorama da meningite na capital. O documento, elaborado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), indica que o município segue em situação de normalidade epidemiológica, apesar da confirmação de casos e óbitos neste ano.

Até abril de 2026, foram registrados sete casos confirmados de meningite, com três mortes. A taxa de incidência é de 1,01 caso por 100 mil habitantes, índice inferior à média nacional, que é de 1,4.

Em Cuiabá, os registros são predominantemente de meningites não meningocócicas, que apresentam menor letalidade em comparação aos tipos mais graves da doença.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. No Brasil, a doença é considerada endêmica, com ocorrência contínua ao longo dos anos.

A transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas respiratórias, como secreções do nariz e da garganta, além da via fecal-oral, por ingestão de água ou alimentos contaminados ou contato com fezes infectadas.

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Por atingir o sistema nervoso central, a doença pode evoluir rapidamente e causar complicações graves, podendo levar à morte.

Os casos registrados em 2026 atingiram diferentes faixas etárias, incluindo bebês, adultos e idosos. Entre as causas identificadas estão vírus, bactérias como Staphylococcus e fungos como Cryptococcus. Há registros de pacientes que receberam alta, óbitos e também casos em investigação.

No mês de abril, até a data de publicação do boletim, não houve novos registros da doença na capital.

Entre os principais sintomas estão febre alta, dor de cabeça intensa, náuseas, vômitos e prostração. Sinais mais graves incluem rigidez na nuca, sensibilidade à luz, manchas na pele, convulsões e alterações respiratórias, que exigem atendimento imediato. Em bebês, irritabilidade e choro persistente também são indicativos de alerta.

A vacinação é a principal forma de prevenção contra a meningite, especialmente nos casos mais graves. Em Cuiabá, as doses estão disponíveis em 72 Unidades de Saúde da Família (USFs) distribuídas por toda a capital.

Algumas unidades contam com horário estendido, garantindo maior acesso da população:

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Região Leste (07h às 19h):
Bela Vista/Carumbé; Terra Nova/Canjica; Jardim Eldorado; Dom Aquino; Pico do Amor; Areão; Jardim Imperial.

Região Norte:
Jardim Vitória I (07h às 19h); CPA I e II (07h às 21h); Paiaguás (07h às 19h); CPA IV (07h às 19h); CPA III (07h às 19h); Ilza Terezinha Piccoli (07h às 21h).

Região Oeste (07h às 19h):
Despraiado; Ribeirão da Ponte; Novo Terceiro; Sucuri; Jardim Independência.

Região Sul:
Tijucal (07h às 21h); Parque Ohara (07h às 21h); Pedra 90 II, III e CAIC (07h às 19h); Parque Cuiabá (07h às 19h); Cohab São Gonçalo (07h às 17h); Santa Laura/Jardim Fortaleza (07h às 19h); Industriário (07h às 19h); Residencial Coxipó I e II (07h às 19h).

Zona Rural (07h às 19h):
Distrito de Nossa Senhora da Guia.

Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde, UPA ou policlínica. A notificação deve ser feita em até 24 horas à Vigilância Epidemiológica.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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