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Chegada das chuvas na região Norte acende alerta para pecuaristas

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Quando as chuvas vêm, é hora da mudança das pastagens. É nesse período que os pastos têm maior disponibilidade de nutrientes para os animais, refletindo-se em maior ganho de peso. “Mas, ainda assim, é importante entender a importância da suplementação mineral para suprir a exigência de mantença desses animais. Com isso, conseguimos melhorar o desempenho do rebanho sem grandes custos operacionais e mudanças estruturais na fazenda”, alerta a médica-veterinária Danúbia Figueira, doutora em Nutrição de Gado de Corte e supervisora técnica da Bigsal, marca de produtos da Trouw Nutrition com atuação nos estados de Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima e extremo norte do Mato Grosso.

A especialista ressalta que a decisão de não suplementar não é uma economia e, sim, risco de alto prejuízo em produtividade. “A deficiência mineral pode causar perdas zootécnicas importantes. Animais em fase de cria podem reduzir produção de leite, taxa de prenhez, peso ao desmame e retorno ao cio. Já animais em recria e engorda têm principalmente baixo desempenho em ganho de peso”, completa Danúbia.

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Durante esse período, é comum ter cochos descobertos inundados pelas fortes chuvas. Com isso, o suplemento mineral perde qualidade, escoa, empedra e não é utilizado pelos animais. “Temos a solução para atender à necessidade dos pecuaristas. Ela protege de forma eficiente o alimento no cocho, mantendo sua integridade. O pecuarista oferece ao gado exatamente o que pagou, sem perda de qualidade nutricional devido aos altos teores de umidade”, explica a especialista da Bigsal | Trouw Nutrition.

Para ajudar o produtor rural a lidar com essa realidade, a Bigsal oferece a tecnologia Dry. “A solução contém versões com Narasina, aditivo ionóforo promotor de crescimento que tem como objetivo a modulação ruminal para melhor desenvolvimento do animal. Com isso, gerando um ganho diário adicional de 96 g/dia – em média 20% a mais de ganho de peso”, detalha a especialista.

As vantagens das linhas Big Dry e NA Dry, além de proteger o suplemento contra as chuvas, mantendo sua composição, também se estendem para o consumo adequado pelos animais, pois o alimento sempre seco e farelado é mais atrativo, além da melhor mineralização do rebanho, aplicação de fácil manejo de cocho e sem empedramento. “Apesar de muitas propriedades possuírem boas estruturas de cocho, permanece o risco de contato da comida com a água. Com o uso da tecnologia Dry, o pecuarista tem à disposição uma ferramenta eficaz para a suplementação mineral em condições desafiadoras, como de chuvas intensas”, informa a supervisora técnica da Bigsal | Trouw Nutrition.

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Fonte: Texto Comunicação Corporativa

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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