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Cavalo Árabe Brilha na Expointer 2024: A Tradição da Raça Equina Mais Antiga do Mundo em Destaque

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Reconhecida como a raça equina mais antiga do mundo, com origens que remontam a 1.600 a.C. no antigo Egito, o Cavalo Árabe será um dos principais destaques da Expointer 2024. O evento, uma das mais importantes feiras da América Latina, ocorrerá entre 24 e 31 de agosto no Parque Assis Brasil, em Esteio (RS).

O Cavalo Árabe demonstrará toda a sua funcionalidade e versatilidade na 4ª etapa e Grande Final do Campeonato Domados do Pampa, promovido pela Associação Gaúcha do Cavalo Árabe (AGCA). O campeonato, com o apoio da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Árabe (ABCCA), contará com disputas em sete modalidades equestres: Cinco Tambores, Seis Balizas, Rédea Campeira, Maneabilidade, Rédea Nacional Espelhada, Três Tambores e Prova Combinada.

O presidente da AGCA, Luis Fernando Tarragô, anunciou que serão distribuídos R$ 36.000,00 em prêmios durante o campeonato. A competição definirá os campeões do Domados do Pampa 2024, além dos Campeões do Cavalo Função Expointer e dos Grandes Campeões da Morfologia Funcional. Com a participação de 80 animais e cerca de 90 competidores, o número de participantes superará em 15% o da edição anterior.

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“Os competidores chegam ao final do campeonato com chances concretas de conquistar os primeiros lugares. As provas prometem ser emocionantes e repletas de dedicação, com conjuntos muito bem preparados”, afirma Tarragô.

Desafios e Inovações na Expointer 2024

Nesta edição, o presidente da AGCA destacou os desafios enfrentados na preparação do evento. As fortes chuvas de abril e maio, acompanhadas pela enchente do Rio do Sinos, inundaram o Parque de Exposições Assis Brasil, ameaçando a realização da feira. Apesar desses obstáculos, houve um trabalho intenso para garantir a continuidade do evento e o impulso ao setor agropecuário da região.

Com a confirmação da feira, Luis Fernando Tarragô expressa a expectativa de um aumento na participação de competidores jovens, incluindo crianças de até 8 anos, no Campeonato Domados do Pampa. A prova de Morfologia Funcional, criada pela AGCA, visa identificar os cavalos com as melhores características para a atividade montada, destacando a genética apurada do Cavalo Árabe.

“O Campeonato Domados do Pampa evidencia a excelência da genética do Cavalo Árabe montado, desenvolvida pelos criadores do Rio Grande do Sul. Buscamos cada vez mais aprimorar a raça Puro Sangue Árabe e fortalecer sua presença no Brasil, consolidando-a como uma referência mundial”, conclui o presidente da AGCA.

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Para mais informações sobre a 4ª etapa e Grande Final do Campeonato Domados do Pampa, acompanhe a AGCA nas redes sociais através do perfil @agcavaloárabe e a ABCCA em @abcccarabe.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva forte pode atrasar plantio e colheitas no Centro-Sul

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A semana começa com chuva em importantes regiões agrícolas do Brasil e efeitos distintos sobre o calendário das lavouras. A partir deste domingo (04.10), as instabilidades atingem áreas do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, além de partes do Norte e do Nordeste. Para quem inicia a safra de verão, a água ajuda a recuperar a umidade necessária à semeadura. Onde o solo já está saturado, porém, novos episódios de chuva podem paralisar máquinas, atrasar o plantio e dificultar a retirada dos grãos ainda no campo.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o início da semana terá condições para tempestades, com rajadas de vento e possibilidade de granizo em algumas áreas. A intensidade e a distribuição das precipitações variam entre as regiões, exigindo decisões conforme a situação de cada propriedade.

No Centro-Oeste, há previsão de chuva neste domingo em Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul, com intensificação das instabilidades na segunda-feira, 5. O sul de Mato Grosso do Sul está entre as áreas sob maior atenção para temporais.

A chegada da água ocorre em momento decisivo para a soja. No acompanhamento divulgado em 28 de setembro, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que as chuvas haviam permitido ampliar a semeadura em áreas de Mato Grosso que dependem das precipitações. Em Mato Grosso do Sul, a implantação também começava a avançar, enquanto Goiás registrava operações pontuais, principalmente sob irrigação.

O desafio para o produtor é aproveitar a umidade sem antecipar a entrada das máquinas em terrenos sem condições de tráfego. Chuvas concentradas podem interromper a semeadura e os tratamentos das lavouras. A persistência da água no solo, por sua vez, precisa ser observada antes de retomar as operações.

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No Sudeste, as instabilidades alcançam São Paulo, áreas de Minas Gerais e Rio de Janeiro no começo da semana. No Espírito Santo, a previsão aponta precipitações mais isoladas. A chuva pode beneficiar a implantação das culturas de verão, mas exige atenção onde ainda há colheitas.

Em São Paulo, a Conab já registrava dificuldades para a entrada de colhedoras em áreas de milho por causa do encharcamento. Também apontava danos à qualidade do trigo em maturação e colheita. Novas precipitações podem prolongar essas interrupções nas propriedades afetadas.

A situação do milho safrinha, contudo, deve ser dimensionada: 99,5% da área acompanhada pela companhia estava colhida no levantamento de 28 de setembro. Os trabalhos restantes se concentravam em São Paulo e no Paraná. Nos principais polos do Centro-Oeste, a retirada do cereal já havia terminado.

No Sul, os cuidados se dividem entre a implantação da nova safra e as lavouras de inverno. Santa Catarina e partes do Rio Grande do Sul também têm previsão de chuva e trovoadas. O excesso de umidade já havia reduzido o ritmo do plantio de milho e interrompido operações de semeadura do arroz em áreas gaúchas.

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O trigo permanece vulnerável. Além de dificultar a colheita, períodos úmidos favorecem doenças e podem comprometer a qualidade dos grãos. Em Santa Catarina, o monitoramento da Conab destacava a pressão de doenças nas lavouras; no Rio Grande do Sul, havia preocupação com os efeitos das chuvas sobre áreas em fase reprodutiva.

No Norte, as pancadas atingem áreas do Amazonas, Rondônia e Tocantins. No Nordeste, a chuva é mais localizada, com possibilidade de precipitações no oeste da Bahia e em partes do Maranhão e do Piauí, enquanto setores do interior permanecem com tempo firme.

Para a região agrícola formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a regularidade das precipitações continua decisiva. O boletim de setembro da Conab mostrou que as primeiras chuvas haviam sido insuficientes para recompor a água no solo e permitir o plantio na maioria das áreas sem irrigação. Já o milho de terceira safra apresenta situações diferentes: no oeste baiano, áreas irrigadas tiveram bons resultados, enquanto a estiagem comprometeu lavouras no Nordeste da Bahia.

O planejamento da semana dependerá, portanto, da combinação entre previsão local, umidade do terreno e estágio da cultura. Onde falta água, a chuva pode abrir a oportunidade de plantar. Onde ela já sobra, preservar o solo e esperar condições adequadas para as máquinas será determinante para evitar novos prejuízos.

Fonte: Pensar Agro

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